Posts Tagged: política

A GALIZA COMO TAREFA – moinantes – Ernesto V. Souza

No momento em que o capitalismo soube que era dono do campo e senhor absoluto da cena perdeu, precipitadamente, mas como por acaso, aquele interesse pelas formas e moral etonianas (good manners… / BAD MANNERS!!! por citar pela breve James

A GALIZA COMO TAREFA – moinantes – Ernesto V. Souza

No momento em que o capitalismo soube que era dono do campo e senhor absoluto da cena perdeu, precipitadamente, mas como por acaso, aquele interesse pelas formas e moral etonianas (good manners… / BAD MANNERS!!! por citar pela breve James

PORTUGAL E A DEMOCRACIA, por ANTÓNIO GOMES MARQUES

  Fui surpreendido por uma notícia do jornal Público do passado dia 11 de Setembro, com o título «Portugal está em 10.º lugar no ranking das democracias mundiais», à qual reagi de imediato com uma gargalhada; depois, sem demora, pensei:

PORTUGAL E A DEMOCRACIA, por ANTÓNIO GOMES MARQUES

  Fui surpreendido por uma notícia do jornal Público do passado dia 11 de Setembro, com o título «Portugal está em 10.º lugar no ranking das democracias mundiais», à qual reagi de imediato com uma gargalhada; depois, sem demora, pensei:

CARTA DE BRAGA – “um futuro como este!” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

É feriado, está um dia quente e de nem sair, por já não se encontrarem lugares onde se possa usufruir um pouco de solidão e silêncio para ler um livro, conversar brandamente com alguém de tocar com palavras mais que

CARTA DE BRAGA – “um futuro como este!” – por ANTÓNIO OLIVEIRA

É feriado, está um dia quente e de nem sair, por já não se encontrarem lugares onde se possa usufruir um pouco de solidão e silêncio para ler um livro, conversar brandamente com alguém de tocar com palavras mais que

SOBRE A EUROPA, SOBRE PORTUGAL E TALVEZ TAMBÉM SOBRE O SPORTING – por JÚLIO MARQUES MOTA

  Hoje e amanhã vivem-se e viver-se-ão talvez algumas horas de tensão e tudo isto por causa de um jogo de futebol. Será mesmo apenas por causa de um jogo de futebol ou será sobretudo por causa de uma sociedade

SOBRE A EUROPA, SOBRE PORTUGAL E TALVEZ TAMBÉM SOBRE O SPORTING – por JÚLIO MARQUES MOTA

  Hoje e amanhã vivem-se e viver-se-ão talvez algumas horas de tensão e tudo isto por causa de um jogo de futebol. Será mesmo apenas por causa de um jogo de futebol ou será sobretudo por causa de uma sociedade

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho – uma análise país a país. O problema do sub-emprego Escondido no Japão. Parte (2/7)

(Philip Lachowycz, Setembro de 2014)
.
O grau de desajustamento no mercado de trabalho japonês, com um excesso de oferta de empregos a tempo parcial e um excesso de procura de empregos a tempo integral, é evidente nas taxas de salários. Nos últimos 15 anos, os salários por hora oferecidos para o trabalho a tempo parcial têm aumentado, enquanto os salários por hora oferecidos para o trabalho a tempo inteiro têm uma clara tendência descendente.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho – uma análise país a país. O problema do sub-emprego Escondido no Japão. Parte (2/7)

(Philip Lachowycz, Setembro de 2014)
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O grau de desajustamento no mercado de trabalho japonês, com um excesso de oferta de empregos a tempo parcial e um excesso de procura de empregos a tempo integral, é evidente nas taxas de salários. Nos últimos 15 anos, os salários por hora oferecidos para o trabalho a tempo parcial têm aumentado, enquanto os salários por hora oferecidos para o trabalho a tempo inteiro têm uma clara tendência descendente.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Japão. Pleno emprego sobre o mercado de trabalho japonês e a realidade – Parte (1/7)

(Amelie Marie in Tokyo, Junho 2015)

Assim, o quase pleno emprego é dito estar  “de retorno ”  no  Japão, graças à implementação de uma política flexível sobre a legislação laboral, bem como ao aumento massivo de  de postos de trabalho precários. As empresas japonesas cada vez mais indisponíveis para assinar contratos de duração indeterminada CDI, recorrem cada vez mais a trabalho irregular, freeter e haken.  

