UMA CARTA DO PORTO – POESIA – Por José Fernando Magalhães (534)

 

SÃO AGORA NEVOEIRO

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São agora nevoeiro

As nuvens

Faz um pouco de frio

E como um rio

O meu pensamento

Feito de palavras certas

Arde

E voa e flui como um lamento

.

Amanheceu cedo, o dia

De todas as perdas

.

Bem que podia tê-lo feito mais tarde

.

OBS – este poema foi publicado no meu livro “UMA, DUAS VEZES E TRÊS”, em Julho de 2012

 

 

 

 

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