CRÓNICAS DO QUOTIDIANO – AGRADEÇAMOS À GRÉCIA E DEMO-NOS AS MÃOS – por Mário de Oliveira

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Foi preciso acontecer a Grécia do Syriza, para os povos europeus do euro verem o poder financeiro nu. É tão demente-demente, demoníaco, cruel, sádico, que só pára, quando implodir. Os povos das nações são Ninguém! Fossem os povos, petróleo, bancos, ouro, e tudo correria sobre rodas. São seres humanos, povos, populações com aspirações, direitos, deveres, a necessitar de cuidados, do nascer ao morrer, com mais peso no “DEVE” do que no “HAVER”, por isso, um estorvo que urge fazer desaparecer. A história da humanidade diz-nos, desde o início, que a realidade é assim. Nunca no-lo gritou tanto, como nestes dias, do fim do euro e da União Europeia. Com os povos da Europa e do mundo todos a pique em direcção ao abismo. Salvamo-nos todos, ou perecemos todos. Não há ilhas. Não há humanidade fora desta nave comum que é a terra, a dançar à volta do sol. Connosco, ou sem nós, a terra continuará a dançar à volta do sol. Por muitos milhões de anos mais. Acontecemos, há milénios, como o ponto Ômega da Evolução, para cuidarmos uns dos outros, de nós próprios, do próprio planeta terra que aspira ansiosamente pela sua própria humanização. Todas as religiões, com destaque para as do Livro, intrometeram-se neste processo. Fomos levados a crer que as religiões eram uma mais-valia. Nem vimos que as religiões trocaram a Terra pelo céu. Ainda hoje desconhecemos que o céu acontece dentro e entre nós, ou é uma falácia, um mito, um engodo. A Terra é simultaneamente o céu. Desde que aconteceu a Grécia do Syriza, pudemos ver a infinita crueldade do poder financeiro. E dos respectivos chefes dos estados, de direita ou de esquerda. Não desfaleçamos. Demo-nos as mãos e preparemos já o dia seguinte ao iminente colapso global. Cabe-nos tomar em mãos os nossos destinos e do planeta. Decapitemos, já, o poder financeiro nas nossas próprias mentes-consciências, e construamos o Hoje plenamente Humano. Sem ocaso.

29 Junho 2015

 

Nota do Autor

Nos próximos meses de Julho e Agosto, não há Crónicas do Quotidiano em dias certos. Poderá haver, mas inesperadamente. Vou dedicar-me mais à divulgação do Livro FÁTIMA S.A. no país. Dedicarei também uns dias à Montanha, a escutar-respirar mais intensamente a Ruah/Sopro maiêutico, a mesma que me faz ser-acontecer todos os dias num Hoje sem ocaso e numa paz que o mundo financeiro e suas igrejas-religiões não conhecem nem podem dar. Fiquem, por isso, atentas, atentos, ao meu Mural. É lá que anunciarei por onde vou passar e estar os dias que se justificarem, a dar a conhecer o Livro de que mais se fala no país. Privilegiarei as localidades onde não há livrarias. Sou presbítero-menino adulto para vós e convosco. Irmão mais velho que ri e que canta. Onde me acolherem, estarei em casa como um de vós. Abraço-vos e beijo-vos

 

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