por Rui Oliveira
Cordas sobresselentes (1ª parte)
Na Segunda 9 de Abril, o filme que o Institut Français de Portugal escolheu para integrar o Ciclo Claude Chabrol é “Inspecteur Lavardin” (1986), interpretado por Jean Poiret, Jean-Claude Brialy, Bernadette Lafont e Jean-Luc Bideau, entre outros, com música original de Matthieu Chabrol. A entrada é livre.
Naquele que, sendo um dos pontos altos da vastíssima obra de Chabrol, terá nascido um pouco por acaso, como uma espécie de filme criminal ou mais precisamente um falso whodunnit (“quem matou?”), num tom equidistante entre o sério e o pastiche – a temática parte do habitual : “ Raoul Mons, conhecido escritor católico que se considerava o guardião mural da comunidade, é assassinado. O seu corpo é encontrado na praia. O inspector Lavardin descobre que a viúva, Hélène, é uma mulher que em tempos ele amou muito. As investigações de Lavardin vão rapidamente revelar-lhe que a conduta do escritor não era tão católica quanto a sua obra …”
Pode aqui ver-se o trailer irónico tipicamente Chabroliano seguido dum excerto do filme :
Também na Segunda 9 de Abril, na Sala dos Espelhos do Palácio Foz, às 18h, há um Recital de Violino e Piano com a colaboração da Juventude Musical Portuguesa e de entrada livre.
Nele a jovem violinista Matilde Loureiro, aluna de Ilya Grubert e Elliot Lawson em Amsterdão (e Kolibri Prize em 2010) e o pianista Eurico Rosado, aluno de Aldo Ciccolini e Jorge Moyano (tendo já gravado para a EMI Classics, Strauss e BMG) apresentam um programa de que constam de H. W. Ernst Concerto «Pathétique» em Fá Menor, op.23 e de J. Brahms Sonata nº3 em Ré Menor, op.108.
Ainda a 9 de Abril, na Casa da Achada – Centro Mário Dionísio (rua da Achada, 11, na colina do Castelo) inicia-se o Ciclo de Cinema Política uma vez por Semana (a ocorrer todas as Segundas, às 21h30 até final de Junho) com o filme de Roberto Rossellini de 1966 A Tomada de Poder por Luis XIV, onde o realizador italiano dirige uma reconstituição histórica notável que mostra episódios como a construção do Palácio de Versalhes e o quotidiano da corte com os seus faustosos banquetes.
Eis um breve excerto ilustrativo de como Rossellini exemplifica a consolidação da monarquia absolutista de Luis XIV :
Na Terça 10 de Abril, entre as diversas ante-estreias da Cinemateca Portuguesa, ressaltamos a de Linha Vermelha, o filme de José Filipe Costa, apoiado pelo Goethe Institut que ganhou o prémio de “Melhor Longa Metragem Nacional” no IndieLisboa 2011, a exibir na Sala Dr. Félix Ribeiro, às 21h30.
Trata-se dum documentário (resultado dum doutoramento sobre o cinema português e o PREC) que recua a 1975, altura em que o alemão Thomas Harlan realizou o documentário de nome Torre Bela, sobre a ocupação de uma grande herdade no Ribatejo, propriedade dos duques de Lafões. Esse filme transformou-se num ícone do período revolucionário português: a discussão acalorada sobre a quem pertence uma enxada da cooperativa, a ocupação do palácio, o encontro dos ocupantes com os militares em Lisboa e o processo de formação de uma nova comunidade…
37 anos depois, José Filipe Costa revisita esse filme emblemático, reencontrando os seus protagonistas e a sua equipa. Qual foi a influência da presença da câmara sobre os acontecimentos? Quem são hoje os protagonistas da altura? O que pensam sobre a ocupação e sobre o filme Torre Bela? Que memória têm da herdade?
Na sessão anterior, às 19h, a Cinemateca projecta “Torre Bela” de Thomas Harlan numa cópia em processo de restauro resultante de uma das várias versões feitas pelo realizador, não exactamente correspondente à da estreia em Cannes em 1977.
