A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
No dia 11 de Setembro, passam 300 anos sobre a batalha de Montjuic, acontecimento decisivo para a perda da independência formal de que a Catalunha usufruía. Na guerra da Sucessão, os catalães apoiavam a Casa de Áustria, os Habsburgos, a que se opunham os apoiantes de Filipe V de Bourbon. Após heroica resistência catalã, em 14 de Setembro de 1714, as forças bourbónicas venceram. As represálias não se fizeram esperar – o uso do idioma catalão foi proibido, as universidades catalãs encerradas…
É assim que deve falar-se. Todas as independências políticas terão de ser contra as Constituições em curso por essa Europa fora já que elas mesmas, acima de tudo, só pretendem fazer esconder todos os roubos cometidos por vários potentados da Europa. Quantas Nacionalidades europeias prosseguem oprimidas e a Democracia – a Democracia burlada – impede, sequer, que possam manifestar-se.
Com a excepção portuguesa onde a Nação, por fim, está confundida com o Estado, os demais estados da chamada Europa ocidental – mas não só – nada mais são que formas de expansionismo cometido por alguns estados com poder militar sobre várias Nacionalidades das suas periferias.. O General De Gaulle foi muito correcto e justo quando disse que a França tinha sido feita à ponta da espada. O jurista bretão Ian Fouerè defende que a Europa, por uma questão de justiça elementar, tem de saldar as suas contas com o regresso ao que chama – e bem- de Primeira Europa. O capital português que resulta de ser um Estado que não oprimir nenhuma Nacionalidade nunca foi utilizado nos areópagos internacionais, antes pelo contrário, só há louvaminhas aos usurpadores..CLV
Quem tem medo do “lobo mau”? (ahahahahahahah) – Os três porquinhos… lol
Que a Monarquia Castelhana, possa lidar mal com independência de regiões, que foram integradas a ferro e fogo, nos territórios dos Habsburgos e agrilhoadas à coroa por Filipe II, todos entendem, agora que a visão da Hespanha una seja brandida por um político da Galiza, já é mais difícil.Sobretudo em democracia, em que uma antiga visão de caudilho, tem pouca expressão e ainda menos justificação.