Por volta de 1929, as Ordens Religiosas regressam a Portugal para dar continuidade ao combate contra o caótico estado social em que o país estava mergulhado.
Destaca-se, nesta altura, O Padre Américo que ficou responsável pela gestão da “sopa dos pobres” ao mesmo tempo que escrevia para o jornal “Correio de Coimbra” revelando as dificuldades e as carências dos pobres.
Fez um levantamento e caracterização de problemas sociais, ignorados pela população,como nunca se tinha feito.
Divulgou esses resultados nas igrejas e a população uniu esforços, solidarizou-se com esta causa e contribui com géneros alimentícios, com roupa e com dinheiro.
Padre Américo aproveitava as igrejas para sensibilizar a população para as necessidades do pobre e das crianças.
Em Coimbra ia aos lugares mais escondidos, degradados, escuros e pobres para ver a pobreza, era conhecido nos meios sociais e culturais de Coimbra como o Padre da Batina Negra.
Padre Américo denunciava todos os casos de injustiça social que encontrava desde os desempregados, os pobres, as crianças que estavam na rua e não tinham onde dormir.







*É CASO PARA SE FAZER UM PLESBICITO SOBRE “qUEM DÁ MAIS “?*
*Deste sistema capitalista rotulado de “blásblás” há que agitar as massas .Estamos a arrebentar pelas costuras .Para retardar o colapso ,entretem-se com espectáculos -até parece que se vive sem fome ,sem desemprego ,sem corrupção …tantos “sem” Maria *