A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Quando, há cerca de trinta anos, a questão do Acordo Ortográfico começou a ser discutida, um dos argumentos mais usados era o de que a «unificação da Língua» iria facilitar a penetração do livro português no mercado brasileiro. E é curioso notar como a classe dos editores que começou por atacar o projecto, usando argumentos válidos à mistura com exageros e previsões tremendistas, se rendeu e passou a defender o AO.