Sobre o Covid e a vacinação… – “Tecnologia da vacinação”: a minha opinião! Por Jean-Pierre Willem

Seleção e tradução de Júlio Marques Mota

“Tecnologia da vacinação”: a minha opinião!

 Por Jean-Pierre Willem

Publicado por em 22/01/2021 («Technologie vaccinale»: mon avis !, original aqui)

 

Cara Leitora, Caro Leitor

Temos pela nossa frente um novo ano de protestos e controvérsias.

Deste ponto de vista o ano de 2021 começou muito forte.

Logo que as árvores de Natal foram depositadas no chão das ruas, o baile dos resmungões e das pessoas desconfiadas recomeçou como nos piores dias de 2020.

Tivemos discussões sem fim sobre as máscaras, máscaras válidas, impraticáveis, úteis, inúteis, necessárias, supérfluas, protetoras, prejudiciais, obrigatórias…

Depois tivemos a grande discussão sobre os testes que chegaram demasiado tarde, também em número insuficiente.

Estas guerras civis ainda não tinham acabado quando rebentou a guerra sobre as vacinas.

A fim de encontrar o meu caminho nesta vasta feira de quezílias, voltei a ser antropólogo, utilizando chaves específicas [1].

Para os antropólogos, a cultura é o que as pessoas precisam de aprender, em oposição à herança biológica.

A cultura consiste nos conhecimentos, valores, crenças e regras de vida que são comuns aos indivíduos e lhes permitem viver e trabalhar em conjunto com uma comunicação eficaz.

Devido à sua formação, os médicos fazem parte de uma cultura que lhes é única e à qual os não-médicos são estranhos.

Com base no modelo biomédico, a formação que recebem concebe o corpo como uma máquina bioquímica e define a doença como um desvio relativamente à norma das variáveis biológicas mensuráveis.

Embora a eficácia da biomedicina seja inquestionável, nem sempre é a abordagem culturalmente mais apropriada; oferece apenas uma forma de compreender e responder às disfunções biológicas e psicológicas dos pacientes.

Há tantas formas de definir e de responder à doença segundo a diversidade de culturas.

 

Agora, falemos da vacina: do que se trata; o que eu penso sobre ela

A proeza parecia inalcançável. Menos de um ano após o aparecimento do Sars CoV-2, o mundo tem duas vacinas com mais de 90% de eficácia.

Para além da rapidez do desenvolvimento, este é um avanço espetacular para a ciência, preparando o caminho para uma revolução terapêutica.

A tecnologia por detrás deste sucesso é a do ARN mensageiro.

Já utilizada na medicina veterinária, agora comercializada para humanos pela primeira vez, esta tecnologia é considerada promissora pelo mundo científico desde há mais de vinte anos.

Trata-se de injetar nas nossas células cordões de instruções genéticas, chamados ARN mensageiros.

Estes vetores “pirateiam” as células e dão-lhes instruções para fabricarem proteínas específicas com o objetivo de ensinar o corpo a detetar o vírus e a gerar uma resposta imunitária.

Os ARN são fáceis de fabricar em laboratório e não se inserem no núcleo nem modificam o nosso genoma.

Basta modificar a “mensagem” para modificar a vacina.

 

A Vacina ARN mensageira da Pfizer

Embora a França, o país de Pasteur e vacinas, esteja atrasada em relação às 3 grandes potências, foi um imunologista francês que concebeu a vacina ARN.

Stève Pascolo, um imunologista francês, tem estado no centro da aventura das vacinas ARN mensageiro (ARNm) desde há vinte anos. Diretor da plataforma “Terapêuticas ARNm” na Universidade de Zurique na Suíça, fez a sua tese no Instituto Pasteur antes de se exilar na Alemanha, onde surgiram os primeiros protótipos de vacinas que utilizavam esta tecnologia.

Assumiu a liberdade de explorar várias aplicações, incluindo vacinas anti-cancerígenas com a BioNTech.

– Em resumo, em que é que consiste o ARNm?

O núcleo da célula é uma biblioteca. O ADN é um livro.

