RENTE AO CAIR DA FOLHA – um poema de Adão Cruz carlosloures4 de Agosto de 20132 de Agosto de 2013Arte., Literatura Navegação de artigos PreviousNext O plácido abrir da madrugada vai espalhando pelo chão da alma adormecida todos os gestos sensuais do cair da folha Os olhos presos no tecto escuro pousam por momentos na frouxa luz que entra pela frincha da janela Sonâmbulo ainda, o corpo estremece, e os dedos cruzados na tábua do peito começam a bulir, tirando do sono os fios do pensamento A fantasia esfrega os olhos de entontecida, e do tecto começa a descer o fio-de-prumo de uma consciência desconjuntada pelos sonhos da noite Nasce da mente um fino nevoeiro de ilusão tentando encobrir a desilusão da realidade de mais um dia. Mais um dia…menos um dia, a caminho do meu poema azul Share this: Share on Facebook (Opens in new window) Facebook Share on X (Opens in new window) X Share on LinkedIn (Opens in new window) LinkedIn Share on WhatsApp (Opens in new window) WhatsApp Email a link to a friend (Opens in new window) Email More Print (Opens in new window) Print Like this:Like Loading…