Benjamin Netanyahu foi muito aplaudido pelos senadores e deputados que o ouviram no Capitólio, em Washington. O traste disse que a guerra em Gaza “é uma batalha entre o bem e o mal, civilização e barbarismo”. Isto é, para ele o assassinato de quase 40 mil palestinianos, muitos deles crianças, adolescentes e mulheres, não é uma barbárie; e também não o é para os profissionais do poder político norte-americano, que o aplaudiram de pé.
Fora do Capitólio, milhares de manifestantes clamaram por uma “Palestina Livre”, “queimaram bandeiras americanas e israelitas” e gritaram a plenos pulmões que o monstro é um “criminoso de guerra” e “um primeiro-ministro genocida.” As imagens transmitidas pelos canais televisivos deveriam ter alertado o público para o conteúdo pornográfico da sessão que estava a decorrer no Capitólio…
Nota: A vice-presidente e candidata Kamala Harris, que deveria presidir à sessão, alegou um compromisso eleitoral e não compareceu.
Obrigado a UOL e ao youtube



Assim vão os EUA… inacreditável!
Qual é o espanto?
Os USA são um país com origem no genocídio da população indígena, da qual mantiveram os restosem reserva. O sentido de identidade deve ser muito forte…
Cabuloso mesmo