A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
A questão dos adjectivos pátrios, à qual já dediquei três posts, tem por mim sido colocada de forma atrabiliária, como numa conversa de café ou ao jeito das palestras televisivas do saudoso Vitorino Nemésio (Se bem me lembro), em que a linha argumentativa ia sendo lateralizada e muitas vezes o tema proposto não chegava a ser aflorado – a diferença é que o seu desvio metodológico não impedia o brilhantismo do discurso de Nemésio.