Posts Tagged: política

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte II

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Se o patronato está  em grande parte na  ofensiva sobre a questão da duração da jornada de trabalho, é-se obrigado a verificar que este não é o caso dos assalariados. Há muitas lutas de resistência sobre esta questão, e a luta dos trabalhadores. Existem muitas lutas de resistência sobre esta questão e a luta dos trabalhadores do comércio contra a extensão do trabalho aos domingos é um exemplo famoso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte II

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Se o patronato está  em grande parte na  ofensiva sobre a questão da duração da jornada de trabalho, é-se obrigado a verificar que este não é o caso dos assalariados. Há muitas lutas de resistência sobre esta questão, e a luta dos trabalhadores. Existem muitas lutas de resistência sobre esta questão e a luta dos trabalhadores do comércio contra a extensão do trabalho aos domingos é um exemplo famoso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte I

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Pode-se pois calcular, as sérias consequências sobre o tempo de trabalho e os salários. Num contexto de desemprego em massa e relações de poder degradadas, será difícil para os sindicatos oporem-se a esta extensão do horário de trabalho. A oportunidade está agora aberta para impor na prática estes aumentos de horas de trabalho em todas as empresas, enquanto que outrora os “acordos de manutenção dos contratos de trabalho” eram, pelo menos em teoria, reservados a empresas em dificuldade.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte I

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Pode-se pois calcular, as sérias consequências sobre o tempo de trabalho e os salários. Num contexto de desemprego em massa e relações de poder degradadas, será difícil para os sindicatos oporem-se a esta extensão do horário de trabalho. A oportunidade está agora aberta para impor na prática estes aumentos de horas de trabalho em todas as empresas, enquanto que outrora os “acordos de manutenção dos contratos de trabalho” eram, pelo menos em teoria, reservados a empresas em dificuldade.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte III

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O sindicalismo só pode desempenhar o seu papel se puder estar  em simultâneo dentro e fora desta relação de produção: disso depende a sua capacidade de fornecer ao assalariado uma área de liberdade permitindo refletir e agir sobre o trabalho e as relações sociais de trabalho. Só pensando-se como um movimento social é que o sindicalismo poderá ser capaz de cumprir essa exigência.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte III

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O sindicalismo só pode desempenhar o seu papel se puder estar  em simultâneo dentro e fora desta relação de produção: disso depende a sua capacidade de fornecer ao assalariado uma área de liberdade permitindo refletir e agir sobre o trabalho e as relações sociais de trabalho. Só pensando-se como um movimento social é que o sindicalismo poderá ser capaz de cumprir essa exigência.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte II

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O código de trabalho desempenha um papel de proteção visando contrabalançar a desigualdade do contrato de trabalho, criando direitos individuais e coletivos. O direito do trabalho, ligando de forma indissolúvel o código do trabalho e o código de segurança social, permanece ao mesmo tempo um reflexo do compromisso do trabalho, o que é desencadeado pelo assalariado num processo de subordinação marcado pela alienação do trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte II

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O código de trabalho desempenha um papel de proteção visando contrabalançar a desigualdade do contrato de trabalho, criando direitos individuais e coletivos. O direito do trabalho, ligando de forma indissolúvel o código do trabalho e o código de segurança social, permanece ao mesmo tempo um reflexo do compromisso do trabalho, o que é desencadeado pelo assalariado num processo de subordinação marcado pela alienação do trabalho.

A GALIZA COMO TAREFA – Oligarquia e caciquismo – Ernesto V. Souza

O título é de Joaquin Costa, verdade que um bocadinho mais longo e ajustado: Oligarquía y caciquismo como la forma actual de gobierno en España : urgencia y modo de cambiarla / por Joaquín Costa (Madrid : Hijos de M.G,

A GALIZA COMO TAREFA – Oligarquia e caciquismo – Ernesto V. Souza

O título é de Joaquin Costa, verdade que um bocadinho mais longo e ajustado: Oligarquía y caciquismo como la forma actual de gobierno en España : urgencia y modo de cambiarla / por Joaquín Costa (Madrid : Hijos de M.G,

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte I

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A saúde no trabalho foi marcada como uma questão de lutas sociais no século XIX. A fim de estabelecer esta relação específica entre saúde e trabalho, foi necessário provar que a saúde dos trabalhadores não dependia do seu estilo de vida ou da fatalidade associada a um “risco profissional”. As lutas dos assalariados foram bem sucedidas  em provar a nocividade do seu trabalho. As ações em justiça tiveram muito sucesso. O culminar deste pôr em causa o trabalho nocivo, a lei de 1893 exige aos empregadores manter os locais de trabalho ” num estado constante da limpeza”, representando a primeira lei geral quanto á responsabilidade dos empregadores no que diz respeito à saúde dos trabalhadores.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte I