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Japão. Pleno emprego sobre o mercado de trabalho japonês e a realidade – Parte (1/7)

(Amelie Marie in Tokyo, Junho 2015)

Assim, o quase pleno emprego é dito estar  “de retorno ”  no  Japão, graças à implementação de uma política flexível sobre a legislação laboral, bem como ao aumento massivo de  de postos de trabalho precários. As empresas japonesas cada vez mais indisponíveis para assinar contratos de duração indeterminada CDI, recorrem cada vez mais a trabalho irregular, freeter e haken.  

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Introdução: Da Europa para o mundo: a corrida geral para o fundo – Parte II

(Lucia Pradella, 01/09/2015)

Diante de uma pressão crescente tanto na produção de alta como de baixa  tecnologia, desde o início dos anos 2000, a UE perdeu participação de mercado nos BRICS, e na China em particular, que se tornou o maior exportador de bens e está a subir na  cadeia de valor. Assim, mesmo que a deslocalização da produção para países de baixos salários seja fundamental para a competitividade das empresas da Europa Ocidental, o aumento da China e de outros países asiáticos está a criar dificuldades nas economias mais fracas da UE.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Introdução: Da Europa para o mundo: a corrida geral para o fundo – Parte II

(Lucia Pradella, 01/09/2015)

Diante de uma pressão crescente tanto na produção de alta como de baixa  tecnologia, desde o início dos anos 2000, a UE perdeu participação de mercado nos BRICS, e na China em particular, que se tornou o maior exportador de bens e está a subir na  cadeia de valor. Assim, mesmo que a deslocalização da produção para países de baixos salários seja fundamental para a competitividade das empresas da Europa Ocidental, o aumento da China e de outros países asiáticos está a criar dificuldades nas economias mais fracas da UE.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Introdução: Da Europa para o mundo: a corrida geral para o fundo – Parte I

(Lucia Pradella, 01/09/2015)

O expansionismo económico e militar que é parte integrante da acumulação de capital — permite o crescimento do exército de reserva global de trabalho explorável através de investimento estrangeiro ou migração. Uma maior oferta de trabalho permite que o capital diminua os salários e prolongue o dia de trabalho, reduzindo a procura  por novos trabalhadores e aumentando ainda mais a oferta laboral, num  círculo vicioso de excesso de trabalho e sub/desemprego que se desenrola agora a  uma escala global.

Neoliberalismo, Globalização e Crise no mercado de trabalho- uma análise país a país. Introdução: Da Europa para o mundo: a corrida geral para o fundo – Parte I

(Lucia Pradella, 01/09/2015)

O expansionismo económico e militar que é parte integrante da acumulação de capital — permite o crescimento do exército de reserva global de trabalho explorável através de investimento estrangeiro ou migração. Uma maior oferta de trabalho permite que o capital diminua os salários e prolongue o dia de trabalho, reduzindo a procura  por novos trabalhadores e aumentando ainda mais a oferta laboral, num  círculo vicioso de excesso de trabalho e sub/desemprego que se desenrola agora a  uma escala global.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte III

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A uberização, que introduz uma relação de trabalho distanciada entre comanditários do trabalho e trabalhadores através de plataformas digitais, é baseada na ausência de subordinação para escapar às restrições legais que acompanham essa mesma subordinação. Os trabalhadores que são governados por esta lógica proclamam a sua liberdade, a sua independência, a sua capacidade em decidir dos seus horários, do seu tempo de trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte III

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A uberização, que introduz uma relação de trabalho distanciada entre comanditários do trabalho e trabalhadores através de plataformas digitais, é baseada na ausência de subordinação para escapar às restrições legais que acompanham essa mesma subordinação. Os trabalhadores que são governados por esta lógica proclamam a sua liberdade, a sua independência, a sua capacidade em decidir dos seus horários, do seu tempo de trabalho.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte II

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A modernização dos processos de gestão que se quer ser  portadora da humanização do trabalho, que afirma a sua rutura com o taylorismo, inventou uma nova forma de trabalho que tem muitos aspetos preocupantes. A lógica taylorista não desapareceu, mas foi repensada e metamorfoseada. Agora pretende ser incorporado em ferramentas disponibilizadas para assalariados que devem mobilizá-las com consciência em função de situações flutuantes, mesmo que sejam contrários aos seus valores de profissão, aos seus valores profissionais.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte II

