A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
A recente perda sofrida pelo mundo da cultura com a morte de Umberto Eco, obriga-nos a reflectir sobre o futuro do livro tal como o conhecemos e a promessa (ou ameaça) da sua substituição por outros suportes de escrita – para já pelos e-books e estes por meios de conservação e transmissão de ideias, de conhecimentos, de criatividade que a nossa imaginação não logra atingir. Eco tinha a convicção de que o livro, tal como a roda, o machado, a colher, era uma aquisição consolidada da evolução humana, daquelas que nada pode substituir.