A EVOLUÇÃO DO PODER DE COMPRA DOS TRABALHADORES DO SETOR PRIVADO, A DIMINUIÇÃO DA PRODUTIVIDADE DEVIDO AO INVESTIMENTO PRIVADO E PÚBLICO SER INSUFICIENTE, E O AGRAVAMENTO DAS DESIGUALDADES NA DISTRIBUIÇÃO DA RIQUEZA PRODUZIDA NO PAÍS – por EUGÉNIO ROSA

EM 2 ANOS (2017/2018) O PODER DE COMPRA DA REMUNERAÇÃO LÍQUIDA AUMENTOU APENAS 2,5% (em média 10,5€ por mês)

Quadro 1 – Variação das remunerações brutas e líquidas nominais e do poder de compra entre 2017/2019

O ESMAGAMENTO DA REMUNERAÇÃO BASE BRUTA MÉDIA REGULAR EM PORTUGAL TORNANDO-A CADA VEZ MAIS PRÓXIMA DO SALÁRIO MÍNIMO NACIONAL

Quadro 2 – Percentagem que o Salário Mínimo Nacional representa em relação à remuneração bruta média mensal dos trabalhadores em Portugal (2015/2019 – governo de Costa)

OS PATRÕES DIZEM QUE NÃO PODEM PAGAR MELHORES SALÁRIOS PORQUE A PRODUTIVIDADE DOS TRABALHADORES PORTUGUESES É MUITO BAIXA. PORQUÊ?

O NOVO INVESTIMENTO NEM COBRE AQUELE QUE SE DESTRÓI OU INUTILIZA PELO USO E O “RONALDO DAS FINANÇAS PORTUGUÊS” ESTÁ A DESTRUIR O PAÍS COM A OBSESSÃO DE DÉFICE ZERO

 Eugénio Rosa – edr2@netcabo.pt – 9-9-2019

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Nome completo: João Manuel Pacheco Machado

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