Vejamos o filme-anúncio da pesquisa em Linha Vermelha :
Também a 10 de Abril, no Institut Français de Portugal, às 19h30, o Café Philo, um local de discussão, tem como tema “Y a-t-il du Mauvais Goût ?” o que proporcionará certamente um debate colectivo (em francês) sobre as questões filosóficas e problemáticas da sociedade contemporânea atinentes ao assunto. É de entrada livre e será animado por Omar Belhassaïn, professor de Filosofia no Liceu francês Charles Lepierre.
Ainda nessa Terça 10 de Abril, no Maria Matos Teatro Municipal em coorganização com a Unipop, às 18h30, começam As “Palestras para o dia de amanhã” com a intervenção de Evan Calder Williams, um teórico norte-americano editor do blogue Socialism and/or Barbarism, sobre o tema A Recusa da Cidade.
“A presente conjuntura tem gerado novas bolsas de pobreza e subdesenvolvimento, traçando novos mapas de desigualdade e violência estruturais. À medida que aumentam os indesejados e as zonas de exclusão, o Estado recua, cedendo lugar aos cordões policiais. Muitos são empurrados não só para o lado de lá da subsistência, mas igualmente para o lado de fora do político, uma vez que as linhas de comunicação e compromisso foram cortadas. É destas margens que irrompem pilhagens e motins, confrontos e ocupações. Estamos para lá do protesto: é necessário bloquear a cidade como centro do desenvolvimento capitalista e reinventar os espaços e os modos de viver colectivamente. A partir de um presente delapidado, diz-nos Evan Calder Williams, “urge traçar uma linha que nos leve da recusa ao antagonismo, do antagonismo a novas formas de solidariedade e destas a novos modos de construção colectivos”.
Na Terça 10 de Abril, na MusicBox, às 22h30, os Red Lizzard, banda portuguesa de Almada predominantemente de rock, apresentam o seu primeiro EP “In Your Face”.
Também a 10 de Abril, no bar Vinyl Lado B, agora às 22h, irá estar presente a cantora Madalena Alberto, uma das portuguesas com sucesso em musicais no Reino Unido, acompanhada ao piano pelo maestro Nuno Feist.
Na Quarta 11 de Abril apenas se regista no Ciclo “Alimentação e Saúde” a decorrer no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian uma sessão (de entrada livre e com transmissão on line em directo) presidida pelo Prof. Henrique de Barros (Faculdade de Medicina, UP) em que falarão Tim Lang, (City University, Londres) sobre “É possível uma alimentação saudável e simultaneamente sustentável ?” e Pedro Graça (Faculdade de Ciências da Nutrição e Alimentação, UP), sendo moderadora Bárbara Reis (Público).
Na ausência de outros eventos agendados, lembramos a visita à exposição (que encerra a 14 de Abril) intitulada Antes que me Lembre que apresenta na Fundação Carmona e Costa uma selecção de trabalhos produzidos, ao longo de um período de cerca de dois anos, pelos artistas João Miguéis, Jorge Nesbitt, Manuel Caldeira e Marcelo Costa. Nas palavras do organizador, Manuel Castro Caldas, a exposição foca-se na prática de desenho de pintores que “a pintura (…) abandonou e eles abandonam” e que são “chamados a transformar esse abandono em produtiva separação”. Chama-se pois Desenho à prática através da qual se persegue o ser-em-fuga da Pintura, devolvendo-lhe a sua realidade “teórica”, tocando-a com uma “mão ideal”, revelando as condições da sua inexistência. Revolvendo “o chão do mesmo”, o desenho liga, nestes “compósitos heterogéneos”, os tempos que nele se ocultam, que nele se exaltam”.
Passando agora para a preenchida Quinta-feira 12 de Abril, inicia-se nesse dia o intercâmbio musical entre os conjuntos das duas instituições com a visita da Orquestra Gulbenkian dirigida pelo maestro Pedro Neves ao Teatro Nacional de São Carlos onde, às 21h e com a participação do pianista Artur Pizarro (em substituição, por doença, de Sequeira Costa), executará um programa que inclui de Sergei Rachmaninov Concerto para Piano e Orquestra nº 3, op. 30 e de Joly Braga Santos Sinfonia nº 4, op. 16.
