Posts Tagged: a caneta mágica

A CANETA MÁGICA – Catarse ou catar-se (2) – por Carlos Loures

Nova versão de um texto que foi publicado no Estrolabio.     Catarse, substantivo feminino, é a expulsão daquilo que, sendo estranho à essência ou à natureza de um ser, o corrompe. É um processo de purificação. Embora não pareça, catar, o verbo transitivo,

A CANETA MÁGICA – Catarse ou catar-se (2) – por Carlos Loures

Nova versão de um texto que foi publicado no Estrolabio.     Catarse, substantivo feminino, é a expulsão daquilo que, sendo estranho à essência ou à natureza de um ser, o corrompe. É um processo de purificação. Embora não pareça, catar, o verbo transitivo,

A CANETA MÁGICA – Catarse ou catar-se? (1) – por Carlos Loures

Este texto é uma nova versão do que, com título e conteúdo semelhantes, foi publicado no Estrolabio.   O blogue é uma forma moderna de catarse. Moderna e barata, pois os psiquiatras não cobram pouco… É também uma forma de cada bloguista

A CANETA MÁGICA – Catarse ou catar-se? (1) – por Carlos Loures

Este texto é uma nova versão do que, com título e conteúdo semelhantes, foi publicado no Estrolabio.   O blogue é uma forma moderna de catarse. Moderna e barata, pois os psiquiatras não cobram pouco… É também uma forma de cada bloguista

A CANETA MÁGICA – I Have a Dream – por Carlos Loures

     “O sonho comanda a vida”, disse na sua Pedra Filosofal o poeta António Gedeão, pseudónimo literário do professor Rómulo de Carvalho. De facto, o que seria de nós se não pudéssemos sonhar, acreditar que o mundo irá melhorar,

A CANETA MÁGICA – I Have a Dream – por Carlos Loures

     “O sonho comanda a vida”, disse na sua Pedra Filosofal o poeta António Gedeão, pseudónimo literário do professor Rómulo de Carvalho. De facto, o que seria de nós se não pudéssemos sonhar, acreditar que o mundo irá melhorar,

A CANETA MÁGICA – OS PORTUGUESES SÃO ESPANHÓIS? 5- por Carlos Loures

Vou tentar neste quinto artigo, explicar por que razão entendo que a designação de lusitanos é errada como gentílico  pátrio dos cidadãos do Estado português. Erro que me parece grave por figurar, sob forma reduzida e alatinada de expressões compostas,

A CANETA MÁGICA – OS PORTUGUESES SÃO ESPANHÓIS? 5- por Carlos Loures

Vou tentar neste quinto artigo, explicar por que razão entendo que a designação de lusitanos é errada como gentílico  pátrio dos cidadãos do Estado português. Erro que me parece grave por figurar, sob forma reduzida e alatinada de expressões compostas,

A CANETA MÁGICA – «OS PORTUGUESES SÃO ESPANHÓIS ?’» . IV – por Carlos Loures

A questão dos adjectivos pátrios, à qual já dediquei três posts, tem por mim sido colocada de forma atrabiliária, como numa conversa de café ou ao jeito das palestras televisivas do  saudoso Vitorino Nemésio (Se bem me lembro), em que

A CANETA MÁGICA – «OS PORTUGUESES SÃO ESPANHÓIS ?’» . IV – por Carlos Loures

A questão dos adjectivos pátrios, à qual já dediquei três posts, tem por mim sido colocada de forma atrabiliária, como numa conversa de café ou ao jeito das palestras televisivas do  saudoso Vitorino Nemésio (Se bem me lembro), em que

A CANETA MÁGICA – OS PORTUGUESES SÃO ESPANHÓIS? – por Carlos Loures*/3

*Com a colaboração de Moisés Cayetano Rosado Nos dois posts anteriores abordei a questão dos adjectivos pátrios, de uma forma geral derivados de substantivos referentes a continentes, países. regiões e geralmente relacionados com períodos históricos remotos, e cheguei à conclusão de

A CANETA MÁGICA – OS PORTUGUESES SÃO ESPANHÓIS? – por Carlos Loures*/3

*Com a colaboração de Moisés Cayetano Rosado Nos dois posts anteriores abordei a questão dos adjectivos pátrios, de uma forma geral derivados de substantivos referentes a continentes, países. regiões e geralmente relacionados com períodos históricos remotos, e cheguei à conclusão de

A CANETA MÁGICA – Os portugueses são espanhóis? -2 . por Carlos Loures

 O motivo por que voltei a este tema, tem a ver com  comentários a um artigo que aqui publiquei em Setembro de 2012. Nele colocava a questão do gentílico pátrio que deve ser aplicado aos portugueses. E para começar, vou abordar o gentílico que

