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UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (185)

O MOLHE DE CARREIROS (2) A 25 de Maio p.p., escrevi sobre o molhe de Carreiros e sobre o estado deplorável em que se encontrava (Carta nº183).   Passaram-se duas semanas e a A.P.D L., por certo que não por

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (185)

O MOLHE DE CARREIROS (2) A 25 de Maio p.p., escrevi sobre o molhe de Carreiros e sobre o estado deplorável em que se encontrava (Carta nº183).   Passaram-se duas semanas e a A.P.D L., por certo que não por

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (99)

AS RIMAS DA MINHA SAUDADE     Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade.   Cego de tanta

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (99)

AS RIMAS DA MINHA SAUDADE     Desenho um mapa De lugares vazios Na incessante procura Da minha verdade Mareio por versos e rimas Em poemas perdidos Com os olhos bem abertos No meio da claridade.   Cego de tanta

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (182)

O PORTO EM IMAGENS (27)             DIVULGAÇÃO      

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (182)

O PORTO EM IMAGENS (27)             DIVULGAÇÃO      

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (181)

O PORTO EM IMAGENS (26)   Ali, junto ao mar da Foz há quase oito anos!       Terminal Rodoviário do Campo 24 de Agosto   Arquiteto Francisco Sousa Rio orienta visita virtual à frente marítima do Porto “A

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (181)

O PORTO EM IMAGENS (26)   Ali, junto ao mar da Foz há quase oito anos!       Terminal Rodoviário do Campo 24 de Agosto   Arquiteto Francisco Sousa Rio orienta visita virtual à frente marítima do Porto “A

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (98)

VIVA O PORTO     Na minha cidade Nasce o Norte insubmisso E gente de rostos rugosos Falando com impropérios Nasce o regionalismo com viço E com a sua luz, nos belos invernos chuvosos Também nascem os mistérios A minha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (97)

O NOSSO SALITRE E O NOSSO SOL   Nasci na Foz Na rua do Monte da Luz Encostado a Gondarém Sou Manteigueiro com voz Irmão dos vareiros de truz Não os olho com desdém. Para lá do castelo Da Corguinha

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (179)

ALMINHAS (4) As Alminhas, poética devoção da alma cristã portuguesa, são verdadeiramente estigmas da piedade e religiosidade portuguesa. (Pde. Francisco Babo em «Alminhas» Padrões de Portugal Cristão) Na Freguesia de Cedofeita, encontrei três desses Monumentos .        

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (179)

ALMINHAS (4) As Alminhas, poética devoção da alma cristã portuguesa, são verdadeiramente estigmas da piedade e religiosidade portuguesa. (Pde. Francisco Babo em «Alminhas» Padrões de Portugal Cristão) Na Freguesia de Cedofeita, encontrei três desses Monumentos .        

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (96)

O MEU ESTAR   É isso aí, Meu amor, Eu não sei parar O saber De te olhar Desde o momento em que te vi, Nem vou parar De te querer E de te amar Mesmo que seja para o

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (96)

O MEU ESTAR   É isso aí, Meu amor, Eu não sei parar O saber De te olhar Desde o momento em que te vi, Nem vou parar De te querer E de te amar Mesmo que seja para o

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (95)

UM TREMENDO DESAFIO     É só ar, e rarefeito Um tremendo vazio O que me vai na cabeça E que tudo corta a eito. Uma corrente de um rio Que para a foz corre sem pressa Que flui sem

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (95)

UM TREMENDO DESAFIO     É só ar, e rarefeito Um tremendo vazio O que me vai na cabeça E que tudo corta a eito. Uma corrente de um rio Que para a foz corre sem pressa Que flui sem

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (93)

  EM DIRECÇÃO AO FIM     As pessoas passam Repassam Com andar parado Desapontado De uma forma invulgar Caminham para o lugar Que é de todos Para todos Seguem cegas Na sua entrega Famintas Indistintas Para o fim comum

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (93)

  EM DIRECÇÃO AO FIM     As pessoas passam Repassam Com andar parado Desapontado De uma forma invulgar Caminham para o lugar Que é de todos Para todos Seguem cegas Na sua entrega Famintas Indistintas Para o fim comum

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (171)

O PORTO EM IMAGENS (23) Mais do que milhentas palavras, as imagens falam-nos da beleza, por vezes escondida, existente na nossa cidade. O PORTO é LINDO e merece ser visto nas suas mais variadas vertentes.          

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (171)

O PORTO EM IMAGENS (23) Mais do que milhentas palavras, as imagens falam-nos da beleza, por vezes escondida, existente na nossa cidade. O PORTO é LINDO e merece ser visto nas suas mais variadas vertentes.          

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (92)

PARANDO O TEMPO NAS HORAS MORTAS   A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (92)

PARANDO O TEMPO NAS HORAS MORTAS   A cadeira de lona Convida à reflexão O café fumegante Desperta os sentidos O sol, no seu ocaso, Fala de amor Antes da chegada dos ventos frios. O ar salgado do mar Cheira

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (91)

UM QUALQUER APREÇO Já não sou eu, Repetidor de realidades Repetidor de experiências, Esse mundo morreu! Nada faz sentido algum. Lá se foi o afecto Lá se foi a emoção Lá se foi o teu cheiro diferente Na paixão.  

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (91)

UM QUALQUER APREÇO Já não sou eu, Repetidor de realidades Repetidor de experiências, Esse mundo morreu! Nada faz sentido algum. Lá se foi o afecto Lá se foi a emoção Lá se foi o teu cheiro diferente Na paixão.  

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (90)

  Tão tão, tem tem Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém.   Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João.   E

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (90)

  Tão tão, tem tem Nasceu pobre e sem vintém E viveu à procura de alguém Ela, que nasceu como convém.   Nasceu rico e com tostão E viveu a fugir da razão Ele, a quem chamavam João.   E

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (166)

O PORTO EM IMAGENS (21)                       VOTE PORTO AQUI     . Tem um jardim? O Porto está novamente a oferecer árvores até 5 de Fevereiro   VEJA AQUI A

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (166)

O PORTO EM IMAGENS (21)                       VOTE PORTO AQUI     . Tem um jardim? O Porto está novamente a oferecer árvores até 5 de Fevereiro   VEJA AQUI A