De 11/01 a 17/01/2015
SUMÁRIO DOS TEMAS PUBLICADOS:
MAIS RELEVANTE DA SEMANA
O grito de vitória de Cristiano Ronaldo e a lembrança de Eusébio
POLITICA
– Lajes. Porque retiram os americanos? O que perde Portugal? O que vai acontecer
– Alberto João Jardim – Será que esta herança é normal?
– Mário Soares. “A democracia em Portugal não existe”
ECONOMIA E FINANÇAS
– Acordo comercial EUA-EU
– Portugal emite 5,5 milhões de Euros em dívida
– Euro mantém-se abaixo de 1,18 dólares
– Valorização do Franco Suíço
– Volatilidade dos mercados financeiros
– Eleições na Grécia – o Momento clarificador da situação do EURO ?
– Petróleo a caminho dos 30 dólares por barril
– Crise em Angola
SOCIEDADE
– Massacre na Nigéria. Boko Haram pode ter assassinado dois mil civis
– Portugal visto por António Lobo Antunes
– Políticos presos versus presos políticos
– Irrequietos, instáveis, cansados ou… com sono?
– Os altos e baixos (personagens públicas) da semana no jornal Expresso
CULTURA
– Livros 2015
– Infoscola
SÁUDE
– 15 regras para a saúde
– A doença de Alzheimer
– A depressão
AMBIENTE
– A conspiração da carne
TECNOLOGIA
– Google disponibiliza funcionalidade “Indoor Maps” em Portugal
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MAIS RELEVANTE DA SEMANA
O grito de vitória de Cristiano Ronaldo
O melhor jogador do mundo, Cristiano Ronaldo, recebeu pela terceira vez na carreira, aos 29 anos, o troféu máximo da FIFA, depois de uma época excepcional. Veja ou reveja o momento da entrega da Bola de Ouro ao internacional português, que agradeceu em português e terminou o discurso com um grito peculiar, o grito de guerra do Real Madrid.
http://sicnoticias.sapo.pt/especiais/boladeouro2014/2015-01-12-Ronaldo-de-Ouro-pela-terceira-vez
JORNAL EXPRESSO SEMANÁRIO REVISTA E 2015/01/17
O FUTURO FOI ONTEM
Do tempo em que o Benfica ganhava tudo. Foi há 50 anos. Depois de o Real Madrid ter dominado a Europa, foi a vez do Benfica. Ganhou a Taça dos Campeões Europeus em 1960/61e 1961/62 e foi as finais de 1962/63, 1964/65 e 1967I68.
0 Sporting teve a sua equipa de luxo nos anos 50, ainda não existiam competições europeias deste calibre. E então foi Eusébio o primeiro português a conquistar a Bola de Ouro, o título individual mais desejado por um futebolista.
Figo venceria 35 anos depois. E Cristiano Ronaldo levaria para casa o terceiro troféu, meio seculo após o Pantera Negra.
POLITICA
– Lajes. Porque retiram os americanos? O que perde Portugal? O que vai acontecer
Noticia Expresso diário 13/01/2015
http://leitor.expresso.pt/#470
– Alberto João Jardim – Artigo de opinião de SÃO JOSÉ ALMEIDA no Jornal público on-line de 17/1/2015
Será que esta herança é normal?
http://www.publico.pt/n1682446
– Mário Soares. “A democracia em Portugal não existe”
Declarações do ex-Presidente na apresentação do seu mais recente livro, uma coletânea de entrevistas de Mário Mesquita.
Pedro Cordeiro |
Noticia expresso sapo de 15/01/2015

http://expresso.sapo.pt/mario-soares-a-democracia-em-portugal-nao-existe=f906602#ixzz3P2FoQmzU
ECONOMIA E FINANÇAS
– Acordo comercial EUA-EU
Europeus cépticos sobre a solução para conflitos no acordo comercial EUA-UE
LUSA 13/01/2015
Os procedimentos de arbitragem entre Estados e multinacionais, no quadro de um acordo futuro de comércio livre entre a União Europeia e os EUA, suscitam “um enorme cepticismo” entre os europeus, reconheceu nesta terça-feira a Comissão Europeia.
A admissão deste cepticismo foi feita pela Comissão Europeia, ao divulgar a sua análise de uma vasta consulta sobre o assunto. “A consulta mostra claramente a existência de um enorme cepticismo” em relação ao designado mecanismo de protecção dos investimentos, reconheceu, em comunicado, a comissária do Comércio, Cecilia Malmstrom.
