Posts Tagged: confinamento

MISÉRIA PEDAGÓGICA PARA UM FUTURO DE PRECÁRIOS – por CAROLINA CATINI

OBRIGADO A CAROLINA CATINI, BLOG DA BOITEMPO, OUTRAS PALAVRAS, OBSERVATÓRIO DA CRISE E CAMILO JOSEPH Selecção de Camilo Joseph      Escolas demitem professores em massa — e usam robôs no ensino à distância. Eliminam-se diálogo e debate, essenciais para

CRISE DO COVID 19 E A INCAPACIDADE DAS SOCIEDADES NEOLIBERAIS EM LHE DAREM RESPOSTA – XLVIII – VIDAS OU MEIOS DE SUBSISTÊNCIA? – por MICHAEL ROBERTS

Lives or livelihoods?, por Michael Roberts Michael Roberts blog, 6 de Abril de 2020 Selecção, tradução e aditamentos por Júlio Marques Mota Revisão por João Machado   Há agora dois mil milhões de pessoas em todo o mundo que vivem

CRISE DO COVID 19 E A INCAPACIDADE DAS SOCIEDADES NEOLIBERAIS EM LHE DAREM RESPOSTA – XLVII – OS CONFINAMENTOS ESTÃO A FUNCIONAR – MAS NUNCA VOLTAREMOS AO “NORMAL”. por VICTOR HILL

  The lockdowns are working – but we shall never get back to “normal”. por Victor Hill Masterinvestor, 24 de Abril de 2020 Selecção e tradução de Júlio Marques Mota     Em cada semana de pandemia que passa, aprendemos

BRASIL – EM TEMPOS DE PANDEMIA, O CALENDÁRIO ACADÊMICO PODE ESPERAR – por ELISIANI VITÓRIA TIEPOLO (1)

  Selecção de Camilo Joseph   Até o dia 14 de maio de 2020 haviam sido confirmados 196.158 casos do novo coronavírus (Sars-CoV-2) e 13.551 pessoas morrido no Brasil.[ii] São dois meses em que se completa a suspensão do calendário

UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (333)

. EM TEMPO DE CONFINAMENTO . .   MEMÓRIAS PLEONASMÍTICAS E REDUNDANTES Em tempo de confinamento, os pensamentos têm roda livre para se espraiarem por onde lhes apetece. Os meus, não particularmente activos, dão-se ao luxo de, de vez em

IMAGEM E POESIA – Por José Fernando Magalhães (140)

. É PRECISO DAR TEMPO AO CONHECIMENTO     Em tempo de confinamento, De comemorações E de exemplo, É preciso dar tempo, Ao conhecimento. Nasçam dos factos, Das experiências E da memória, As interpretações, Dos artefactos, As rotinas e as

UMA CARTA DO PORTO – IMAGEM E POESIA (139) – Por José Fernando Magalhães (330)

IMAGEM E POESIA (139)   O HOMEM QUE SE SENTA À MINHA FRENTE . . O homem que se senta à minha frente Conversa comigo de coisa nenhuma. Que espera ele que eu lhe diga? De que coisas banais poderíamos