HOJE VAMOS FALAR DE UMA NOVIDADE – UM LIVRO DE JOSÉ BRANDÃO

Imagem1Não damos prioridade às novidades só pelo facto de o serem. Mas se for um livro de um argonauta que tenha acabado de ser lançado, nesse caso, as coisas mudam de figura. O argonauta e historiador José Brandão, que desde os tempos do Estrolabio é um colaborador com presença permanente, acaba de publicar um novo livro – Este é o Reino de Portugal, uma edição  da Saida de Emergência. O livro está ainda em pré-venda, pois a edição é lançada no dia 22 deste mês. Para obter informações sobre a obra, basta clicar aqui

http://www.saidadeemergencia.com/produto/ensaio-o-202148/este-e-o-reino-de-portugal/

Como é o bom povo português´? Há opiniões para todos os gostos…

«O povo português, além da bondade de coração, da brandura de costumes, da alegria, da lealdade e bom humor, possui ainda duas outrasImagem1 qualidades: a docilidade e a paciência. Não é possível que exista gente mais tranquila, mais dócil, mais resignada.»

«Se os portugueses apenas tivessem os vícios de serem impostores e vaidosos seria agradável vê-los e conviver com eles […] Mas são também extraordinariamente altivos, orgulhosos, arrogantes, velhacos, traiçoeiros e desonestos. Poucos há que tenham escrúpulo de matar um inimigo à traição.»

Este é o Reino de Portugal resulta de uma profunda investigação aos mais importantes relatos de estrangeiros que viajaram por Portugal. Focando-se principalmente nos últimos três séculos, oferece-nos um colorido únicos desse período, retratando as várias camadas sociais que compunham a nossa sociedade, do povo aos governantes, e admirando ou criticando copiosamente os seus hábitos, tradições, mentalidades e comportamentos. Com testemunhos de quase três dezenas de personalidades tão extraordinárias ou malévolas como William Beckford, Carl Israel Ruders, Giuseppe Baretti, Arthur William Costigan, José Pecchio, Hans Christian Andersen, Maria Rattazzi ou Miguel Unamuno, Este é o Reino de Portugal é uma oportunidade única para descobrir o que mudou no nosso país nos últimos três séculos. Ou talvez surpreender-se com o que, afinal, continua exatamente na mesma.

Voltaremos a falar desta obra e talvez possamos publicar pequenos excertos.

1 Comment

Leave a Reply