Em criança foi um menino rico malcriado que só pensava em fazer maldades. Como os pais sempre pensaram que ele era um rico menino, plantaram -no numa Academia Militar para ter correcção e digna evolução. E aí se cultivou e aprendeu o fascínio da autoridade, da superioridade, do “posso, quero e mando” à escala Universal. Depois de algumas tropelias normais, porque “de pequenino, se torce o pepino”, chegou à vida civil, para trabalhar. O pai, benemérito astuto, percebeu que o rebento tinha futuro e entregou-lhe milhões para ele esbanjar e “criar um nome”. Coisa que ele fez a preceito, investindo em super arranha-céus, dezenas de casinos, concursos de beleza cultivando o lado predador sexual – não misógino, atenção! -, reality show que as massas sempre sado-masoquistas adoraram porque ele era brutal a despedir pessoas!!!, e caindo em falências sucessivas que o adolescente chico-esperto transformou em infelicidades do sistema para ficar livre do indecoroso dever de os milionários pagarem impostos.
E assim foi continuando impune, vaidoso, inculto e manipulador, mas sábio palhaço manobrando a cenoura e o chicote , a sedução e o terror.
Até que deu mais uma enorme fuga para a frente, candidatando -se a presidente dos Estados Unidos! Porquê? para quê? para poder ocultar o estado permanente de falência nas suas empresas, alterar o Supremo Tribunal, e abastecer-se a si e à sua numerosa quadrilha.
E o menino malcriado já diz ” Sou o DONO do MUNDO!”
Não desejo o Mal a ninguém , mas lembrei -me do naufrágio do TITANIC.