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A saúde no trabalho foi marcada como uma questão de lutas sociais no século XIX. A fim de estabelecer esta relação específica entre saúde e trabalho, foi necessário provar que a saúde dos trabalhadores não dependia do seu estilo de vida ou da fatalidade associada a um “risco profissional”. As lutas dos assalariados foram bem sucedidas  em provar a nocividade do seu trabalho. As ações em justiça tiveram muito sucesso. O culminar deste pôr em causa o trabalho nocivo, a lei de 1893 exige aos empregadores manter os locais de trabalho ” num estado constante da limpeza”, representando a primeira lei geral quanto á responsabilidade dos empregadores no que diz respeito à saúde dos trabalhadores.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte IV

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A nova fase de desregulamentação no mercado de trabalho pode, em última instância, facilitar os despedimentos, destruir mais empregos do que criá-los e, acima de tudo, redesenhar os contornos dos diferentes segmentos do emprego – “internos” e “externos”, estáveis e precários, formal e informal … Devido à deterioração da qualidade dos empregos oferecidos (seja de baixa ou alta qualificação), as novas formas de emprego provavelmente implicarão um aumento de utilização de uma mão-de-obra recém-chegada e, ao mesmo tempo, afetar a muitos assalariados de antigas vagas migratórias, já residentes na França desde há muito tempo ou até mesmo nascidos na França.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte IV

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A nova fase de desregulamentação no mercado de trabalho pode, em última instância, facilitar os despedimentos, destruir mais empregos do que criá-los e, acima de tudo, redesenhar os contornos dos diferentes segmentos do emprego – “internos” e “externos”, estáveis e precários, formal e informal … Devido à deterioração da qualidade dos empregos oferecidos (seja de baixa ou alta qualificação), as novas formas de emprego provavelmente implicarão um aumento de utilização de uma mão-de-obra recém-chegada e, ao mesmo tempo, afetar a muitos assalariados de antigas vagas migratórias, já residentes na França desde há muito tempo ou até mesmo nascidos na França.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte III

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)
.
A fragmentação dos postos de trabalhos em múltiplas tarefas, o trabalho a tempo parcial imposto e os horários sequenciais e ou partidos ao longo dos dias da semana são a sorte de muitas das mulheres imigrantes. Muitos deles, a trabalhar em hotéis e distribuição, possuem contratos a tempo parciais, cujos horários são distribuídos por 6 dias e nunca podem beneficiar de um fim-de-semana de descanso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte III

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)
.
A fragmentação dos postos de trabalhos em múltiplas tarefas, o trabalho a tempo parcial imposto e os horários sequenciais e ou partidos ao longo dos dias da semana são a sorte de muitas das mulheres imigrantes. Muitos deles, a trabalhar em hotéis e distribuição, possuem contratos a tempo parciais, cujos horários são distribuídos por 6 dias e nunca podem beneficiar de um fim-de-semana de descanso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte II

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

As modalidades de emprego precário continuaram a desenvolver-se desde os meados da década de 1970 – através do recrutamento pela via da utilização de prestadores de serviços, trabalho temporário, contratos a termo, contratos sazonais ou derrogações ao direito comum, de estagiários – e tudo isso permitiu a concorrência entre categorias de trabalhadores pouco qualificados – mulheres, jovens, imigrantes, pessoas rurais …

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte II

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

As modalidades de emprego precário continuaram a desenvolver-se desde os meados da década de 1970 – através do recrutamento pela via da utilização de prestadores de serviços, trabalho temporário, contratos a termo, contratos sazonais ou derrogações ao direito comum, de estagiários – e tudo isso permitiu a concorrência entre categorias de trabalhadores pouco qualificados – mulheres, jovens, imigrantes, pessoas rurais …

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte I

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A crise tem reforçado a discriminação de todos os tipos. As taxas dos trabalhadores do sector privado e dos contratos precários são significativamente mais elevadas para os imigrantes (especialmente os de países fora da União Europeia) do que para os não-imigrantes.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 8 – Desregulamentação do mercado de trabalho e imigração – Parte I

(Odile Merckling, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A crise tem reforçado a discriminação de todos os tipos. As taxas dos trabalhadores do sector privado e dos contratos precários são significativamente mais elevadas para os imigrantes (especialmente os de países fora da União Europeia) do que para os não-imigrantes.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 7 – Alguns resultados dos inquéritos europeus sobre a relação face ao trabalho – Parte IV

