TEMPOS DE COVID, TEMPOS ESTRANHOS, TEMPOS DE CIÊNCIA, TEMPOS DE CRENÇAS E DESCRENÇAS – I – ANTES DA COVID, BILL GATES PLANEOU A CENSURA DOS MEIOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL COM A BIG PHARMA, CDC. OS MEDIA, A CHINA E A CIA, por ROBERT F. KENNEDY JR. (1)

 

 

 

Before COVID, Gates Planned Social Media Censorship of Vaccine Safety Advocates With Pharma, CDC, Media, China and CIA, por Robert F. Kennedy, Jr.

The Defender Children’s Health Defense News and Views, 11 de Março de 2021

Selecção e tradução de Júlio Marques Mota

Revisão de Miguel Valente

 

Em Outubro de 2019, pouco antes do surto da COVID ter disparado, Bill  Gates e outros indivíduos poderosos começaram a planear como censurar os defensores da segurança face à  vacina nos meios de comunicação social durante uma simulação laboratorial de uma pandemia mundial, conhecida como Evento 201.

 

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Durante as últimas duas semanas, o Facebook e outros sites de comunicação social censuraram-me, bem como a  muitos outros críticos da corrupção regulamentar e das políticas autoritárias de saúde pública. Por isso, aqui está alguma forragem para aqueles de vós que têm a sensação sinistra de que a resposta do governo/indústria à pandemia parece ter sido planeada – mesmo antes de ter havido uma pandemia.

O documento em anexo mostra que uma cabala de indivíduos poderosos começou de facto a planear o bloqueio  em massa aos  céticos sobre  vacinas nos meios de comunicação social em Outubro de 2019, uma ou duas semanas antes de a COVID começar a circular. Nesse mês, o fundador da Microsoft Bill Gates organizou um exercício de quatro simulações “de mesa” de uma pandemia mundial de coronavírus com outros poderosos personagens de alto nível do “Deep State”. O exercício foi referido como Evento 201.

Os co-conspiradores de Gates incluíam representantes do Banco Mundial, do Fórum Económico Mundial (Great Reset), da Bloomberg/Johns Hopkins University Populations Center, dos Centros de Controlo e Prevenção de Doenças, de vários centros de poder dos meios de comunicação social, do governo chinês, de um antigo diretor da Agência Central de Inteligência/Agência Nacional de Segurança (não existe tal coisa como um antigo diretor na  CIA), da fabricante de vacinas Johnson & Johnson, das indústrias financeira e de biossegurança e da Edelman, a empresa líder mundial de relações públicas empresariais.

Sob a direção de Gates, estas eminências desempenharam o papel de membros de um Conselho de Controlo da Pandemia, alargando as estratégias governamentais para controlar a pandemia, a narrativa e a população. Escusado será dizer que pouco se falou sobre a construção de sistemas imunitários, de remédios prontos a serem utilizados  ou medicamentos terapêuticos e vitaminas não patenteados  mas muita conversa sobre como  promover a adoção de novos medicamentos patenteáveis antivirais e vacinas.

Os participantes concentraram-se principalmente no planeamento de estratégias centradas na indústria, no alarmismo  e no estado policial para gerir um contágio global imaginário do coronavírus, culminando na censura em massa dos meios de comunicação social.

Estranhamente, Gates afirma agora que a simulação não ocorreu. A 12 de Abril de 2020, Gates disse à BBC: “Agora aqui estamos nós, não simulámos isto, não experimentámos, nem  as políticas de saúde nem as políticas económicas, por isso encontramo-nos em território inexplorado”.

Infelizmente, os vídeos do evento ainda estão disponíveis através da Internet. Mostram que Gates e a sua equipa simularam de facto políticas quer sanitárias quer económicas. É difícil de engolir que Gates se tenha esquecido.

O Evento Gates 201 simulou a epidemia de COVID que causava  65 milhões de mortes ao fim de 18 meses e o colapso económico global que poderia durar até uma década. Assim, em comparação com a simulação de Gates, a atual crise da COVID-19 é menos catastrófica, tendo imposto apenas 2,5 milhões de mortes “atribuídas à COVID” ao longo dos últimos 13 meses.

As mortes “atribuídas à COVID” na situação real são altamente questionáveis, e devem ser vistas no contexto de uma população global de 7,8 mil milhões de pessoas, com cerca de 59 milhões de mortes previstas anualmente. As previsões de um colapso económico de uma década serão provavelmente mais exatas – mas apenas devido ao confinamento  draconiano estabelecido  por Gates.

