Posts Tagged: ano novo

FRATERNIZAR – De 2019 para 2020 – E QUANDO MUDAMOS DE SER E DE DEUS? – por MÁRIO DE OLIVEIRA

      Mudar de ano é inevitável. Mudar de Ser e de Deus é opcional. E é por demais evidente que apenas mudamos de ano, não mudamos de Ser nem de Deus. Mudar de ano é coisa de Calendário,

NOTA OFICIAL DA REITORIA DA UFRJ – UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO – 2017: AGIR PARA CONSTRUIR UM ANO LUMINOSO

OBRIGADO AO CAMILO JOSEPH Assessoria de Imprensa do Gabinete do Reitor NOTA OFICIAL Reitoria 2017: Agir para construir um ano luminoso O ano de 2016 foi muito áspero, a ponto de o jornal The Guardian ter escolhido “pós-verdade” como uma

A BARRACA – ENCONTRO IMAGINÁRIO com ANTÓNIO SÉRGIO, MARCELLO CAETANO e MANUEL DA FONSECA – 9 DE JANEIRO, 21.30.

Vamos entrar em 2017, e todos sabemos que vai ser um ano perigoso e instável com tantos actos eleitorais e o domínio ideológico em várias latitudes de uma inconcebível “marcha – atrás” no percurso de um Mundo melhor, mais decente

CARTA DE VENEZA – AGUARDANDO A PASSAGEM DE ANO – por Vanessa Castagna

Numa época do ano que deveria estar marcada pelos valores da Natividade, mesmo Veneza, apesar da sua atmosfera aparentemente atemporal, vive os reflexos dos grandes dramas internacionais. Nos últimos dias, por exemplo, foi colocada a ponte dedicada a Valeria Solesin,

EDITORIAL – PORTUGAL EM 2017

Estamos quase no fim do ano. Vêm aí as habituais avaliações, do ano político e dos restantes aspectos. Vamos ouvir falar da gerigonça, de Marcelo Rebelo de Sousa e da sua eleição, da diminuição do número de greves, da vitória

CRÓNICAS DO QUOTIDIANO – QUE 2016 QUEREMOS SER-VIVER? – por Mário de Oliveira

Cabe-me decidir que 2016 quero ser-viver. Sou Natureza consciência e isso faz toda a diferença relativamente aos demais seres. Na Natureza não há mortos. Só organismos vivos, onde cada ser é único e irrepetível. É por isso que os cemitérios

“PELO DIREITO AUGUSTO DE VIVER” por Luísa LobãoMoniz

“pelo direito augusto de viver”  Carlos Drummond de Andrade  Não sei que magia faz a alegria da passagem de ano contagiar  todas as pessoas, não escolher idades, não escolher género, não escolher estatuto social, não escolher continentes… Dão-se as boas