Só como aliciante (ou para contrastar com a interpretação de há mais de 20 anos) ouça-se o registo que há de Artur Pizarro num Concurso Internacional de Leeds em 1990 tocando com a Birmingham Symponhy Orchestra (dir. Simon Rattle) o 1º andamento do mesmo Concerto nº 3 :
(http://www.youtube.com/watch?v=p934jEbDgs0 e http://www.youtube.com/watch?v=rJTTqTkHTqE são os links para quem pretende ouvir a obra na sua integralidade)
Entretanto, no Pequeno Auditório do Centro Cultural de Belém, às 21h da Quinta 12 de Abril (e repetindo-se a 13 de Abril) a Pichet Klunchun Dance Company daTailândia apresenta o espectáculo de dança Nijinsky Siam que o CCB designa de Um diálogo reimaginado pois ele nos faz lembrar as imagens da primeira dança clássica tailandesa que viajou pela Europa em 1900 e que impressionou muitos artistas da época, incluindo Diaghlev, que fundara os Ballets Russes, onde o seu lendário bailarino Vaslav Nijinsky interpretou justamente Danse Siamoise na Ópera de Paris.
O seu coreógrafo (e bailarino) Pichet Klunchun, através de uma pesquisa cuidadosa, dá vida a poses e movimentos de documentos arquivados de Nijinsky, convocando-o para o palco através de pinturas, fotografias, bonecos tradicionais “nang yai” e sombras.
Integram a Companhia, além de Pichet, Porramet Maneerat, Padung Jumpan e Kornkarn Rungsawang. A música acompanhante é Alte Weise, Op. 89_2 composta por Christian Sinding.
Uma boa amostra da natureza deste espectáculo é dada neste registo vídeo :
Nessa Quinta 12 de Abril, estreia na Sala Estúdio do Teatro Nacional D. Maria II, às 21h15, “Onde estavas quando criei o mundo ?”, uma peça de Artur Ribeiro na versão cénica e com encenação de João Mota, com figurinos de Carlos Paulo, desenho de luz de José Carlos Nascimento, sonoplastia de Hugo Franco e uma interpretação isolada de Manuela Couto.
Tema : “ Uma mulher defende-se em tribunal, após ter despedido o seu advogado oficial, iniciando as suas alegações finais com o propósito de explicar o seu crime pois acto mais hediondo não parece haver: a ré é acusada de filicídio. O que leva uma mãe a este acto extremo? E como explicá-lo? Com a progressão da peça percebemos que a morte do filho poderá ter sido um acto de piedade devido ao sofrimento deste numa circunstância em que a eutanásia não é legal ou aceitável.
O público será então colocado no papel tanto de juiz como de confessor, ao seguir o texto que pretende abordar as racionalizações por detrás de actos extremos e as suas apologias.”
Também no dia 12 de Abril, às 21h30, estreia no Teatro Turim (na Estrada de Benfica, 723 A) a peça O Gato de Henrique Santana, numa adaptação de Jorge Picoto, pela Companhia Mole&erre. Permanece até 29 deste mês.
Ainda a 12 de Abril, às 21h30, no Auditório Carlos Paredes (em Benfica), o colectivo A.N.A – AbsolutO Ninho de Artistas estreia “O Cómico em Tchekhov” com direção artística de José Ramalho e interpretação de Gonçalo Lello, Hugo Nevez, Jenny del Romero, Matilde Breyner, Paulo Martins e Rita Matos.
É a adaptação de duas peças cómicas de Tchekhov num só acto, com muitas jogos e situações trágico-cómicas. Primeiro, “O Urso”, aborda o tema do amor entre proprietários agrícolas coléricos ou como uma viúva devota ao seu falecido safado marido reage ao deparar-se com uma antiga dívida. Em seguida, “O Pedido de Casamento”, reflecte sobre a impossibilidade do casamento ou como um jovem e inseguro proprietário agrícola embarca num complexo processo de sedução para conseguir casar com a filha do vizinho.