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

A modernização dos processos de gestão que se quer ser  portadora da humanização do trabalho, que afirma a sua rutura com o taylorismo, inventou uma nova forma de trabalho que tem muitos aspetos preocupantes. A lógica taylorista não desapareceu, mas foi repensada e metamorfoseada. Agora pretende ser incorporado em ferramentas disponibilizadas para assalariados que devem mobilizá-las com consciência em função de situações flutuantes, mesmo que sejam contrários aos seus valores de profissão, aos seus valores profissionais.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte I

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O desejo de promover uma organização do trabalho que possa funcionar de forma independente dos estados de alma, da boa ou a má vontade dos trabalhadores, mas de acordo com os únicos critérios de eficiência e lucratividade desejados pelo empregador é, portanto, o motor real do taylorismo.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 11- De onde vem o sofrimento dos trabalhadores no século XXI? Ruturas e continuidades entre gestão moderna e a lógica de gestão tayloriana – Parte I

(Danièle Linhart, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O desejo de promover uma organização do trabalho que possa funcionar de forma independente dos estados de alma, da boa ou a má vontade dos trabalhadores, mas de acordo com os únicos critérios de eficiência e lucratividade desejados pelo empregador é, portanto, o motor real do taylorismo.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte II

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Se o patronato está  em grande parte na  ofensiva sobre a questão da duração da jornada de trabalho, é-se obrigado a verificar que este não é o caso dos assalariados. Há muitas lutas de resistência sobre esta questão, e a luta dos trabalhadores. Existem muitas lutas de resistência sobre esta questão e a luta dos trabalhadores do comércio contra a extensão do trabalho aos domingos é um exemplo famoso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte II

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Se o patronato está  em grande parte na  ofensiva sobre a questão da duração da jornada de trabalho, é-se obrigado a verificar que este não é o caso dos assalariados. Há muitas lutas de resistência sobre esta questão, e a luta dos trabalhadores. Existem muitas lutas de resistência sobre esta questão e a luta dos trabalhadores do comércio contra a extensão do trabalho aos domingos é um exemplo famoso.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte I

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Pode-se pois calcular, as sérias consequências sobre o tempo de trabalho e os salários. Num contexto de desemprego em massa e relações de poder degradadas, será difícil para os sindicatos oporem-se a esta extensão do horário de trabalho. A oportunidade está agora aberta para impor na prática estes aumentos de horas de trabalho em todas as empresas, enquanto que outrora os “acordos de manutenção dos contratos de trabalho” eram, pelo menos em teoria, reservados a empresas em dificuldade.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 10 – Lei do Trabalho : os direitos das mulheres são também ignorados, – Parte I

(Stéphanie Treillet, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

Pode-se pois calcular, as sérias consequências sobre o tempo de trabalho e os salários. Num contexto de desemprego em massa e relações de poder degradadas, será difícil para os sindicatos oporem-se a esta extensão do horário de trabalho. A oportunidade está agora aberta para impor na prática estes aumentos de horas de trabalho em todas as empresas, enquanto que outrora os “acordos de manutenção dos contratos de trabalho” eram, pelo menos em teoria, reservados a empresas em dificuldade.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte III

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O sindicalismo só pode desempenhar o seu papel se puder estar  em simultâneo dentro e fora desta relação de produção: disso depende a sua capacidade de fornecer ao assalariado uma área de liberdade permitindo refletir e agir sobre o trabalho e as relações sociais de trabalho. Só pensando-se como um movimento social é que o sindicalismo poderá ser capaz de cumprir essa exigência.

Sobre o mercado de trabalho atual: do século XXI ao século XIX, um retorno a Marx. 9 – O direito fundamental à saúde no trabalho, uma base de contrapoder sindical – Parte III

(Louis-Marie Barnier, Setembro, 2017, Tradução Júlio Marques Mota)

O sindicalismo só pode desempenhar o seu papel se puder estar  em simultâneo dentro e fora desta relação de produção: disso depende a sua capacidade de fornecer ao assalariado uma área de liberdade permitindo refletir e agir sobre o trabalho e as relações sociais de trabalho. Só pensando-se como um movimento social é que o sindicalismo poderá ser capaz de cumprir essa exigência.