Diz: – JOÃO BRITO SOUSA (JBS) – “Este texto, como muitos outros ou quase todos que aqui são publicados, teriam, na minha opinião, utilidade maior se fossem discutidos, na perspectiva de surgir uma conclusão que apontasse soluções.”
Resposta 1/1, JÚLIO MARQUES MOTA (JMM) – Perfeitamente de acordo mas este blog não se quer substituir à sociedade como um todo que vai comendo na tola, sofrendo e calando. E, depois, vai votando da maneira que o tem feito. Sublinho que qualquer solução tem que ser colectivamente conquistada
Resposta 1/2, JOÃO BRITO SOUSA (JBS) – Fiquei a saber que o blog não se quer substituir à sociedade, o que aliás concordo. Mas, face aos bons textos que aqui são apresentados, queria dizer que penso os mesmos terem capacidade para agitar consciências, ou seja, pôr as pessoas a pensar. E daí, talvez as mensagens neles contidas, pudessem chegar mais longe… Apenas isso.
2 – Diz :- JBS – “Este espaço produz e produz, não se sabe bem se ideias, opiniões ou outra coisa qualquer, inconsequentemente”.
2/1 – JMM – A distinção entre cada uma das coisas cabe ao leitor encontrá-la. Quanto ao “inconsequentemente” dir-lhe-ei apenas: profundamente injusto. Exemplo o arrumar os textos por séries corresponde a querer dar um sentido de orientação ao leitor mas não se pretende mais do que isto. Para além disso e relembro Montesquieu, isso cabe a cada um dos que lêem os referidos textos.
2/2 – JBS – Concordo que caiba ao leitor, descobrir o que este espaço pretende produzir. Quanto à expressão utilizada “profundamente injusto”, referente ao meu “inconsequente”, ela tem o condão de ser reveladora da forma de pensar de quem a escreveu e é tão democrática como se o meu “inconsequentemente” fosse considerado justo. A resposta de JMM é esclarecedora e sobretudo educada. O meu contributo aqui, é emitir a minha opinião, do qual não abdico, ouvir do outro lado sim ou não e respeitar as respostas quando não me forem favoráveis. Considero esta, uma forma elevada da formação do carácter de cada um. E é neste terreno que o Homem cresce. Montesquieu era defensor da separação dos poderes como garantia da liberdade individual, que me parece ser o que JMM quer dizer.
3 – Diz:- JBS – “É bom trazer para aqui estes assuntos mas melhor seria que estes ditos artigos contribuíssem de algum modo para que Portugal fosse um País”
3/1 – JMM – Erro de óptica. Cabe ao povo português voltar a fazer deste sítio, Portugal, outrora país e que país há-de ser, um verdadeiro país, soberano nos seus direitos e não nas obrigações de pagar os altos juros porque é soberano!
3/2 – JBS – Não é a minha forma de ver. Neste espaço, emitem-se opiniões de pessoas portuguesas, logo, povo português, que deveriam apontar, como JMM diz acima, para uma resposta ou indicação, sobre que País queríamos que fosse este … (há-de ser este…)
4 – Diz: JBS – “ Porque como disse agora BERNARDINO SOARES….”
Resposta 4/1 – JMM – Perfeitamente de acordo, mas deixe os indícios de provocação política de lado, abandone-os. Resposta 4/2 – JBS – OK. Deixo sim senhor.
5 – Diz: JBS – “Morreremos todos sem que fizéssemos alguma coisa para evitar isso. Incluindo nessa crítica este blogue” Resposta
5/1 – JMM – É evidente que estão a matar este país, é evidente que estão a matar a Europa e assim será se por toda a Europa se continuar a votar maciçamente neste grupo de assassinos e de ladrões. Vejam só os ordenados que nos impõem, vejam só os ordenados que pagam a cada elemento da Troika e tudo o povo enquanto tal tem estado a calar. Acusam-me disso? Resposta
5/2 – JBS – Responderei a isso com uma pergunta que fiz ao Dr. Mário Soares, numa entrevista que me deu para o jornal “O OLHANENSE” 3 – (JO) – O mundo actual está a seu gosto? (DMS) – Não, obviamente. A Europa vai mal e a crise que nos afecta está a criar muitas dificuldades à generalidade dos portugueses. OBS – JMM – Não é meu hábito responder a comentários pois os textos só por si deveriam ser o ponto de partida para outros os discutirem mas a profundidade deste comentário exige que o faça. Júlio Marques Mota Resposta (JBS) – Obrigado por ter resp