Permanece até 22 de Abril.
E também na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro (em Telheiras), às 21h30 de 12 de Abril, se representa pela 1ª vez “Coração Pulsátil” de António M. Rodrigues (que dirige) com interpretação de Dora Vicente, Elisabete Agostinho, Patrícia Domingues e António M. Rodrigues.
Por fim, ainda a 12 de Abril, no Teatro Villaret, estreia às 21h30 “Toda a Gente Sabe que Toda a Gente Sabe”, a comédia de Miguel Fallabela e de Maria Carmem Barbosa, que fez sucesso no Brasil e que aborda a decadência de uma família, outrora endinheirada mas enfrentando agora a falência.
Com encenação de Pedro Costa e interpretação de Teresa Guilherme, Heitor Lourenço, Lurdes Norberto, Rodrigo Saraiva e Paula Luiz, permanece em cena até 22 de Abril.
No campo musical, ao Coliseu dos Recreios vem nesta Quinta 12 de Abril, às 21h30, a conhecida cantora brasileira Simone apresentar o seu mais recente show “Especial Pra Você” onde a voz levemente rouca da romântica baiana convida a viajar por quatro décadas da sua música, onde cabem canções imorredouras como “Apaixonada” , “Cigarra”, “Começar de Novo” , “Raios de Luz”, “Tô Que Tô”, O Que Será” e tantas outras.
Também a 12 de Abril, às 22h, no Kolovrat 79 – Roof ((Rua D. Pedro V, nº 79), haverá a oportunidade muito particular de assistir à actuação conjunta dos Blues Control com a dupla (Gordon) Laraaji & Arji (Cakouros) numa colaboração semelhante à que produziu em 2011 o álbum “FRKWYS vol. 8”. Será, no parecer de críticos, “um dos mais claros exemplos de como a música pós-noise americana reabilitou a new age”. De Lisboa seguem para o Centro Cultural Vila Flor no âmbito de “Guimarães, Capital Europeia da Cultura”.
Desta jam session, que mostra a inspiração de Brian Eno, damo-vos um excerto com o tema “City of Love” do referido álbum FRKWYS :
Ainda na Quinta 12 de Abril, às 23h, no Hot Club de Portugal reune-se o Karlheinz “Charlie” Miklin 5tet feat. Ronan Guilfoyle que aí actuará até 14 de Abril. Juntam-se assim Charlie Miklin (saxofone), Ronan Guilfoyle (baixo acústico), Gonçalo Marques (trompete), Bruno Santos (guitarra) e Bruno Pedroso (bateria).
O coordenador,o austríaco Karlheinz Miklin (saxofone, clarinete baixo, flauta e compositor) já lançou nove albuns com o seu trio como instrumentista e exerce neste momento a função de presidente da IASJ – Associação Internacional das Escolas de Jazz. Outro membro preponderante é o irlandês Ronan Guilfoyle, aluno de John Abercrombie, Dave Holland e Steve Coleman, executante de baixo acústico desde os anos 80, foi fundador e dirige o Departamento de Jazz do Newpark Music Centre de Dublin.
No TMN ao Vivo, nesta Quinta 12 de Abril, às 22h, a guitarrista e compositora da Georgia (USA) Kaki King, celebra o seu regresso a Portugal, depois do êxito do seu mais recente trabalho, o álbum Junior (2010) que, desde a sua primeira nomeação feminina para o prémio Guitar God, a terá feito, segundo os críticos, atingir um novo patamar de qualidade.
Eis um dos seus temas em preparação :
Às 18h de 12 de Abril, no Auditório 3 da Fundação Calouste Gulbenkian, dá-se o encerramento do projecto de sensibilização artística e formação em cinema Kê Li Kê Lá desenvolvido num bairro social da Amadora, sendo exibido o seu making-of realizado por Leonor Noivo, assim como a curta-metragem de ficção Nada Fazi, de Filipa Reis e João Miller Guerra, criada também no âmbito deste projecto.
