HOMENAGEM A LUÍS RENDALL, O “PAI” DO SOLO DO VIOLÃO CABO-VERDIANO por Clara Castilho

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h4 style=”text-align:justify;”>Luis Rendall – “o ‘pai’ do solo do violão cabo-verdiano” nasceu na ilha de S.Vicente no mês de Fevereiro de 1898 e faleceu aos 88 anos.

Diz-se que aos 7 anos de idade aprendeu os acordes básicos com o único tocador de violão então existente em S. Vicente. Foi guarda-fiscal, contínuo do liceu e faroleiro na Boavista.

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Existem apenas dois LP’s (“Cabo verde e seu compositor” e “Memorias de um violão”), três singles 45 rotações e cassetes gravadas pela rádio nacional. É uma figura ímpar na cultura cabo-verdiana, na vertente da música.

Há também trechos de um documentário, produzido pela Radiotelevisão Portuguesa e guardados nos arquivos da Televisão de Cabo Verde.

Deu voz à alma crioula nas suas belíssimas mornas, na magia do seu violão e nos seus famosos solos.

Sérgio Figueira, professor de guitarra em Portugal, que tem colaborado em vários projectos com muitos artistas, Bolseiro da F. C. Gulbenkian, do Instituto Camões, decidiu homenagear este músico cabo-verdiano, com a peça Fogo di mar, de 2010.

Em conjunto com Gustavo Aquino (guitarra), Francesco Valente (contrabaixo), Paulo Temeroso (clarinete/flauta/sax) e Ruca Rebordão (percussão), podemos ouvi-los nesta peça, com direcção musical e arranjos de Gustavo Aquino e Sérgio Figueira.

O filme que acompanha a música tem a direcção de arte e cenografia de Luís Costa, a direcção técnica e desenho de luz de Carlos Arroja, produção e realização multimédia de Victor Pires e Rui Lopes da Silva, Carlos Figueiras como técnico de som , grafismo de André Gomes Teixeira e produção executiva de Luísa Reis. A edição e pós produção é de João Bettencourt e Alex Schnoor. As filmagens foram feitas em Cabo Verde por Alex Schnoor.

 

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