A Liberdade, a cultura, a democracia e a justiça social são as nossas paixões.
Embora a literatura da guerra colonial seja um “género” ainda com grande vitalidade, podemos já hoje avaliar – ainda que provisoriamente – qual o peso específico que o tema adquiriu na literatura portuguesa, a partir da data mítica do 25 de Abril de 1974, como libertação da palavra e como memória de um esquecimento, na realidade só aparente.