No Instituto Cervantes, inaugura-se a 12 de Abril, a exposição fotográfica “Transfronteras: Desde la frontera”, de Corina Arranz que reune as imagens que a fotógrafa colheu durante uma viagem na companhia do escritor e jornalista Alfonso Armada pela fronteira dos Estados Unidos e México de Este a Oeste, entre San Antonio, junto ao Golfo de México, e San Diego, no oceano Pacífico, sempre pelo lado estado-unidense com periódicas entradas no lado mexicano.
Na Livraria Bulhosa do Campo Grande (Campo Grande 10B, loja 8), às 18h30 de Quinta 12 de Abril, conclui-se o Ciclo Grandes Escritores com a previsto programa de homenagem a Jorge Amado, cujo centenário do nascimento é celebrado em 2012 e que foi Prémio Camões 1994. A apresentação será feita por Sara Rodrigues de Sousa (FCSH, UNL).
Encerra assim uma iniciativa da Casa da América Latina em colaboração com o Instituto de Estudos Ibéricos e Ibero-Americanos (Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa) e do Centro de Estudos Comparatistas (Faculdade de Letras, Universidade de Lisboa).
No Institut Français de Portugal tem lugar, às 19h de Quinta 12 de Abril, com entrada livre, uma conferência intitulada “Do Museu do Chiado ao Musée D’Orsay: Projectos museográficos de Jean-Michel Wilmotte” pelo arquitecto francês Jean-Michel Wilmotte que assinalará a inauguração duma série de encontros em torno da arquitectura contemporânea francesa que o Instituto decidiu promover até à Trienal de Arquitectura de Lisboa.
Como em 2012, o Museu Nacional de Arte Contemporânea – Museu do Chiado, completa o ciclo de comemorações dos seus 100 anos de existência associou-se, convidando o referido arquitecto para a conferência inaugural que se centrará num conjunto de intervenções em espaços museológicos emblemáticos, partindo do projecto de remodelação e ampliação do Museu do Chiado (1988-94), o qual será analisado criticamente e considerado em confronto com outras obras, incluindo a recente renovação do Museu de Orsay, concluída em 2011.
No final do dia 12 de Abril haverá a partir das 21h, no bar Portas do Sol (Largo das Portas do Sol) a já tradicional Festa de abertura de 8 ½ Festa do Cinema Italiano que recebe o público da 5ª edição no miradouro que se estende sobre Alfama e onde será re-divulgada a sua programação (ver www.festadocinemaitaliano.com).
Saber-se-á que a Festa do Cinema Italiano homenageia em 2012 os realizadores Paolo Sorrentino, já consagrado (de quem serão vistos This Must Be The Place e mais tarde Il Divo e Le conseguenze dell’amore) e Pietro Marcello, jovem realizador napolitano e um dos cineastas que tem trabalhado de forma notável a fronteira entre o cinema documental e o cinema de ficção (de quem será exibido Il Silenzio di Pelesjan, no dia 16 de Abril, às 21h30, na Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema e numa sessão dupla os documentários La Bocca del Lupo e Il Passaggio della Linea, no Espaço Nimas, no 17 de Abril, às 21h15).
Dopo Le 8 ½, a programação de eventos culturais inesperados paralelos, apresenta nos fins de tarde desta edição o Cine-Aperitivo. Assim a partir de Domingo, 15, às 20h30, no Espaço Nimas, o público da Festa pode experienciar pratos confeccionados pelos melhores representantes da gastronomia italiana em Portugal ao preço de um bilhete.
Nesse dia 15 de Abril, às 19h30, no antigo Mercado de Santa Clara, 8 ½ e a Associação Idade dos Sabores – Centro das Artes Culinárias apresentam um Cine-Jantar com a exibição do filme, La Grande Abbuffata (La Grande Bouffe) de Marco Ferrerri, seguida de um jantar inspirado no menu desta obra incontornável do cinema italiano.
Caro leitor : a conclusão destas Cordas sobresselentes tê-la-á dentro de mais uma hora. Paciente, s.f.f..











