RETRATOS COM HISTÓRIA – SYLVA KOSCINA – POR EDUARDO GAGEIRO

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Sylva Koscina. 1965. “Não tiras fotos daí”, disse ela, uma das maiores actrizes do cinema italiano de então, preocupada com o facto de o meu ângulo não lhe favorecer os olhos”.

Sylva Koscina, naquela segunda metade da década de cinquenta, foi a arma secreta da Cinecittà  como resposta às sex symbols que em Hollywood e noutras cinematografias europeias atraíam multidões às salas de exibição. Nascida na ex-Jugoslávia, de pai grego e mãe polaca, emigrou muito jovem para Itália e, com 22 anos, estreou-se no cinema no filme Siamo uomini o caporali? (1955) , realizado por Camillo Mastrocinque, e tendo como actor principal nem mais nem menos do que Totó. Nos anos seguintes, entrou em mais de uma centena de filmes, contracenando em alguns deles com actores como Ugo Tognazzi, Nino Manfredi e Alberto Sordi. (CL/MS)

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