A BARRACA A CÉU ABERTO – em SETEMBRO

45. NEWSLETTER SETEMBRO 2020                                                                            WWW.ABARRACA.COM

 

A BARRACA A CÉU ABERTO

Continua em Setembro a programação da Barraca no Jardim Nuno Álvares (em frente ao Cinearte).

Não se esqueça, a lotação é limitada. Reserve já! É bom estarmos de regresso ao contacto com o público!

O CONTO DA ILHA DESCONHECIDA, de José Saramago

 

Adaptação e Encenação de Rita Lello

Com Ruben Garcia, Samuel Moura, Susana Costa, Teresa Mello Sampayo, Vasco Lello

A Barraca dos miúdos conta um conto de José Saramago.

Um Homem que queria um barco…

Um Rei a quem só interessam Ilhas Conhecidas…

Uma Mulher da Limpeza que decide só limpar barcos…

Um Capitão do Porto rezingão…

Dois Marinheiros maus…

Dois Narradores e dois Técnicos a ajudar à festa…

Um palco aberto…

De Palácio em Cais…

De Cais em Barco…

De Barco em Ilha…

Um Sonho…

Uma Vontade de ferro…

O Conto da Ilha Desconhecida conta que “Um homem foi bater à porta do rei e disse-lhe, Dá-me um barco.” Depois de muitas dificuldades em chegar à fala com o Rei, o Homem lá conseguiu o que queria e ajudado pela Mulher Da limpeza do palácio, que entretanto decide juntar-se a ele na aventura, partem em busca da Ilha Desconhecida.

Esta é uma história sobre o poder do Sonho e da Vontade de um Homem, sobre a força do Amor que vai nascendo entre duas pessoas, sem que elas dêem por isso, Amor esse que se transforma no alimento desse Sonho e dessa Vontade. E sobre um caminho para uma utopia. À primeira vista estes parecem conceitos complicados de transmitir às crianças, mas não. São as crianças que dominam melhor do que ninguém esta linguagem. Para nós, crescidos, é que o mundo torna difícil reencontrar a criança capaz de nos fazer ir atrás de um Sonho.

Rita Lello

 

AS AVENTURAS MARAVILHOSAS DE SALTAPOCINHAS, de Aquilino Ribeiro

Aos domingos às 17H00

 

Encenação de Rita Lello

com Teresa Mello Sampayo, Sérgio Moras, Vasco Lello, Susana Costa, João Teixeira

Uma história de sobrevivência contada em harmonia com as leis da Poesia e da Ciência Natural.

Uma Raposeta sai contrafeita do conforto da toca de seus pais e faz-se à vida, que remédio!!! Pelo caminho encontra texugos, ursos, lobos, mais raposas, e o temível bicho homem.  Pilha galinhas, aldraba tudo e todos, papa lebres e lagartixas, amanha-se como pode… apaixona-se, caça, diverte-se, tem filhotes, enviúva. Sozinha cria os filhos, enfrenta perigosas armadilhas, cresce, cresce mais… senhora da sabedoria dos saltimbancos, já velhota é curandeira… livra a floresta da praga das pulgas, já não caça senão grilos, alimenta-se do pagamento dos seus trabalhos, a floresta precisa dela. À sua maneira é mestre-escola, ensina os pequenos raposinhos, como pode, a não caírem nas mãos do pior inimigo, o Homem.  Vive ainda muitos anos, a Salta Pocinhas, muito querida dos raposinhos  a quem conta lindas histórias que começam assim: Uma vez tínhamos ido assaltar o poleiro do Juiz de paz…

Rita Lello

 

ENCONTRO IMAGINÁRIO


Debates entre personagens marcantes da HISTÓRIA UNIVERSAL

PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE CIVIL

7 de Setembro  às 21H00

Jaime  Cortesão (Ançã, Cantanhede, 29 de Abril de 1884 — Lisboa, 14 de Agosto de 1960) foi um médico, político, escritor e historiador português .Em plena Primeira Guerra Mundial defendeu a participação do país no conflito, tendo participado como voluntário do Corpo Expedicionário Português, no posto de capitão-médico. Em 1919 foi nomeado director da Biblioteca Nacional de Portugal  e foi um dos fundadores da revista Seara Nova. Foi exilado em França e Brasil, regressou em 1958 colaborando na campanha de Humberto Delgado. Interpretação do jornalista José Rebelo.

Olympe de Gouges (Montauban, 7 de maio de 1748 — Paris, 3 de novembro de 1793) foi uma dramaturga, activista política, feminista e abolicionista francesa.  Os escritos feministas de sua autoria alcançaram enorme sucesso. Devido aos seus escritos e atitudes pioneiras, foi guilhotinada. Olympe ficou célebre com a sua frase ” se a mulher tem o direito de subir ao cadafalso; ela deve igualmente ter o direito de subir à triibuna”. A pedagoga Maria Emília Brederode interpreta.

Rafael Trujillo Molina (San Cristóbal, 24 de outubro de 1891 — Santo Domingo, 30 de maio de 1961), foi o ditador da República Dominicana entre 1930 e 1961, quando foi assassinado. Trujillo   governou a República Dominicana como se fosse sua fazenda particular.  A capital do país, Santo Domingo, a mais antiga cidade das Américas, foi rebatizada de Ciudad Trujillo. Em 30 de maio de 1961, Rafael Trujillo morreu assassinado a tiros numa estrada deserta, próximo da capital Santo Domingo, encerrando trinta e um anos de sua ditadura. Interpretação do consultor António Marques.

 

SE UMA GAIVOTA… Poemas de Lisboa

Recital de Poesia

11 de Setembro às 21H00

 

Direcção de Maria do Céu Guerra

Com Adérito Lopes, Cláudio Castro, João Maria Pinto, Maria do Céu Guerra, Rita Lello, Rita Soares, Ruben Garcia, Samuel Moura, Sérgio Moras, Sónia Barradas, Teresa Mello Sampayo

 

Informações e reservas:

barraca@mail.telepac.pt | producao@abarraca.pt | bilheteira@abarraca.pt

T: 213 965 360 | Tel: 913 341 683

 

CONTACTOS:

 

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