UMA CARTA DO PORTO – POESIA – Por José Fernando Magalhães (509)

 

 

O SOL BRILHA NAS ÁGUAS MATINAIS

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O sol brilha nas águas matinais

À moldura da tua nudez

Encosto sereno, o meu ouvido

Ouço as rosas brancas, o orvalho

Os teus sinais

Lamentos, espadas, rituais

Sinto teu cheiro, toco teu dorso

Fico perdido

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OBS – este poema foi publicado no meu livro “UMA, DUAS VEZES E TRÊS”, em Julho de 2012

 

 

 

 

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