(Dominique Méda, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Em conclusão, só se pode ficar espantado e incomodado pela imensa distância entre a crença em voga segundo o qual os franceses e, mais particularmente, os jovens, estariam desinteressados do trabalho e o resultado dos inquéritos europeus que são todos eles convergentes com os resultados obtidos em França. Notemos que esta relação para com o trabalho permanece, apesar de uma deterioração clara nas condições de trabalho, condições  estas que não foram aqui mencionadas mas que no inquérito francês e no inquérito europeu sobre as condições de trabalho foram fortemente sublinhadas.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 7 – Alguns resultados dos inquéritos europeus sobre a relação face ao trabalho – Parte IV

(Dominique Méda, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Em conclusão, só se pode ficar espantado e incomodado pela imensa distância entre a crença em voga segundo o qual os franceses e, mais particularmente, os jovens, estariam desinteressados do trabalho e o resultado dos inquéritos europeus que são todos eles convergentes com os resultados obtidos em França. Notemos que esta relação para com o trabalho permanece, apesar de uma deterioração clara nas condições de trabalho, condições  estas que não foram aqui mencionadas mas que no inquérito francês e no inquérito europeu sobre as condições de trabalho foram fortemente sublinhadas.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 7 – Alguns resultados dos inquéritos europeus sobre a relação face ao trabalho – Parte III

(Dominique Méda, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

As expectativas dos jovens são, portanto, da mesma natureza que as dos mais velhos, mas expressas de forma mais intensa e com uma ênfase particular no interesse relacional, no interesse no trabalho e no sentido do trabalho. Não há no nosso trabalho nenhumas provas de desinvestimento por parte dos jovens, nem desvalorização do trabalho, nem tendência ao individualismo ou ao materialismo.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 7 – Alguns resultados dos inquéritos europeus sobre a relação face ao trabalho – Parte III

(Dominique Méda, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

As expectativas dos jovens são, portanto, da mesma natureza que as dos mais velhos, mas expressas de forma mais intensa e com uma ênfase particular no interesse relacional, no interesse no trabalho e no sentido do trabalho. Não há no nosso trabalho nenhumas provas de desinvestimento por parte dos jovens, nem desvalorização do trabalho, nem tendência ao individualismo ou ao materialismo.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 7 – Alguns resultados dos inquéritos europeus sobre a relação face ao trabalho – Parte II

(Dominique Méda, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O que os trabalhadores, portanto, parecem estar claramente a privilegiar, mais do que pertencer a um coletivo distante (“sociedade”), é, pelo contrário, esta pequena rede de pessoas com quem os hábitos se têm desenvolvido e que constituem um dos elementos centrais do “local do trabalho” e um elemento determinante do ambiente de trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 7 – Alguns resultados dos inquéritos europeus sobre a relação face ao trabalho – Parte II

(Dominique Méda, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O que os trabalhadores, portanto, parecem estar claramente a privilegiar, mais do que pertencer a um coletivo distante (“sociedade”), é, pelo contrário, esta pequena rede de pessoas com quem os hábitos se têm desenvolvido e que constituem um dos elementos centrais do “local do trabalho” e um elemento determinante do ambiente de trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 7 – Alguns resultados dos inquéritos europeus sobre a relação face ao trabalho – Parte I

(Dominique Méda, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Os franceses têm uma visão massiva do trabalho como muito importante, e eles são mais numerosos do que muitos outros nacionais dos países europeus a fazê-lo, como se mostra no quadro 1.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 7 – Alguns resultados dos inquéritos europeus sobre a relação face ao trabalho – Parte I

(Dominique Méda, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Os franceses têm uma visão massiva do trabalho como muito importante, e eles são mais numerosos do que muitos outros nacionais dos países europeus a fazê-lo, como se mostra no quadro 1.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 6 – O futuro do trabalho: sentido e valor do trabalho na Europa – Parte X

(Dominique Méda, publicação da OIT, 2016, Tradução Júlio Marques Mota)

Se nos situamos na perspetiva adotada deste artigo, que visava a que se ganhasse consciência das expectativas atuais relativamente ao trabalho e a compreender que orientações seriam as mais capazes de as de satisfazer, a resposta parece clara. O desmantelamento do direito do trabalho é acompanhada por más condições de trabalho que parecem contradizer as expectativas de desenvolvimento e autorrealização pessoal no trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 6 – O futuro do trabalho: sentido e valor do trabalho na Europa – Parte X

(Dominique Méda, publicação da OIT, 2016, Tradução Júlio Marques Mota)

Se nos situamos na perspetiva adotada deste artigo, que visava a que se ganhasse consciência das expectativas atuais relativamente ao trabalho e a compreender que orientações seriam as mais capazes de as de satisfazer, a resposta parece clara. O desmantelamento do direito do trabalho é acompanhada por más condições de trabalho que parecem contradizer as expectativas de desenvolvimento e autorrealização pessoal no trabalho.