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UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (204)

O PORTO EM IMAGENS (40)           COVÊLO           Terminal de Cruzeiros de Leixões com mais 42% de passageiros O Porto de Leixões registou, nos primeiros nove meses do ano, um crescimento de

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (204)

O PORTO EM IMAGENS (40)           COVÊLO           Terminal de Cruzeiros de Leixões com mais 42% de passageiros O Porto de Leixões registou, nos primeiros nove meses do ano, um crescimento de

IMAGEM E POESIA- Por José Magalhães (107)

OLHO SEM VER     Olho sem ver Estou desimportado Não sei de quê Não sei porquê Vejo a vida a passar ao lado. . Deixai-me pensar que estou certo Que deito fora o que merece Que guardo bem quem

IMAGEM E POESIA- Por José Magalhães (107)

OLHO SEM VER     Olho sem ver Estou desimportado Não sei de quê Não sei porquê Vejo a vida a passar ao lado. . Deixai-me pensar que estou certo Que deito fora o que merece Que guardo bem quem

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (203)

O PORTO EM IMAGENS (39)   BANCOS DE PEDRA     TELHADOS           EMA   . . . AINDA VENS A TEMPO, TAP? FRANCESINHA, PAULA, MICHELIN, MOTA, REIS, TASTE, PORTO, TERMINAL DE CRUZEIROS. CHARME(!!!???) E tripas,

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (203)

O PORTO EM IMAGENS (39)   BANCOS DE PEDRA     TELHADOS           EMA   . . . AINDA VENS A TEMPO, TAP? FRANCESINHA, PAULA, MICHELIN, MOTA, REIS, TASTE, PORTO, TERMINAL DE CRUZEIROS. CHARME(!!!???) E tripas,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (106)

  SIMPLESMENTE, OLHAVA POR NÓS     Com um olhar que escondia A sua luz, Olhava através e Para além dela, Da janela da miragem Transportando a sua cruz. Olhar perdido Longínquo Comprido, Abrangente Sem qualquer paragem. Olhava sem querer

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (106)

  SIMPLESMENTE, OLHAVA POR NÓS     Com um olhar que escondia A sua luz, Olhava através e Para além dela, Da janela da miragem Transportando a sua cruz. Olhar perdido Longínquo Comprido, Abrangente Sem qualquer paragem. Olhava sem querer

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (201)

O PORTO EM IMAGENS (38)   PONTES                       .  

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (201)

O PORTO EM IMAGENS (38)   PONTES                       .  

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (105)

OLHAS-ME COM AQUELE OLHAR  – – Olhas-me com aquele olhar Triste, penetrante, acedente Por cima do teu ombro direito. Devolvo-to, firme Sem pestanejar Olho-te de frente Com um olhar desfeito Sabendo como é difícil Voltares a sonhar. – – Dá-me

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (105)

OLHAS-ME COM AQUELE OLHAR  – – Olhas-me com aquele olhar Triste, penetrante, acedente Por cima do teu ombro direito. Devolvo-to, firme Sem pestanejar Olho-te de frente Com um olhar desfeito Sabendo como é difícil Voltares a sonhar. – – Dá-me

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (104)

O TEU SORRISO     No desejo imenso de te ter aqui, sempre Peguei nas tintas, nos pincéis, e num repente Pintei o teu sorriso Com cores suaves, pastel. Pintei-o calmo, sereno, em papel Assim premente, de improviso Num aperto

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (104)

O TEU SORRISO     No desejo imenso de te ter aqui, sempre Peguei nas tintas, nos pincéis, e num repente Pintei o teu sorriso Com cores suaves, pastel. Pintei-o calmo, sereno, em papel Assim premente, de improviso Num aperto

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (196)

O PORTO EM IMAGENS (37)                 .   Tradicional Cortejo do Traje de Papel acaba em “banho santo” no próximo domingo   .

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (196)

O PORTO EM IMAGENS (37)                 .   Tradicional Cortejo do Traje de Papel acaba em “banho santo” no próximo domingo   .

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (195)

  O PORTO EM IMAGENS (36)   MADRUGADA NA RIBEIRA                           . . . .    

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (195)

  O PORTO EM IMAGENS (36)   MADRUGADA NA RIBEIRA                           . . . .    

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (103)

COMO EM QUALQUER OUTRO LUGAR   Falando do tempo E da minha desejada eternidade Escrevo do dia que há-de vir Recomeçando o movimento Da escrita das palavras Mostrando o resíduo da dor Como se tivesse a certeza De que amanhã,

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (103)

COMO EM QUALQUER OUTRO LUGAR   Falando do tempo E da minha desejada eternidade Escrevo do dia que há-de vir Recomeçando o movimento Da escrita das palavras Mostrando o resíduo da dor Como se tivesse a certeza De que amanhã,

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (194)

O PORTO EM IMAGENS (35)             Contagem decrescente para a Red Bull Air Race      

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (194)

O PORTO EM IMAGENS (35)             Contagem decrescente para a Red Bull Air Race      

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (193)

IMAGENS DO PORTO (34)   Vila Nova de Gaia (Devesas) – Antigas Oficinas da CP         Já há concurso para a requalificação do Matadouro de Campanhã     Porto e Matosinhos acolhem Campeonato do Mundo de Vela

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (193)

IMAGENS DO PORTO (34)   Vila Nova de Gaia (Devesas) – Antigas Oficinas da CP         Já há concurso para a requalificação do Matadouro de Campanhã     Porto e Matosinhos acolhem Campeonato do Mundo de Vela

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (102)

OS CAMINHOS DOS MEUS DIAS Trocaria O teu corpo pelo meu Se os meus dedos te não percebessem E os meus olhos de ti se perdessem Para que, tocando-me Te aprender E saber Dos caminhos por onde seguias. . Trataria

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (102)

OS CAMINHOS DOS MEUS DIAS Trocaria O teu corpo pelo meu Se os meus dedos te não percebessem E os meus olhos de ti se perdessem Para que, tocando-me Te aprender E saber Dos caminhos por onde seguias. . Trataria

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (192)

IMAGENS DO PORTO (33)   Tenham todos umas boas férias, e aproveitem para visitar, ou revisitar o PORTO.       .

UMA CARTA DO PORTO – Por José Magalhães (192)

IMAGENS DO PORTO (33)   Tenham todos umas boas férias, e aproveitem para visitar, ou revisitar o PORTO.       .

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (101)

CONSERVADAS EM SAL-GEMA     Se me acontece escrever Pensamentos, ideias, palavras movediças e soltas E com eles formar versos, e mais tarde um poema Só eles, os versos, sabem o que me querem dizer, Que caminho me indicam, que

IMAGEM E POESIA – Por José Magalhães (101)

CONSERVADAS EM SAL-GEMA     Se me acontece escrever Pensamentos, ideias, palavras movediças e soltas E com eles formar versos, e mais tarde um poema Só eles, os versos, sabem o que me querem dizer, Que caminho me indicam, que