Posts Tagged: josé brandão

O SIGNIFICADO DO PRIMEIRO DE MAIO, DIA INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES – por José Brandão

  O texto de José Brandão que a seguir apresentamos recorda-nos por que motivo o Primeiro de Maio é celebrado pelos trabalhadores de todo o mundo.   Em 1886, Chicago foi palco de uma intensa greve operária. À época, Chicago não

O SIGNIFICADO DO PRIMEIRO DE MAIO, DIA INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES – por José Brandão

  O texto de José Brandão que a seguir apresentamos recorda-nos por que motivo o Primeiro de Maio é celebrado pelos trabalhadores de todo o mundo.   Em 1886, Chicago foi palco de uma intensa greve operária. À época, Chicago não

O SIGNIFICADO DO PRIMEIRO DE MAIO, DIA INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES – por José Brandão

Publicado originalmente em A Viagem dos Argonautas:
    O texto de José Brandão que a seguir apresentamos recorda-nos por que motivo o Primeiro de Maio é celebrado pelos trabalhadores de todo o mundo.     Em 1886, Chicago foi…

O SIGNIFICADO DO PRIMEIRO DE MAIO, DIA INTERNACIONAL DOS TRABALHADORES – por José Brandão

Publicado originalmente em A Viagem dos Argonautas:
    O texto de José Brandão que a seguir apresentamos recorda-nos por que motivo o Primeiro de Maio é celebrado pelos trabalhadores de todo o mundo.     Em 1886, Chicago foi…

EDITORIAL – A noite sangrenta

Este dramático episódio da I República, ocorrido em Lisboa na noite de 19 de Outubro de 1921, tem sido objecto de numerosos artigos, ensaios históricos, nomeadamente do argonauta José Brandão e foi também tema central de uma peça do argonauta Hélder Costa

EDITORIAL – A noite sangrenta

Este dramático episódio da I República, ocorrido em Lisboa na noite de 19 de Outubro de 1921, tem sido objecto de numerosos artigos, ensaios históricos, nomeadamente do argonauta José Brandão e foi também tema central de uma peça do argonauta Hélder Costa

QUE REPÚBLICA!? – por JOSÉ BRANDÃO

    Desde os primeiros dias do novo regime saído da revolução de 5 de Outubro de 1910 que os principais dirigentes republicanos eram vistos com preocupante desconfiança por um cada vez mais numeroso lote de críticos, de indiscutível autoridade

QUE REPÚBLICA!? – por JOSÉ BRANDÃO

    Desde os primeiros dias do novo regime saído da revolução de 5 de Outubro de 1910 que os principais dirigentes republicanos eram vistos com preocupante desconfiança por um cada vez mais numeroso lote de críticos, de indiscutível autoridade

PRAÇA DA REVOLTA – DIA INTERNACIONAL DO TRABALHADOR – 2 – por José Brandão

  AS PRIMEIRAS COMEMORAÇÕES DO 1.° DE MAIO EM PORTUGAL   Desde tempos imemoriais que em Maio se organizavam pelo mundo fora – e Portugal não fugia à regra – festividades de índole pagã e campesina como manifestação do contentamento

PRAÇA DA REVOLTA – DIA INTERNACIONAL DO TRABALHADOR – 2 – por José Brandão

  AS PRIMEIRAS COMEMORAÇÕES DO 1.° DE MAIO EM PORTUGAL   Desde tempos imemoriais que em Maio se organizavam pelo mundo fora – e Portugal não fugia à regra – festividades de índole pagã e campesina como manifestação do contentamento

PRAÇA DA REVOLTA – DIA INTERNACIONAL DO TRABALHADOR – 1 – por José Brandão

ppp Este artigo do argonauta e historiador José Brandão foi anteriormente publicado no blogue Estrolabio, no 1º de Maio de 2011; pela sua qualidade e pela clareza com que expõe as razões pelas quais o dia de hoje é comemorado

PRAÇA DA REVOLTA – DIA INTERNACIONAL DO TRABALHADOR – 1 – por José Brandão

ppp Este artigo do argonauta e historiador José Brandão foi anteriormente publicado no blogue Estrolabio, no 1º de Maio de 2011; pela sua qualidade e pela clareza com que expõe as razões pelas quais o dia de hoje é comemorado

Angola – 4 de Fevereiro de 1961 – por José Brandão

(Este artigo foi publicado no blogue Estrolabio) Na madrugada de 4 de Fevereiro, alguns grupos de angolanos sob a orientação de Neves Bendinha, Paiva Domingos da Silva, Domingos Manuel Mateus e Imperial Santana, dispondo de cerca de 200 homens empunhando

Angola – 4 de Fevereiro de 1961 – por José Brandão

(Este artigo foi publicado no blogue Estrolabio) Na madrugada de 4 de Fevereiro, alguns grupos de angolanos sob a orientação de Neves Bendinha, Paiva Domingos da Silva, Domingos Manuel Mateus e Imperial Santana, dispondo de cerca de 200 homens empunhando

