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  1. A importância de não esquecer, de não apagar a memória, de recordar que o “Estado Novo” era uma ditadura, cruel, vingativo e assassino.Ainda me incomoda a habilidade do auto-baptismo que nos faz chamar-lhe de “novo”, como se tratasse de algo bom e renovador quando era antigo regime, e de raiz inquisitorial.

  2. Pena não se conseguir ler bem os nomes. Sem ser de universidades, mas de serviços publicos conheço o nome do psiquiatra João dos Santos, impedido de texercer no Júlio de Matos por ter participado numa reunião do MUD. Foi trabalhar para Paris, de onde trouxe ideias novas, a psicanálise, por exemplo. Ele sofreu, a sua família também, mas, apesar de tudo, ganhou o país por tudo o que ele, a partir dessa experiência, veio mais tarde a construir.

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