pandora – poema de Susana Arins

Hoje, lançamento em Lisboa
Museu da República e a Resistência,  Espaço Grandella
Estrada de Benfica, 419, Lisboa
anoivaeonavio

do poemário

a noiva e o navio

pandora

doem-se os pinheiros em zoada desmedida

seis da amanhá / nom ides ao mar / e voltas

umha mão faz mergulho sob os lençóis

e deposita entre as virilhas o sabor a temporal

é vaginal o cofre onde guardo todos os ventos.

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Pode ser encomendado na Através editora

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