Posts Tagged: carta de braga

CARTA DE BRAGA – “sinto-me mal” por António Oliveira

Só sei que me sinto mal, mas não sei bem qual a razão! Estamos(estou) a safar-nos de um ‘corona’, ainda não totalmente livres de um outro drama, a crise financeira de 2008 que nos (me) trouxe o ‘austericídio’ de 2011 e hoje fui ‘agredido’

CARTA DE BRAGA – “relato sobre as minhas algibeiras” por António Oliveira

‘Aceito lições de quem é virtuoso, mas da Holanda, transformado no maior paraíso fiscal europeu, não aceito lições, era o que faltava! As lições aceito-as em alemão, não em flamengo!’ Este ‘desabafo’ de Romano Prodi, o economista italiano presidente da

CARTA DE BRAGA – “da cultura e da palavra” por António Oliveira

Manuel Gama não é actor de televisão, nem da netflix, não é jogador de futebol nem discute futebolices nos ecrãs, não aparece em calções mais um carrinho de compras no supermercado, não tem as câmaras dos ‘manhas’ de todos os dias,

CARTA DE BRAGA – “de adeus e escolhas” por António Oliveira

Adeus abraços, adeus beijos, adeus selfies! Não sei por quanto tempo, se será só para mim, se para os mais velhos, se só para quem sabe o significado dos termos responsabilidade e respeito, mas estou mesmo convencido que os efeitos daquele Adeus,

CARTA DE BRAGA – “de intelectuais e moscas” por António Oliveira

  Num dos seus últimos artigos, Boaventura Sousa Santos afirmou ‘O deus, o vírus e os mercados são as formulações do último reino, o mais invisível e imprevisível, o reino da gloria celestial ou da perdição infernal. Só ascendem a

CARTA DE BRAGA – “de livros e escritores” por António Oliveira

Todos os dias os ecrãs, grandes e pequenos, se perguntam, ou nos perguntam, quando volta a praia, os festivais, os futebóis, para no lado de cá discutirmos, enchermos páginas de jornais, da especialidade ou não, como se futuro mais ou

CARTA DE BRAGA – “um período complicado” por António Oliveira

O mundo está a atravessar um período complicado, talvez charneira, para uma outra época, mais humana, ou melhor, para sociedades onde o ser humano se possa sentir cómodo e respeitado, sabendo que lá, até poderá ter um passado, para poder

CARTA DE BRAGA – “como será?” por António Oliveira

Os últimos tempos, com as suas e nossas limitações, têm-me obrigado a pensar e a reflectir sobre este ‘ofício de viver’ nosso. A primeira questão que me pus, com certeza a primeira que todos se puseram, foi ‘quando acabará tudo

CARTA DE BRAGA – “do zoológico à esperança” por António Oliveira

Começo esta Carta com uma consideração esmagadora, feita pelo escritor e jornalista John Carlin que, de algum modo, nos pode situar, aos ocidentais, numa outra dimensão deste mundo, agora de pernas para o ar. Escreveu Carlin, ‘milhões de seres humanos

CARTA DE BRAGA – “para que serve um velho?” por António Oliveira

É esta a questão que me venho colocando desde a malfadada permanência da troika e dos seus ‘troikados’ adeptos (assumo este palavrão para não usar um dentro dos muitos que o vernáculo me permitiria usar) se assumiram com o mau

CARTA DE BRAGA – “para que serve um velho?” por António Oliveira

É esta a questão que me venho colocando desde a malfadada permanência da troika e dos seus ‘troikados’ adeptos (assumo este palavrão para não usar um dentro dos muitos que o vernáculo me permitiria usar) se assumiram com o mau

CARTA DE BRAGA – “da cerveja e da liberdade” por António Oliveira

Para um dia bem próximo, nosso também! Há talvez um ano, li no ‘Xilre’, um dos blogs que frequento, o que foi apresentado como sendo um antigo provérbio judio, afirmando-o já anteriormente escrito em sumério, para reforçar e dar a ideia da

CARTA DE BRAGA – “da memória e de tertúlias” por António Oliveira

Uma Carta para este dia! 25 de Abril, Dia da Liberdade ‘Liberdade, Liberdade, Quem disse que era mentira, Quero-te mais do que à morte, Quero-te mais do que à vida’, cantou José Afonso. Começo assim esta Carta, porque vivemos tempos em

CARTA DE BRAGA – “da farinha e da palavra” por António Oliveira

«A democracia é como a farinha, alimenta até o mais tonto, mas não deixa de ser farinha. É um sistema político que dá guarida a políticos de qualquer qualidade e ideologia. Há ladrões e honestos, competentes e ignorantes, moderados e

CARTA DE BRAGA – “de Thomas Mann, impostos e estupidez” por António Oliveira

Apetece, nestes tempos de quarentenas confinadas, mas não confitadas, reler e relembrar alguns autores que, andaram por temas afins ou parecidos, cujas obras são óptimas para refrescar neurónios. ‘A morte em Veneza’ de Thomas Mann, também decorre numa cidade isolada,