O guião Gates do Event 201 imagina vastos tumultos anti-vacinas desencadeados por mensagens na Internet. A única hipótese,  unânime entre os seus participantes, era que uma tal crise seria uma oportunidade conveniente para promover novas vacinas e reforçar o controlo através de um estado de vigilância e censura.

O quarto segmento do guião – sobre manipulação e controlo da opinião pública – é muito revelador. Previu, de forma inacreditável, a crise atual da democracia:

  • Os participantes discutiram mecanismos para controlar a “desinformação”  “inundando” os meios de comunicação social com propaganda (“boa informação”), impondo penalizações pela divulgação de falsidades e desacreditando o movimento anti-vacinação.

  • Jane Halton, do Banco ANZ da Austrália, um dos autores da opressiva política australiana “não injeção, não pagamento”, assegurou aos participantes que a Gates Foundation está a criar algoritmos “para peneirar a informação sobre estas plataformas de meios de comunicação social” para proteger o público de pensamentos e informações perigosas.

  • George Gao, o iluminado  diretor do Centro Chinês de Controlo de Doenças, preocupa-se com a forma de suprimir “rumores” de que o vírus é gerado em laboratório: “As pessoas acreditam, ‘Isto é feito pelo homem’… [e que] alguma empresa farmacêutica  terá fabricado  o vírus”.

  • Chen Huang, um cientista investigador da Apple, estudioso do Google e o maior perito mundial em tecnologia de rastreio e de  reconhecimento facial, interpreta o jornalista que reporta sobre contramedidas governamentais. Chen Huang culpa os ativistas anti-vacinas dos tumultos e prevê que o Twitter e o Facebook irão cooperar para “identificar e apagar um número perturbador de contas dedicadas à divulgação de informações erróneas sobre o surto” e para implementar “encerramentos da Internet … para acalmar o pânico”.

  • A Dra. Tara Kirk Sell, uma académica altamente cotada de  Johns Hopkins Center for Health Security Bloomberg School of Health, receia que as empresas farmacêuticas estejam a ser acusadas de introduzir o vírus para que possam ganhar dinheiro com medicamentos e vacinas: “[Vimos] a confiança pública nos seus produtos cair a pique”. Ela observa com alarme que “a agitação, devido a falsos rumores e mensagens divisórias, está a aumentar e está a exacerbar a propagação da doença à medida que os níveis de confiança diminuem e as pessoas deixem de cooperar com os esforços de resposta. Este é um enorme problema, que ameaça os governos e as instituições de confiança”.

Sell lembra aos seus colegas colaboradores que “Sabemos que as redes sociais são agora a principal forma de muitas pessoas receberem as suas notícias, pelo que as interrupções a estas plataformas poderiam travar a disseminação de desinformação”. Há muitas formas, aconselha Sell, para que o governo e os aliados da indústria alcancem este objetivo: “Alguns governos tomaram o controlo do acesso nacional à Internet. Outros estão a censurar websites e conteúdos das redes sociais e um pequeno número fechou completamente o acesso à Internet para impedir a propagação da desinformação. Foram determinadas sanções pela disseminação de falsidades prejudiciais, incluindo detenções”.

  • Matthew Harrington, Diretor da Edelman Public Relations, concorda que os meios de comunicação social devem estar em sintonia para promover a política governamental: “Penso também que estamos num momento em que as plataformas de comunicação social têm de dar um passo em frente e reconhecer o momento de afirmar que são uma plataforma tecnológica e não um organismo de radiodifusão. De facto, elas têm de ser participantes na transmissão de informação precisa e na parceria com as comunidades científicas e de saúde para contrabalançar, se não inundar a zona, com a informação precisa. Porque tentar recolocar o génio na garrafa da desinformação e da má informação deixa de ser possível”.

  • Stephen Redd, o Almirante do Serviço de Saúde Pública, tem a sinistra noção de que o governo deve extrair dados das redes sociais para identificar pessoas com crenças negativas: “Penso que com as plataformas das redes sociais, há uma oportunidade de compreender quem é que é suscetível … à desinformação, por isso penso que há uma oportunidade de recolher dados a partir desse mecanismo de comunicação”.

