Na Galeria 111 (ao Campo Grande), o pintor Rui Pedro Jorge faz a sua segunda exposição individual “Tempos de Poeira” patente até 31 de Julho próximo.
Diz o crítico (C.M.) que ele define “… um território conceptual e temático de assinalável consistência … opta por uma represtação descontínua do real que figura os seus elementos mas que não é exactamente naturalista, rasgando aqui e ali a ilusão de perspectiva ou trespassando a superfície da representação do real … á nas imagens criadas por esta pintura uma teatralidade que, mais do que explicitar as causas do mal, nos coloca perante o próprio desconforto …” .