O ARN é uma fotocópia de algumas páginas.

A especificidade de uma célula leva a que fotocopiadora selecione algumas páginas de alguns livros e não outras.

Por exemplo, todas as nossas células têm o gene da insulina, mas é apenas nas células do pâncreas que o gene da insulina é “fotocopiado”.

– Como é feito este tipo de vacina?

É necessário um ADN contendo o gene certo e uma enzima chamada ARN polimerase, que lê cada base de ADN e a transcreve em ARNm.

Faz uma cópia que será incluída num lipossoma, uma bolha de gordura normalmente constituída por quatro lípidos.

Depois o livro [ADN] é destruído.

O ARNm está purificado e pronto a usar.

Apenas o transportador (a bolha de gordura usada para o transportar para a célula) precisa de ser mantido a uma temperatura muito baixa.

Uma vez na célula, a fotocópia é lida, provocando a produção da proteína Spike, localizada na coroa do vírus.

Esta isca alerta a célula e o sistema imunitário é ativado.

A fim de modificar a vacina em seis semanas, no caso de uma mutação importante do vírus, é suficiente alterar o ADN inicial.

O “software ARNm ” pretende visar patologias inacessíveis à terapia oficial…

Nomeadamente doenças virais, substituindo algumas vacinas antigas e protegendo assim contra outros vírus, tais como o citomegalovírus ou Zika, sobre os quais estão em curso ensaios.

Quanto ao cancro, espera-se que algumas vacinas sejam autorizadas antes de 2022.

Estes são tratamentos personalizados por imunoterapia.

Um pedaço de tumor é removido, o genoma é sequenciado e uma vacina específica para o paciente é desenvolvida em menos de três meses.

Esta estratégia aborda outras patologias, desde a reparação de tecidos cardíacos danificados até aos tratamentos do cancro.

Vários projetos em estudo esperam ser concluídos dentro de três anos (nomeadamente cancro da pele, do peito, pancreático, laríngeo e oral) de acordo com o que afirmam os cientistas!

 

E os efeitos secundários?

As redes sociais estão constantemente a alimentar estes receios sobre o tema: como podemos confiar numa vacina desenvolvida tão rapidamente sem conhecer os pormenores dos efeitos indesejáveis, que são de qualquer modo, bem menores?

A questão merece obviamente ser colocada.

Noutros países, contudo, é dada mais importância à relação risco/benefício de uma injeção: uma vez que a probabilidade destes efeitos secundários é estatisticamente inferior ao risco de desenvolver uma forma grave de Covid, a vacinação parece ser a opção mais lógica.

A desconfiança acima referida é também alimentada pelas falhas da vacinação contra o H1N1 em 2009.

Assim, das 90 milhões de doses encomendadas por Roselyne Bachelot, na altura ministra do governo francês, apenas 6 milhões foram administradas porque a doença tinha desaparecido espontaneamente.

No entanto, foram observadas reações alérgicas que se acredita serem devidas ao PEG, um composto da vacina.

A morte de um médico americano como resultado da vacinação fez muito barulho. Foi observada uma queda drástica nas suas plaquetas, o que lhe terá causado uma hemorragia.

Num boletim informativo anterior eu tinha mencionado a possibilidade de acidentes com a vacina Pfizer na presença de doenças autoimunes. Creio que este colega sofria de púrpura trombocitopénica idiopática, que é uma doença auto-imune.

Recordo-vos que 5 a 7 milhões de franceses sofrem de doenças auto-imunes. Haverá cerca de 50. Temos um produto para regular esta desordem IMMUNO REGUL (Labo Phyt’Inov).

Após a vacinação, o 2º passo é a fármaco-vigilância, que é a identificação dos efeitos secundários que podem ocorrer após alguns anos.

 

Doenças de Inverno à margem?

Podemos também imaginar que o vírus SRA-CoV-2 matou de alguma forma os vírus da gripe? Há ainda muitos mistérios por desvendar sobre os vírus.

Mas somos forçados a colocar-nos esta questão quando vemos que a gripe já não está de todo presente. Além disso, a ausência de vírus da gripe não é uma exceção francesa. A Europa encontra-se na mesma situação.