  • Adrian Thomas da Johnson & Johnson anuncia “algumas notícias importantes a partilhar de parte de algumas das “nossas empresas-membro [Pharma]”: Estamos a fazer ensaios clínicos em novos anti-retrovirais, e de facto, em vacinas”! Ele recomenda uma estratégia para abordar os problemas destas empresas quando “os rumores se estavam realmente a espalhar” de que os seus produtos testados de forma duvidosa “estão a causar mortes e por isso os pacientes já não os estão a tomar”. Ele sugere: “Talvez estejamos a cometer o erro de relatar e contar todas as mortes e infeções”.

  • A ex-diretora adjunta da CIA, Avril Haines revelou uma estratégia para “inundar a zona” com propaganda de “fontes de confiança”, incluindo “líderes comunitários influentes, bem como trabalhadores da saúde”. Ele adverte sobre “informações falsas que começam realmente a dificultar a nossa capacidade de enfrentar a pandemia, então precisamos de ser capazes de responder rapidamente à pandemia”.

  • Matthew Harrington (CEO da Edelman) observa que a Internet – que em tempos prometeu a descentralização e democratização da informação – precisa agora de ser centralizada: “Penso que só para avançar  um pouco sobre o que Avril disse, penso que, tal como em conversas anteriores em que se falou de centralização em torno da gestão da informação ou das necessidades de saúde pública, é necessário que haja uma resposta centralizada em torno da abordagem de comunicação que depois é dirigida em cascata para  os defensores informados, representados nas comunidades  ONG, os profissionais médicos, etc.”.

  • Tom Inglesby (John Hopkins consultor especializado em biossegurança dos Institutos Nacionais de Saúde, Pentágono e Segurança Interna) concorda que é necessário um controlo centralizado: “Refere-se ao controlo centralizado internacional?”.

  • Matthew Harrington (Edelman) responde que o acesso à informação deve ser: “Centralizado numa base internacional, porque penso que deve haver um repositório central de factos e mensagens-chave”.

  • Hasti Taghi (Assessora de Imprensa) resume: “O movimento anti-vacina foi muito forte e isto é algo que se espalhou especificamente através dos meios de comunicação social. Então, à medida que fazemos a investigação para encontrar as vacinas certas para ajudar a evitar a continuação da situação pandémica, como é que conseguimos manter a informação certa na sociedade? Como comunicamos a informação certa para garantir que o público tenha confiança nestas vacinas que estamos a criar?”.

  • Kevin McAleese, responsável pelas comunicações dos projetos agrícolas financiados pela fundação Gates, observa que: “Para mim, é evidente que os países precisam de fazer grandes esforços para gerir a desinformação. Sabemos que as empresas de comunicação social estão a trabalhar sem parar para combater estas campanhas de desinformação. A tarefa de identificar todos os maus intervenientes é imensa. Este é um enorme problema que nos vai impedir de acabar com a pandemia e pode mesmo levar à queda dos governos, como vimos na Primavera Árabe. Se a solução significa controlar e reduzir o acesso à informação, penso que é a escolha certa”.

  • Tom Inglesby, director do Johns Hopkins Center for Health Security da Bloomberg, concorda, perguntando se “Neste caso, acha que os governos estão em situação adequada para exigir que as empresas de comunicação social operem de uma certa forma”?

  • Lavan Thiru, Ministro das Finanças de Singapura, sugere que o governo pode apresentar  exemplos de dissidentes com “ações governamentais ou de aplicação da lei contra notícias falsas. Para alguns de nós, este novo regulamento é posto em prática para  lidar com as notícias falsas. Talvez este seja o momento para mostrarmos alguns casos em que somos capazes de apresentar alguns maus intervenientes e deixá-los perante os tribunais para decidirem se realmente espalharam alguma notícia falsa”.

Leia a transcrição em anexo para ver como Gates e o seu governo, a BIG PHarma e os aparelhos de inteligência telegrafaram os seus planos para censurar e controlar os meios de comunicação durante a pandemia. Em mais uma estranha coincidência, a COVID-19 começou a circular entre as populações globais poucos dias  após a reunião de Gates.


[1] Fonte: Robert F. Kennedy.Jr, Before COVID, Gates Planned Social Media Censorship of Vaccine Safety Advocates With Pharma, CDC, Media, China and CIA, editado em 11 de março de 2021 e disponível aqui .

 


Para ler este artigo no original clique em:

Before COVID, Gates Planned Social Media Censorship of Vaccine Safety Advocates With Pharma, CDC, Media, China and CIA • Children’s Health Defense (childrenshealthdefense.org)

 

 

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