As sílabas marginais/QUOTIDIANO)/Nelson Ferraz

  QUOTIDIANO     um cão ladra solidão enquanto escuta as luzes que desparecem devagar nos muros da casa. lá … More

As sílabas marginais/ESCREVER A SAUDADE (EM LUSOFONIA)/Nelson Ferraz

  ESCREVER A SAUDADE (EM LUSOFONIA)   há uma caneta nesta praia poisada sobre o sol que se deita. mil … More

As sílabas marginais/O ESQUECIMENTO/Nelson Ferraz

    eu amo o sossego decisivo das árvores. a chuva será sempre uma infância sentada no degrau da porta … More

As sílabas marginais/o crepúsculo indefeso/Nelson Ferraz

    o crepúsculo indefeso a enxurrada interdita o pronome agora aceso e a mancha que não hesita o coágulo … More

As sílabas marginais/o poeta reparou na sereia/Nelson Ferraz

  o poeta reparou na sereia sentada no penedo mais largo. tinha cabelos longos olhos cor de azeitona e parecia … More

As sílabas marginais/O FOGO E A TERRA/Nelson Ferraz

  O FOGO E A TERRA o chão queimou a lua com as mãos sujas do homem surdo e do … More

As sílabas marginais/a minha caligrafia está horrível escrevo/de Nelson Ferraz

  a minha caligrafia está horrível escrevo sem teclado nas canetas mas as histórias das minhas histórias foram sempre uma … More

As sílabas marginais/DAS FOLHAS/de Nelson Ferraz

  DAS FOLHAS o tempo quebra todas as lâmpadas quando os dias compridos e limpos caem para dentro das árvores. … More