UM QUADRO CÉLEBRE? OU O NOSSO CÉREBRO À LUPA ?

Por ocasião da realização do Fórum Gulbenkian de Saúde 2012 “Brain.org” (9 e 10 de outubro), está exposta nos jardins da Fundação C. Gulbenkian e no Terreiro do Paço, uma mostra ao ar livre denominada As cores do pensamento – A arte abstrata dos neurónios”.

 É uma invasão dos sentidos, uma explosão de estímulos, associações a correrem umas atrás das outras. Podemos ver um conjunto de painéis onde representações visuais do cérebro em grande formato estão em correlação com reproduções de obras de arte, algumas das quais pertencentes às coleções do Museu Gulbenkian e do CAM.

 As representações visuais do cérebro ali apresentadas são obtidas através de técnicas sofisticadas, utilizadas por eminentes investigadores que no mundo inteiro colaboram entre si transpondo fronteiras e produzindo imagens com cores vivas que parecem inspiradas em obras de arte.

Esta mostra é uma iniciativa conjunta do Edmond & Lily Safra Centre for Brain Sciences da Universidade Hebraica de Jerusalém e da FCG.

Para quem não ainda não apreciou, aqui fica um cheirinho. Para abrir o apetite. Vão até lá!

Os Girassóis, de Gustav Klimt (Viena, 1862 – Neunau, 1918) e um neurónio em cultura, produzindo dopamina, do Institut du Cerveau et de la Moelle Epinière, Université Pierre et Marie Curie, Paris, França.

Estudo para Loïe Fuller nas Folies-Bergères,  um óleo sobre cartão de Henri de Toulouse-Lautrec (Albi, 1864 – Saint-André-du-Bois, 1901) e a representação artística de um modelo molecular de um microrna, de Eyal Soreq e Hermona Soreq, do Edmond and Lily Safra Center of Brain Sciences, The Hebrew University of Jerusalem, Israel.

Pintura abstrata, um óleo sobre tela de Gerhard Richter (Dresden, 1932) e a imagem do hipocampo e córtex cerebral, por Tamily A. Weissman & Jeff W. Lichtman, Laboratory of Jeff W. Lichtman, Harvard University, Cambridge, EUA.

 

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