
LADRÃO DE SORRISOS
Calcorreio o passeio junto ao mar
Em demanda de bons ares.
Em mais uma página do mesmo livro,
Faço-me ladrão de sorrisos
Que levo comigo
Como prémio
Ou castigo.
Nunca os vejo,
Os olhares
Ou os risos
Ou as promessas
Ou mais uma página da mesma história,
Só os sinto na aragem
Que me abraça
Aquando da minha passagem.
OBS – este poema foi publicado no meu livro “UMA, DUAS VEZES E TRÊS”, em Julho de 2012


Continue a roubar sorrisos. Abraço
Obrigado Amiel Bragança.
Um forte abraço
Nada como o sorriso de uma linda tripeira.. Bons poemas!