CARLOS REIS – OS ARTIGOS IMPUBLICÁVEIS – A PUTA (P, U, T, A) DA DIREITA

 

Nota de A Viagem dos Argonautas
Faz parte das nossas normas de publicação não permitir publicações que recorram a expressões socialmente ofensivas. Sabemos perfeitamente que a maioria das pessoas que votam à esquerda ou á direita são tão respeitáveis como o signatário do texto ou o responsável pela publicação deste.  O uso da expressão hoje foi de carácter excepcional e não servirá de antecedente para outras publicações.  O seu uso hoje foi consentido na medida em que, a modo de uma interjeição,  ajuda a traduzir sem dúvida os sentimentos, as emoções de muita gente, talvez da quase totalidade, que está sujeita à terrível provação que estamos a atravessar.
João Machado

2 Comments

  1. Obrigado ao João Machado, pela nota introdutória.
    Obrigado ao Carlos Reis, pela simplicidade do texto e por ter posto os nomes ao “bois de serviço”
    Muito grato aos dois!
    A.O.

  2. Será bom não esquecer que foi Mário Soares, uma personalidade a si mesma considerada socialista, que empurrou os Portugueses para os braços duma Europa comandada pelo eixo germano-franco, em que o franco, dia a dia, vai perdendo influência. A Europa continental actual, quem, de facto, a hegemoniza, está a reviver o velho sonho de conglomerar, sob as suas ordens – quantos, ao longo dos séculos, já o tentaram – quem por cá a habita e, será bom não esquecer, abeirar-se indevidamente da fachada atlântica portuguesa,
    Será bom não esquecer que após termos passado a obedecer à vontade, nada democrática, de Bruxelas é que o aparelho produtivo português – pequeno que fosse – foi mandado destruir e, todos nós, fomos forçados a recorrer ao abrigo daquele dos serviços. Enfim, estamos coagidos a passar a ser dez milhões de compradores de tudo o que mais falta faz. Por cá estamos destinados a sustentar uns tantos que a Banca – e que Banca – abriga.
    Muito mais coisas não deverão ser esquecidas mas as duas mencionadas, quanto a mim, parecem ser as bastantes para tolher brutalmente a esperança daquele Desenvolvimento antevisto pelo glorioso 25 de Abril.
    Somos, agora, um País empobrecido que, também, para ser, ainda mais diminuído, aceitou uma opção política internacional que, abusivamente, soube remover-nos – mais outra coisa que será bom não esquecer e que, a mim, parece decisivo – do percurso político internacional que a condição de Nação marítima, sempre, determinou e que é – a História mostrou – o mais frutuoso
    Se os herdeiros do antigamente estão a querer dar passos em frente, isso acontece por alguém lhes ter facilitado o caminho que, agora, ainda o foi mais, em consequência de uns, por birra parlamentar, não terem sabido derrotar as direitas ao recusar não apoiar o Orçamento de Estado de 2021. Depois de terem engolido sapos sobre sapos – quantos outros maus Orçamentos – só nesta altura, desastradamente, é que quiseram prejudicar a maioria dos Portugueses. Podem limpar as mãos à parede !!! CLV

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