E isto também tem sido observado no hemisfério sul, onde de Junho a Setembro ocorre a epidemia de gripe invernal. A circulação viral tem sido extremamente baixa na Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e Argentina, o que é inédito.

Resta saber se se trata apenas de um fenómeno anual, ou se é um fenómeno duradouro…

Como podemos explicar este desaparecimento virtual da gripe quando, por outro lado, o Covid está a causar estragos e a soma dos dois vírus mergulharia os hospitais e médicos privados ainda um pouco mais no abismo em que já se encontram?

Sabe-se que os gestos de barreira, particularmente o uso de máscaras, contribuem para uma forte diminuição da gripe. A utilização em massa de gel hidroalcoólico na população também contribuiu grandemente para a erradicação dos vírus da gripe.

A utilização em massa da vacinação contra a gripe, que tem sido um grande sucesso este ano, especialmente entre os maiores de 65 anos, é também um fator de explicação. Treze milhões de franceses já foram imunizados, em comparação com cerca de dez milhões no ano passado.

Embora habitualmente cause estragos nos centros de Terceira idade, a gripe está aí totalmente ausente.

Esta é uma notícia muito boa quando sabemos que a gripe causa 10.000 a 15.000 mortes por ano devido às suas complicações.

As habituais epidemias de Inverno ainda não se manifestaram: gripe, constipações, gastroenterite, bronquiolite; estas são as doenças virais que ocorrem no Inverno e que temíamos apanhar.

Hoje em dia, quase esquecemos que elas existem.

 

Podem duas epidemias coexistir?

Como podemos explicar este pseudo-milagre?

Parece que a “ecologia viral” desempenha um papel, o que resultaria numa forma de competição entre vírus, que atualmente se observa.

E sem dúvida que isso já se verificou no Inverno passado, uma vez que “a epidemia de gripe tinha terminado na altura da chegada do Covid-19”, lembra-nos um virologista.

Esta interferência viral não é a única resposta.

Há meio século que viajo pelo planeta, fui frequentemente confrontado com epidemias virais (Ébola, HIV, Chikungunia, dengue, febres hemorrágicas, SARS, MERS…) e nunca observei a presença de duas epidemias com virulência muito marcada.

Parece que cada vez que coexistem, uma das 2 epidemias entra em “período de sono”.

Como explicar esta clemência para com os homens que sofrem esta tragédia?

Parem com o “Só temos de… ! Seus imbecis simplistas!”

Conhecemos estas 2 transcrições em forma oral popular que oferecem soluções milagrosas para qualquer problema.

Há um ano que assistimos a um desfile de peritos nos vários palcos que se esforçam arduamente para apresentar os seus comentários e fornecer soluções que conhecemos desde Fevereiro de 2020.

Pessoalmente, recomendo vivamente a vacinação com a vacina Moderna, uma vez que a medicina oficial não oferece nenhum tratamento eficaz.

Temos de parar a todo o custo este bólide viral que dá a ilusão de se atenuar para recomeçar com mais violência.

Deixa o planeta inteiro tonto.

O debate sobre vacinas, histerizado pelos grandes meios de comunicação, tem sido acompanhado por muitas outras reportagens e sinais de má-fé.

Mas se vale a pena correr este risco, é para excluir um deles, um risco muito real: o risco de ser apanhado pelo vírus que tem aterrorizado a humanidade durante os últimos doze meses e nos privou de várias das nossas liberdades.

É um risco para si próprio e também para os outros, porque podemos apostar que a vacinação, de pessoa a pessoa, protege a família, o bairro, a cidade, o país e, finalmente, o mundo inteiro.

A natureza altruísta de ser vacinado não é, infelizmente, realçada pelos nossos media.

No entanto, é simples: se não se quer proteger, faça-o pelo menos pelos outros.

 

Fazer como Elvis Presley no seu tempo?

Para mobilizar os indecisos, 200 artistas saíram do seu silêncio para despertar as consciências que estavam a dormir ou vencidas pela dúvida.

