FRATERNIZAR – QUE HUMANIDADE E QUE TERRA PÓS-COVID-19? – por MÁRIO DE OLIVEIRA

 

https://www.youtube.com/watch?v=vaKkIvZ1DQY

 

Diz-me o Vento que a Humanidade e a Terra nunca mais serão o que eram antes da Pandemia Covid-19. A Terra, nossa mãe comum, e que nos dá de graça tudo o que é essencial para vivermos com saúde e bem-estar, está agora bem mais doente do que antes. O ar que respiramos vem carregado de poluição e de múltiplos vírus, qual deles o mais perigoso. Os alimentos que comemos, de tão envenenados, são causa de novas doenças que as grandes farmacêuticas nunca curam, apenas atenuam com a venda de mais e mais medicamentos. Entre esses alimentos contam-se as carnes vermelhas, de porco e de frango, produzidas à pressão, em espaços exíguos e fechados. E até os mares que dia e noite recebem a água dos rios carregada de dejetos de toda a ordem e estão a abarrotar de toneladas de plástico e de máscaras cirúrgicas, à mistura com outros tipos de lixos que produzimos e vão lá desaguar, modificam o ADN dos peixes que ingerimos e nos adoecem. E que dizer dos outros peixes criados e alimentados com hormonas em enormes espaços de aquacultura, concebidos e geridos pelo grande Mercado?

A juntar a tudo isto, há agora as vacinas anti-covid, produzidas em tempo record pelas grandes farmacêuticas. Espantam-se muitos, muitos com a capacidade da ciência e dos cientistas. Mas que tipo de ciência e de cientistas são ela e eles que aceitam servir em exclusivo as grandes multinacionais farmacêuticas? Fossem ciência e cientistas amigos da Terra, dos seres humanos e dos povos das nações e colocariam os seus múltiplos conhecimentos e seus refinados laboratórios ao exclusivo serviço da Humanidade, na sua diversidade de seres humanos e de povos. Não é o que acontece, pelo que melhor fora que esse tipo de ciência e de cientistas não existisse. Podem trazer algum bem aos seres humanos e aos povos, mas à custa do muito mal que nos fazem e à Terra. E fazer mal à Terra é fazer mal à nossa mãe comum que, assim, em vez de gerar seres humanos e povos saudáveis, vê-se condenada a ter de gerar seres humanos doentes e condenados a viver quotidianos de horrores, causados pelas frequentes alterações climáticas.

Nem os chamados alimentos biológicos o são de verdade. Porque as estufas onde são produzidos não são o melhor habitat dos alimentos de que necessitamos para viver com saúde e bem-estar. São ‘ilhas’ cercadas de vírus por todos os lados que, entretanto, vão na água com que são regados e no ar que respiram a todo o instante. É hoje mais do que manifesto que desses guetos chamados estufas não saem os alimentos de qualidade que a publicidade, mentirosa e criminosamente, anuncia aos quatro ventos. Além disso, quando entram no grande Mercado, ficam logo poluídos por ele. Os seus custos são mais elevados, mas os resultados são idênticos aos outros produtos sem o rótulo de ‘biológicos’. Porque uma Terra gravemente doente como a deste terceiro milénio é incapaz de produzir alimentos que garantam viveres saudáveis a quem os ingere.

A juntar a tudo isto, há agora os efeitos secundários das vacinas anti-covid, dos quais ninguém fala. Mas eles estão aí e não leva muito tempo a darmos por eles. Porque o coronavírus, em constante mutação, uma fez introduzido nos corpos dos seres humanos vacinados, não desaparece. As vacinas são a via mais fácil para criar anticorpos em quem as recebe, mas que podiam e deviam ser criados pelas nossas próprias mentes, se desenvolvidas de dentro para fora. Com duas agravantes, 1, Quem as recebe ainda não sabe por quanto tempo fica imune, até voltar a ter de ser vacinado; 2, Que alterações genéticas as vacinas vão causar nas gerações nascidas de mães-pais que as receberam.

Uma coisa é certa. O Grande Mercado financeiro, do qual fazem parte as grandes farmacêuticas e as grandes fábricas de armamento, não está empenhado em garantir mais saúde e qualidade de vida aos seres humanos, aos povos e à Terra. O grande objectivo dele é, por um lado, acumular e concentrar riqueza em pouquíssimas mãos e, assim, controlar toda a Humanidade através de minorias sobredotadas formadas por ele, ao modo dos robôs, por isso, despojadas de todo o tipo de valores de ordem moral e ética; e, por outro lado, criar maiorias consumidoras, infantilizadas e bombardeadas ao segundo com informação falsa e entretidas com overdoses de diversões estupidificantes, nenhuma Espiritualidade, nenhuma Cultura, nenhuma Arte.

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