A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Foi no dia 30 de Dezembro de 1961. Partimos de Lisboa cerca das nove da manhã. Saímos das instalações da Fundação e íamos bem dispostos – o dia estava bonito, embora frio. Além de mim, a Luísa Neto Jorge, seu marido António Barahona da Fonseca e um motorista da Fundação Gulbenkian. O António ia assumir o lugar de encarregado de Biblioteca (salvo erro em Bragança) e eu ia encarregar-me da de Vila Real.