A CANETA MÁGICA – Os portugueses são espanhóis? -2 . por Carlos Loures

 O motivo por que voltei a este tema, tem a ver com  comentários a um artigo que aqui publiquei em Setembro de 2012. Nele colocava a questão do gentílico pátrio que deve ser aplicado aos portugueses. E para começar, vou abordar o gentílico que

A CANETA MÁGICA – Os portugueses são espanhóis? -1 . por Carlos Loures

Passa hoje o 631º aniversário sobre a batalha de Aljubarrota e colocar a pergunta que dá título a uma pequena série de artigos sobre o tema do gentílico-pátrio, poderá parecer disparatado ou, no mínimo, provocatório. Não é uma coisa nem

A CANETA MÁGICA – Os portugueses são espanhóis? -1 . por Carlos Loures

Passa hoje o 631º aniversário sobre a batalha de Aljubarrota e colocar a pergunta que dá título a uma pequena série de artigos sobre o tema do gentílico-pátrio, poderá parecer disparatado ou, no mínimo, provocatório. Não é uma coisa nem

A CANETA MÁGICA – DAVID MOURÃO-FERREIRA – por Carlos Loures

David Mourão-Ferreira nasceu no dia 24 de Fevereiro de 1927. Teria feito ontem 89 anos.  Quando escrevo sobre David Mourão-Ferreira, advirto sempre que um escritor com numerosos estudos e  teses académicas sobre a sua obra, não seria um texto meu que iria contribuir para

A CANETA MÁGICA – DAVID MOURÃO-FERREIRA – por Carlos Loures

David Mourão-Ferreira nasceu no dia 24 de Fevereiro de 1927. Teria feito ontem 89 anos.  Quando escrevo sobre David Mourão-Ferreira, advirto sempre que um escritor com numerosos estudos e  teses académicas sobre a sua obra, não seria um texto meu que iria contribuir para

A CANETA MÁGICA – A Literatura grega moderna – uma bela odisseia – 8 – por Carlos Loures

Estas crónicas sobre a literatura grega contemporânea, têm o método de uma conversa de café, pois tenho vindo a discorrer sobre o que me vem à memória e apoiado por uns apontamentos desordenados e tomados ao longo de leituras diversas.

A CANETA MÁGICA – A Literatura grega moderna – uma bela odisseia – 8 – por Carlos Loures

Estas crónicas sobre a literatura grega contemporânea, têm o método de uma conversa de café, pois tenho vindo a discorrer sobre o que me vem à memória e apoiado por uns apontamentos desordenados e tomados ao longo de leituras diversas.

A CANETA MÁGICA – A Literatura grega moderna – uma bela odisseia – 7 – por Carlos Loures

Anotou Nikos Kazantzákis.no seu caderno com a data de Outubro-Novembro de 1936: «Passeio pelo jardim situado dianta da igreja de Santa Maria dos Cavaleiros, esperando pela hora de bater à porta […]iReflicto sobre as duas grandes perguntas que quero formular

A CANETA MÁGICA – A Literatura grega moderna – uma bela odisseia – 7 – por Carlos Loures

Anotou Nikos Kazantzákis.no seu caderno com a data de Outubro-Novembro de 1936: «Passeio pelo jardim situado dianta da igreja de Santa Maria dos Cavaleiros, esperando pela hora de bater à porta […]iReflicto sobre as duas grandes perguntas que quero formular

A CANETA MÁGICA – A Literatura grega moderna – uma bela odisseia – 5 – por Carlos Loures

O período da Junta Militar deu lugar a uma série de obras publicadas em países estrangeiros. O Diário de um Resistente, de Mikis Theodorákis, que traduzi e foi editado em 1974, não foi caso isolado. Um outro livro sobre o

A CANETA MÁGICA – A Literatura grega moderna – uma bela odisseia – 5 – por Carlos Loures

O período da Junta Militar deu lugar a uma série de obras publicadas em países estrangeiros. O Diário de um Resistente, de Mikis Theodorákis, que traduzi e foi editado em 1974, não foi caso isolado. Um outro livro sobre o

A CANETA MÁGICA – A Literatura grega moderna – uma bela odisseia – 4 – por Carlos Loures

Como disse, a Literatura não deve ser nunca separada da vida; mas é é também inseparável da História do país em que nasce. Em Portugal, a língua veio com os barões que rodearam o Fundador, e foi sendo construída à

A CANETA MÁGICA – A Literatura grega moderna – uma bela odisseia – 4 – por Carlos Loures

Como disse, a Literatura não deve ser nunca separada da vida; mas é é também inseparável da História do país em que nasce. Em Portugal, a língua veio com os barões que rodearam o Fundador, e foi sendo construída à