Da visita à exposição “Tarefas Infinitas- quando a arte e o livro se ilimitam”, na Fundação Gulbenkian, pude “copiar” este texto do poeta surrealista António Pedro (de que temos falado a propósito da Exposição Surrealista, em 1949). Senti que era especial para o momento que estamos a viver. Que escreveriam esses homens, a propósito da crise política e social que atravessamos?