A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Não é possível ignorar as diferenças entre o português europeu e o que é falado no Brasil; mas também não é sensato exagerá-las. Diferenças vocabulares existem dentro de Portugal e em todos os outros países – e o Brasil, grande como é, não escapa essa regra. No português formal as diferenças são mínimas; é na linguagem corrente que elas se tornam mais evidentes; é natural que, com um oceano de permeio, sem ligações telefónicas, sem televisão ou internet, a matriz implantada no século XVI tenha sofrido um desenvolvimento próprio. Uma deriva.
Republicou isto em O LADO ESCURO DA LUA.
Se, no Brasil, os filmes portugueses são legendados isso fica a dever-se à péssima qualidade dos actores intervenientes que, infelizmente, dum modo muito geral, têm uma dicção abaixo de cão, CLV
Calma lá, violento! Nossos sotaques são muito diferentes, não há como compreendê-lo facilmente! Sem guerras de egos e certezas absolutas, por favor.
Não sei se boas ou ruins, mas as mudanças já aconteceram e são uma realidade, como dizem por aqui: “Aceita que dói menos!” 🙂
Se você não é capaz de compreender isto, convido-o a conhecer as periferias de São Paulo, só então entenderá estas muitas realidades, necessidades e, o pior, a utilização de uma ótima legenda.
Fique em paz!