OS SETE CONTISTAS/CRONISTAS DE JUNHO

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Seis «veteranos» e um estreante, formam a equipa de sete contistas e/ou cronistas que vão assegurar a publicação diária desta rubrica das 11 horas – são eles, por ordem alfabética: Adão Cruz, António Sales, Carlos Loures, Eva Cruz, Fernando Correia da Silva, João Machado e José Brandão.

Imagem2Aos domingos,  José Brandão continuará a contar-nos episódios da sua viagem aos Estados Unidos, realizada em 1986 no âmbito das suas funções de dirigente sindical – excertos em pré-publicação do capítulo de um livro que publicará em breve sobre as suas andanças pelo mundo entre 1969 e 1989.

Nas segundas-feiras, teremos a visita de António Sales. Da sua obra Os GuardadoresFotogr 0218 do Tempo, publicada em 2004, ir-nos-á oferecendo quadros da vida de uma pquena cidade, a sua Torres Vedras natal. Diz o autor no prefácio: Registei e recriei um painel de factos e personalidades que desde finais do século XIX até ao último ano do século XX pintaram o fresco da vida da então pequena vila de Torres Vedras, hoje cidade, crónica real, por vezes romanceada, dos acontecimentos que contribuíram para transformar atitudes, agitar a sociedade ou estimular apenas o prazer lúdico de viver. Não é, pois, um livro histórico nem erudito, quanto muito o retrato “à la minute” de diversas trajectórias cruzadas que ajudaram a preservar as raízes da grande árvore do tempo.

fernando-correia-da-silva[1]Terças-feiras são território de Fernando Correia da Silva. Continua a proporcionar-nos as suas biografias de grandes vultos do mundo lusófono. Gente boa, gente má, gente péssima e também seres maravilhosos… Em suma, pessoas excepcionais, no bom e no mau sentido, são o tema de textos que Correia da Silva, no seu estilo vivaz e com a sua perícia de ficcionista, em poucas linhas retrata e enquadra no tempo.

Nas quartas-feiras, Eva Cruz, com requinte de miniaturista, oferece-nosEva pedaços de tempo vivido.  Atravessando a cortina do tempo, a autora vai recuperar quadros do passado, evocados no estilo nostálgico e belo a que nos habituou; palavras, imagens, conceitos pesados em delicada balaança de prata.

Dia da Poesia 2009 011 - CópiaÀs quintas-feiras, Sebastião Lopes de Souza, virá pela mão de Carlos Loures, provar-nos que a mentira não é mais do que uma verdade que se esqueceu de acontecer. São excertos de um livro inédito em cujo prólogo se afirma: «A conclusão a que chego […] é que a mentira não é necessariamente viciosa, nem a verdade obrigatoriamente virtuosa. Um dos melhores seres humanos que conheci era um mentiroso compulsivo, ao ponto de se envergonhar quando era obrigado a não mentir. No entanto, fazendo o balanço da sua vida, pode concluir-se que as suas mentiras, falcatruas ou aldrabices, não pioraram o mundo.[…]venho hoje falar de Sebastião Lopes-de-Souza.

À Sexta-feira regressa Adão Cruz, com as suas narrativas, aguarelas traçadas com rigor deimagesCA9C2XYT médico, sentido estético de pintor e sensibilidade de poeta. Histórias muito interessantes e bem contadas.

jpmachado[1] Aos sábados é a vez de João Machado, o único estreante de Junho, nos vir surpreender com as suas quatro histórias. Para que a surpresa seja completa, nada mais dizemos. E desde já se diz que a equipa de Julho será também surpreendente. A seu tempo falaremos desses «sete magníficos».

 

 

 

 

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