CARLOS REIS – CARTA ABERTA A TODOS OS MEUS INFELIZES AMIGOS QUE NÃO SABEM COZINHAR

 

 

4 Comments

  1. Meu cario
    Lamento, não o tomava por tão desonesto. Em tempo de pandemia onde as tristezas da inatividade física, da falta dos passeios ao ar livre, dos encontros com amigos e amigas, das vitórias do Benfica ou outro clube, dos jantares com os familiares , há sempre o conforto de uma boa cozinha. Ao ler o texto pensei logo na receita que estaria ao fundo do texto, no entrecosto frito á moda alentejana que iria fazer, naquele chouriço mouro de gritar por mais, mas de receita, apenas o vazio total, a tornar mais presente o vazio provocado pela pandemia. Da receita, fica a minha expectativa.

    Júlio Mota

  2. Devo dois pedidos de desculpa, na minha dupla qualidade de administrador d’A Viagem dos Argonautas e de responsável directo por este post:

    1) Ao Carlos Reis (é com certeza o “Meu cario”), autor do texto, por eu ter, distraída e inconsideramente (este termo será um neologismo?), aprovado este comentário, feito por alguém que obviamente não leu com atenção o seu excelente texto, e que, pior ainda, se permitiu proferir um insulto grave, de um modo que só posso reputar como irresponsável. Podia ter-lhe poupado esta situação desagradável e imerecida.

    2) Ao Júlio Mota, autor do comentário, porque, primeiro, não cortei o comentário disparatado, injusto e insultuoso que fez. Para além de uma enorme falta de respeito para com outro argonauta (os argonautas são pessoas!), mostrou que nem leu o texto. Então não leu aquela magnífica receita de favas à portuguesa que lá vem? Deus, ou alguém por ele (o chefe croata Lubomir, Maria de Lurdes Modesto, Karl Marx, eu sei lá!) lhe perdoem. Mas, em primeiro lugar, o Carlos Reis, vítima dos seus excessos verbais.

    Se, dentro das próximas quarenta e oito horas, não houver nenhumas reacções a este comentário ( não digo vinte e quatro horas, porque, amanhã, terça-feira, 9 de Fevereiro, o meu computador estará em revisão) cortarei o comentário de Júlio Mota, enviado por “tempestadenaeuropa” (caramba! será o tal touro fundador, a deslocar as águas do mediterrâneo? E Olé!). Um pedido de desculpas ao Carlos Reis ficava muito bem.

    João Machado

  3. Meus caros
    Agradeço a ambos as respectivas palavras.
    Ao meu amigo João Machado, incansável e corajosamente responsável (ou corajoso e incansavelmente responsável, ou responsável e incansavelmente corajoso – isto deve dar um trabalho dos diabos e presumir uma enorme entrega, algo que realmente admiro) por esta viagem de tão vários e sonhadores argonautas, para a qual se dignou um dia convidar-me, metendo-me no meio de gente de muito maior estatura que a minha, dando-me azo e propondo-me o prazer de escrever para um universo antes desconhecido e de que hoje faço uma pequena parte.

    Agradeço também a João Machado, que não conheço, ter-se dado ao trabalho de me comentar, o que significa que se deu também ao trabalho de me ler.
    Embora não seja de modo algum um expert, muito menos um dos hoje numerosos chefs que pululam no horizonte deste Portugal, prometo pretensiosos e futuros trabalhos sobre tão nobres e agradáveis prazeres como são os da mesa, limitando-me naturalmente à velha, tradicional e mediterrânica cozinha portuguesa.

    Carlos Reis

  4. As minhas desculpas ambos: troquei o nome de Júlio Mota.
    Aqui vai a correcção:

    Agradeço também a Júlio Mota, que não conheço, ter-se dado ao trabalho de me comentar, o que significa que se deu também ao trabalho de me ler.
    Embora não seja de modo algum um expert, muito menos um dos hoje numerosos chefs que pululam no horizonte deste Portugal, prometo pretensiosos e futuros trabalhos sobre tão nobres e agradáveis prazeres como são os da mesa, limitando-me naturalmente à velha, tradicional e mediterrânica cozinha portuguesa.

    Carlos Reis

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