Das cerca de 150 mil respostas a um questionário, “a grande maioria, isto é, 97%, comunicada por plataformas em linha ou por grupos de interesse, continha respostas negativas” sobre o ISDS, especificou a Comissão.
O mecanismo, que permite às multinacionais contestar as políticas dos governos nacionais perante os tribunais de arbitragem, que são jurisdições de direito privado, é muito contestada pela opinião pública europeia. Este ponto está congelado nas negociações transatlânticas desde o lançamento desta consulta pelo antecessor de Malmstrom, o comissário Karel De Gucht.
Antes de assumir as actuais funções, Malmstrom tinha reconhecido que esta questão suscitava “imensas inquietações” e defendido que fosse “excluída do acordo de comércio livre com os EUA”. A Comissão vai agora “organizar uma série de reuniões para consultas com os Estados membros, o Parlamento Europeu, os parlamentos dos Estados membros e as partes envolvidas, como as organizações não-governamentais, empresas, sindicatos, associações de defesa dos consumidores e do ambiente”.
Depois destas consultas, previstas para começar este trimestre, a Comissão “vai elaborar propostas específicas para as negociações” com os EUA. A Comissão recordou que foram os Estados membros que lhe solicitaram a inclusão da protecção dos investimentos nas negociações do pacto transatlântico, “desde que fossem respeitadas algumas condições”.
Malmstrom adiantou que os países da União Europeia têm 1400 acordos bilaterais deste tipo, “na sua grande maioria sem as garantias que a União Europeia gostaria de ver”, e garantiu que “a Comissão nunca poderia admitir um acordo que nivelasse por baixo ou limitasse o direito dos governos (europeus) a regulamentar”. Por exemplo, o secretário do Comércio francês, Matthias Fekl, já disse que a França “nunca aceitará que jurisdições privadas ponham em causa as escolhas democráticas dos povos soberanos”.
– Portugal emite 5,5 milhões de Euros em dívida
Pedro Latoeiro
Diário Ecónomico 2015/01/13
Emissão de obrigações a 10 e a 30 anos assegura metade das necessidades de financiamento líquidas do Estado para este ano.
A agência que gere o crédito público, o IGCP, levantou hoje dos mercados 5,5 mil milhões de euros. Um montante que assegura metade das necessidades de financiamento do Estado – excluindo amortizações de dívida – em 2015.
Na linha a 10 anos Portugal colocou 3,5 mil milhões de euros a troco de um prémio de 212 pontos base face à taxa de referência o que, a preços de mercado, significa um juro de 2,869%.
Já no prazo a 30 anos o Tesouro levantou dois mil milhões de euros. Aqui o prémio ascendeu a 282 pontos base, o que reflecte uma taxa de juro final próxima de 4,126%.
A procura total terá ascendido a 14 mil milhões de euros, quase três vezes mais do que a procura disponível. O Estado terá conseguido mais fundos do que o inicialmente estimado. Apesar de, oficialmente, não ter sido divulgado um montante indicativo, o Económico sabe que o IGCP apontava para quatro mil milhões de euros.
– Euro mantém-se abaixo de 1,18 dólares
http://dinheirodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=225440#.VLcm9Ti-1z0.mailto
JORNAL SEMANÁRIO EXPRESSO 17/01/205
– Valorização do Franco Suíço
Valorização do franco suíço atira corretoras para a falência
JOSÉ MANUEL ROCHA 16/01/2015 – publico
– Eleições na Grécia – o Momento clarificador da situação do EURO ?
JORNAL SEMANÁRIO EXPRESSO 17/01/205
– Petróleo a caminho dos 30 dólares por barril
JORNAL SEMANÁRIO EXPRESSO 17/01/205
– Crise em Angola
JORNAL SEMANÁRIO EXPRESSO 17/01/205

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SOCIEDADE
– Massacre na Nigéria. Boko Haram pode ter assassinado dois mil civis
http://rr.sapo.pt/informacao_detalhe.aspx?fid=1&did=174388
– Portugal visto por António Lobo Antunes
Agora sol na rua a fim de me melhorar a disposição, me reconciliar com a vida.
Passa uma senhora de saco de compras: não estamos assim tão mal, ainda compramos coisas, que injusto tanta queixa, tanto lamento.
Isto é internacional, meu caro, internacional e nós, estúpidos, culpamos logo os governos.
Quem nos dá este solzinho, quem é? E de graça. Eles a trabalharem para nós, a trabalharem, a trabalharem e a gente, mal agradecidos, protestamos.