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 60 – por José Brandão

CONCLUSÃO  Em 1920, no rescaldo do sidonismo, Homem Cristo, sempre ao seu melhor estilo, botava opinião sobre este tema: «As democracias monárquicas ou republicanas são os partidos famintos, os deputados vadios, os interesses torpes dos banqueiros, a escalada do poder

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 60 – por José Brandão

CONCLUSÃO  Em 1920, no rescaldo do sidonismo, Homem Cristo, sempre ao seu melhor estilo, botava opinião sobre este tema: «As democracias monárquicas ou republicanas são os partidos famintos, os deputados vadios, os interesses torpes dos banqueiros, a escalada do poder

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 59 – por José Brandão

Debruçando-se sobre esta mesma questão, Raul Brandão escreveu o seguinte: «Não podemos ser um país e fazem de nós um povo. Não fomos feitos para descobrir mundos – havemos de descobrir e criar novos mundos. Todos os fretes que não

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 59 – por José Brandão

Debruçando-se sobre esta mesma questão, Raul Brandão escreveu o seguinte: «Não podemos ser um país e fazem de nós um povo. Não fomos feitos para descobrir mundos – havemos de descobrir e criar novos mundos. Todos os fretes que não

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 58 – por José Brandão

Igualmente quando Homem Cristo escreve em 9 de outubro de 1910 que: «D. Carlos dissera e muito bem: Isto é uma monarquia sem monárquicos. Nós diremos, por semelhança, isto é uma república sem republicanos. Isto é um país sem povo.

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 58 – por José Brandão

Igualmente quando Homem Cristo escreve em 9 de outubro de 1910 que: «D. Carlos dissera e muito bem: Isto é uma monarquia sem monárquicos. Nós diremos, por semelhança, isto é uma república sem republicanos. Isto é um país sem povo.

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 56 – por José Brandão

Três juízes de instrução criminal, com os seus auxiliares, realizaram as investigações sobre a tragédia do Terreiro do Paço: Alves Ferreira, Sousa Monteiro e Almeida de Azevedo. Mas foi Abílio Magro, escrivão na Boa Hora e secretário deste último, quem

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 56 – por José Brandão

Três juízes de instrução criminal, com os seus auxiliares, realizaram as investigações sobre a tragédia do Terreiro do Paço: Alves Ferreira, Sousa Monteiro e Almeida de Azevedo. Mas foi Abílio Magro, escrivão na Boa Hora e secretário deste último, quem

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 54 – por José Brandão

Finalmente; o regicídio. Carlos Ferrão, autor de vasta obra sobre a I República, dirá acerca do regicídio: «Deste há versões contraditórias ou deformadas pela paixão dos que a redigiram, nas quais a verdade e até a verosimilhança, não constituem título

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 54 – por José Brandão

Finalmente; o regicídio. Carlos Ferrão, autor de vasta obra sobre a I República, dirá acerca do regicídio: «Deste há versões contraditórias ou deformadas pela paixão dos que a redigiram, nas quais a verdade e até a verosimilhança, não constituem título

MITO & REALIDADE . 53 – Terror e Morte em Lisboa – 53 -por José Brandão

E quanto ao sidonismo e à morte de Sidónio? O que pode ser dito? Antes de tudo, porque a ele estiveram ligados personagens que vêm do tempo da Carbonária regicida de 1908 e que passarão ainda ao capítulo seguinte, o

MITO & REALIDADE . 53 – Terror e Morte em Lisboa – 53 -por José Brandão

E quanto ao sidonismo e à morte de Sidónio? O que pode ser dito? Antes de tudo, porque a ele estiveram ligados personagens que vêm do tempo da Carbonária regicida de 1908 e que passarão ainda ao capítulo seguinte, o

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 51 – por José Brandão

«O Movimento de Salvação Pública fora um pretexto. O Governo de António Granjo não era melhor nem pior que os anteriores. Somente não era democrático. Este partido, que poderia ter realizado uma obra, fragmentava-a nas suas colisões políticas. A República

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 51 – por José Brandão

«O Movimento de Salvação Pública fora um pretexto. O Governo de António Granjo não era melhor nem pior que os anteriores. Somente não era democrático. Este partido, que poderia ter realizado uma obra, fragmentava-a nas suas colisões políticas. A República

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 50 – por José Brandão

Sobre a Noite Sangrenta de 1921. É certo que a confusão generaliza-se sempre que se pretende aprofundar o que está por detrás desta noite. Porém, existem algumas evidências que permitem conclusões de considerável importância. É o caso dos heróis republicanos

MITO & REALIDADE – Terror e Morte em Lisboa – 50 – por José Brandão

Sobre a Noite Sangrenta de 1921. É certo que a confusão generaliza-se sempre que se pretende aprofundar o que está por detrás desta noite. Porém, existem algumas evidências que permitem conclusões de considerável importância. É o caso dos heróis republicanos