É uma da manhã e vamos dormir, não sem antes nos despedirmos e dizermos como vai ser o dia de hoje. Vamos começar pelas efemérides. Como sempre, há muito por onde escolher – em 1903, nasceu Georges Simenon, o escritor belga criador do inspector Maigret. Em 1906, o inesquecível Agostinho da Silva; em 1933, a Kim Novak… Quanto à nossa programação para hoje, vai ser assim: começamos ao romper da bela aurora com uma canção catalã na voz de Silvia Pérez Cruz, trazida pelo Josep Vidal. Logo a seguir vem o Adão Cruz com um belo poema inspirado num expressivo quadro de Dorindo Carvalho; depois de o Pedro Godinho trazer mais um texto sobre Olivença, chega o Padre Mário da Lixa que nos dir´´e como vislumbra um nesga de luz de esperança política. E com mais algumas rubricas habituais, chegaremos ao giro no horizonte, feito por Pedro de Pezarat Correia e à desindustrialização explicada por Júlio Marques Mota – um dia bem preenchido que rematará com uma canção por Mísia, artista que Augusta Clara convidou.
O Pato continua ausente. Mas mandou um bilhete com esta recordação da sua infância:
