“A FLAUTA MÁGICA” – MOZART, GENIAL E ESPLENDOROSO, NA PRÓXIMA SESSÃO DA NOITE

Após termos apresentado algumas das mais representativas óperas de Wolfgang Amadeus Mozart, concluímos com A Flauta Mágica (Die Zauberflote). É uma ópera em dois actos, com libreto em alemão de Emanuel Schikaneder. Diga-se que este escritor era membro da mesma loja maçónica de Mozart – após a Revolução Francesa, a maçonaria era perseguida, mas tinha muitos apoiantes, sobretudo entre os intelctuais. Die Zauberflote foi estreada no Theater auf der Wieden, em Viena, em Setembro de 1791. Algumas de suas árias tornaram-se extremamente populares, com, por exemplo,o dueto entre Papageno e Papagena, bem como as duas árias da Rainha da Noite. A ópera reflecte a filosofia própria do Iluminismo.  Os conceitos de liberdade, igualdade e fraternidade da grande Revolução de 1789 são evidentes ao longo da tessitura argumental –  quando a coragem e a valia de Tamino, protagonista da história, são postos em causa pelo facto de se tratar de um príncipe, duvidando-se que pudesse ultrapassar as duras provas exigidas para entrar no templo, Sarastro acorre em sua defesa, argumentando –  “mais que um príncipe, é uma pessoa” . Vamos apresentar a gravação feita no Royal Opera House Covent Garden- com a Orquestra e o coro do teatro dirigidos pelo maestro Colin Davis e com um valioso elenco constiruído pelas sopranos Dorothea Roschmann e  Diana Damrau, pelo baixo Franz-Joseph Selig, pelo barítono  Simon Keenlysidee pelo tenor Will Hartmann.

NA PRÓXIMA SESSÃO DA NOITE –

A FLAUTA MÁGICA, DE MOZART

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