Nestes dois vídeos aborda-se uma questão indigna e indignante – a dos lugares ocupados por jovens licenciados sem experiência, mas com amigos poderosos – em vez de ficar desempregados, como a maioria dos rapazes e raparigas a que as universidades vão atribuindo diplomas, são classificados como «especialistas», auferindo vencimentos elevados. Prostituição política da mais vergonhosa e que destrói pela base toda a argumentação e toda a suposta moralidade do bando de canalhas que assumiu o poder político. No segundo vídeo, três juristas – Rui Rangel, Moita Flores e Marinho Pinto analisam e qualificam esta imoralidade.