Segundo o Dr. Albert Schweitzer (de quem fui o seu último assistente) “o comportamento exemplar não é uma forma de influenciar os outros, é a única forma”.

Quanto mais de nós formos imunes, mais a roda da confiança será posta em movimento.

Na década de 1950, era contra a poliomielite que era necessário sermos vacinados.

O “Rei” tinha concordado em arregaçar a manga para encorajar os jovens a darem esse passo. A 28 de Outubro de 1956, ainda no início da sua carreira, Elvis Presley foi, portanto, injetado com uma dose de vacina contra a poliomielite em frente da televisão nacional, para encorajar os adolescentes americanos a serem vacinados contra a poliomielite.

As pessoas começaram a fazer fila para se vacinarem, como se estivessem a fazer fila para comprar o mais recente iPhone.

Estas ruturas de stocks inesperadas!

“Crise” é um termo muito fraco para definir o que nos está a acontecer – e irá continuar a atacar-nos.

Como gostaríamos de poder ir ao “cinema”, ouvir um concerto, aplaudir atores, admirar pinturas e esculturas num museu! Como os jovens gostariam de ser jovens, de poder amar, de ser amados, de desabafar, de se encontrar, de viajar, de falar em grupo, de rir juntos, de estudar num auditório, de pôr fim a esta cruel e destrutiva prova de aprendizagem inesperada! Tal como os comerciantes (hotéis, bares e restaurantes) gostariam de abrir, servir e sobreviver e evitar a falência!

“Crise”, procuro outra palavra, mais violenta para descrever este drama (talvez cataclismo!).

Mas há esta pletora de vacinas, que supõe uma velocidade vertiginosa com que a inventividade humana e a modernidade de técnicas tornaram possível trazer uma solução, o remédio inesperado, e abrir a porta a outro horizonte.

Sabemos como nos adaptar e saberemos como lidar com isso.

Sem esquecer aquilo a que chamamos “danos colaterais”, que podem ser múltiplos e possivelmente devastadores.

Mas nós, os pequenos médicos, os recalcitrantes, os malditos, os excluídos, estamos aqui para tapar os erros dos químicos com as nossas abençoadas terapias naturais.

Para que conste, não há mais HE [óleo essencial] de Ravintsara, Eucalyptus (radiata e globulus), Louro nobre nas farmácias, o que nos diz que as nossas Newsletters foram seguidas à risca e ajudaram a salvar aqueles que confiaram em nós.

Tanto pior para os incrédulos!

Para antecipar a escassez de stock, aconselho-o a comprar no laboratório Phyt’Inov, tel: +41 32 466 89 14:

– LYSOVIR (que contém 4 óleos essenciais) a administrar em todas as infeções bacterianas e virais, (infeções ORL, pulmonares, gastroenterite, doença de Lyme, raiva dentária). Reforça a imunidade. 2 cápsulas antes de 3 refeições, 3 semanas, caixa de 60 cápsulas.

– Vitamina C cynorrhodon, 2 cp de manhã, 2 cp ao meio-dia, caixa de 150 cápsulas.

– PIPERCUMIN, (curcumina + pimenta) estado inflamatório, caixa de 100 cápsulas.

– BIOLINE: óleo de linho biológico (excelente ómega 3), 2 cápsulas com 2 refeições (patologias do coração e do cérebro…).

Este curioso método japonês para a sua imunidade!

Neste período nebuloso que estamos a atravessar, gostaria de recomendar uma técnica que poderá talvez satisfazer aqueles que querem aumentar a sua imunidade, proteger-se de possíveis vírus, ao mesmo tempo que se “rejuvenesce”!

Já vos falei sobre a sauna japonesa: Iyashi Dome, a sua ação particular deve-se à luz infravermelha. Ao aumentar rapidamente a temperatura corporal, o corpo gera e estimula novas proteínas, que reparam as células danificadas e provocam o rejuvenescimento das células.

Um grau extra de temperatura corporal estimula a imunidade e reforça as defesas naturais.

Para além desta ação imunitária, existem 3 outros benefícios :

– Emagrecimento:

A transpiração profunda causada por uma sessão de Iyashi Dome é equivalente à de uma corrida de 20 km. Ao perder até 1200 ml de suor, são eliminadas em média 600 quilocalorias a cada sessão de 30 minutos.

– Desintoxicação:

O Iyashi Dome desintoxica o corpo em profundidade e assegura a eliminação de todas as toxinas e metais pesados tóxicos, tais como estrôncio, bário, níquel, chumbo, crómio, arsénico, cobre… e alumínio, com particular eficácia sobre este último.

– Anti-envelhecimento:

Iyashi Dôme tem benefícios para a juventude da pele, especialmente através da regeneração celular. Rugas reduzidas, pele mais lisa, firme e hidratada, uma tez mais luminosa… Iyashi Dôme ajuda a lutar contra o envelhecimento da pele. Muitos fizeram 5 a 6 sessões.

Os resultados são excecionais. Podemos verificá-lo, estabelecendo a idade fisiológica no final da série. Pessoalmente, ganhei 20 anos! No Japão, esta sauna faz parte das técnicas médicas indispensáveis [2].

 

Protejam-se bem!

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NOTAS

[1] A antropologia médica aborda uma vasta gama de tópicos, entre os quais os fundamentos culturais da saúde, a distribuição de doenças, crenças e práticas de saúde, e escolhas de gestão. A antropologia clínica aplica os conceitos e métodos da antropologia médica à relação paciente-cuidador, ao processo de diagnóstico, à adesão ao tratamento, às expectativas do paciente, e à satisfação dos pacientes e dos cuidadores.

[2] BODY HEALTHUP, 18 Rue du Général Beuret, 75015 Paris. (N’hésitez pas à me dire si vous connaissez des adresses en région) Tel : 06 30 28 72 55 / 06 30 20 32 31

 

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O autor: O Dr Jean-Pierre WILLEM, médico e cirurgião, é o fundador da associação humanitária Les Médecins aux Pieds Nus (https://medecinsauxpiedsnus.com/), da qual ele é o Presidente.

Licenciado em epidemiologia da SIDA e antropologia médica, é um dos pioneiros da reanimação urbana na origem do SAMU (Argélia, 1961) e o iniciador do conceito de etnomedicina, uma síntese entre a medicina ocidental e a terapêutica tradicional e natural de diferentes países.

Criador e Presidente da Faculdade Livre de Medicina Natural (FLMNE – https://flmne.org/) , foi um dos últimos assistentes do Dr Albert Schweitzer em 1964 em Lambaréné, no Gabão, e ainda participa em muitas missões humanitárias.

Doutoramento em Medicina, Faculdade de Medicina de Lille, França.

D.U. em Epidemiologia da SIDA, Medicina Humanitária e Antropologia Médica, Universidade de Paris XII de Bobigny e Universidade de Paris X de Nanterre, e em Cronobiologia (Faculdade de Medicina Pierre e Marie Curie – La Pitié Salpêtrière).

Especialista em Medicina Natural.

Fundador da Associação Biológica Interncaional (https://association-biologique-internationale.com/)

Obras e Descobertas: Inventor do conceito de ressuscitação urbana (Bône, Argélia), na origem do SAMU (1962); Iniciador do conceito de etnomedicina em missões humanitárias (1987); Contribuição para a compreensão das patologias degenerativas: Esclerose múltipla, cancro, esquizofrenia, Parkinson, miopatia, Alzheimer. (1988); Desenvolvimento de fórmulas eficazes em várias patologias virais (hepatite, herpes, gripe aviária, SARS, chikungunya, …).

Prémios: Mérito francês e devoção por serviço excepcional à comunidade humana (1979); Grande Prémio Humanitário (1982); Medalha da Cidade de Paris, Vermeil echelon (1983); Medalha da Cruz Vermelha (1984); Medalha de Caridade, “Rainha Helena de Itália “1992; Figurado em Who’s Who (1996); Listado no Livro de Recordes como ‘Cirurgião das 14 Guerras’ (2000)

 

 

 

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