As crianças que crescem em países em guerra sabem muito bem o que isso é, do que se têm de proteger e também… a quem odiar! Para as que vivem noutros países, se de pouca idade, é um dos factos até difícil de explicar. A divisão entre os “bons” e os “maus” que estão habituadas ver nas suas histórias nem sempre serve. A partir de “direitos”, “violação dos direitos”, igualdade, talvez seja mais correcto.
A importância do que os povos podem fazer em alternativa, ou dito de outro modo, do que se perde quando se está em guerra, será uma das formas de iniciar um reflexão.