Deixam de ser ministros e a sua vida um horror, suportado em estoico silêncio. Veja-se, por exemplo, o senhor Mexia, o senhor Dias Loureiro, o senhor Jorge Coelho, coitados. Não há um único que não esteja na franja da miséria. Um único. Mais aqueles rapazes generosos, que, não sendo ministros, deram o litro pelo País e só por orgulho não estendem a mão à caridade.
O senhor Rui Pedro Soares, os senhores Penedos pai e filho, que isto da bondade as vezes é hereditário, dúzias deles.
Tenham o sentido da realidade, portugueses, sejam gratos, sejam honestos, reconheçam o que eles sofreram, o que sofrem. Uns sacrificados, uns Cristos, que pecado feio, a ingratidão.
O senhor Vale e Azevedo, outro santo, bem o exprimiu em Londres. O senhor Carlos Cruz, outro santo, bem o explicou em livros. E nós, por pura maldade, teimamos em não entender. Claro que há povos ainda piores do que o nosso: os islandeses, por exemplo, que se atrevem a meter os beneméritos em tribunal.
Pelo menos nesse ponto, vá lá, sobra-nos um resto de humanidade, de respeito.
Um pozinho de consideração por almas eleitas, que Deus acolherá decerto, com especial ternura, na amplidão imensa do Seu seio. Já o estou a ver:
– Senta-te aqui ao meu lado ó Loureiro
– Senta-te aqui ao meu lado ó Duarte Lima
– Senta-te aqui ao meu lado ó Azevedo
que é o mínimo que se pode fazer por esses Padres Américos, pela nossa interminável lista de bem-aventurados, banqueiros, coitadinhos, gestores, que o céu lhes dê saúde e boa sorte e demais penitentes de coração puro, espíritos de eleição, seguidores escrupulosos do Evangelho. E com a bandeirinha nacional na lapela, os patriotas, e com a arraia miúda no coração. E melhoram-nos obrigando-nos a sacrifícios purificadores, aproximando-nos dos banquetes de bem-aventuranças da Eternidade.
As empresas fecham, os desempregados aumentam, os impostos crescem, penhoram casas, automóveis, o ar que respiramos e a maltosa incapaz de enxergar a capacidade purificadora destas medidas. Reformas ridículas, ordenados mínimos irrisórios, subsídios de cacaracá? Talvez. Mas passaremos semdificuldade o buraco da agulha enquanto os Loureiros todos abdicam, por amor ao próximo, de uma Eternidade feliz. A transcendência deste acto dá-me vontade de ajoelhar à sua frente. Dá-me vontade? Ajoelho à sua frente indigno de lhes desapertar as correias dos sapatos.
Vale e Azevedo para os Jerónimos, já!
Loureiro para o Panteão já!
Jorge Coelho para o Mosteiro de Alcobaça, já!
Sócrates para a Torre de Belém, já! A Torre de Belém não, que é tão feia. Para a Batalha.
Fora com o Soldado Desconhecido, o Gama, o Herculano, as criaturas de pacotilha com que os livros de História nos enganaram. Que o Dia de Camões passe a chamar-se Dia de Armando Vara. Haja sentido das proporções, haja espírito de medida, haja respeito.
Estátuas equestres para todos, veneração nacional. Esta mania tacanha de perseguir o senhor Oliveira e Costa: libertem-no. Esta pouca vergonha contra os poucos que estão presos, os quase nenhuns que estão presos como provou o senhor Vale e Azevedo, como provou o senhor Carlos Cruz, hedionda perseguição pessoal com fins inconfessáveis.
Admitam-no. E voltem a pôr o senhor Dias Loureiro no Conselho de Estado, de onde o obrigaram, por maldade e inveja, a sair.
Quero o senhor Mexia no Terreiro do Paço, no lugar de D. José que, aliás, era um pateta. Quero outro mártir qualquer, tanto faz, no lugar do Marquês de Pombal, esse tirano. Acabem com a pouca vergonha dos Sindicatos. Acabem com as manifestações, as greves, os protestos, por favor deixem de pecar.
Como pedia o doutor João das Regras, olhai, olhai bem, mas vêde. E tereis mais fominha e, em consequência, mais Paraíso. Agradeçam este solzinho.
Agradeçam a Linha Branca.
Agradeçam a sopa e a peçazita de fruta do jantar.
Abaixo o Bem-Estar.
Vocês falam em crise mas as actrizes das telenovelas continuam a aumentar o peito: onde é que está a crise, então? Não gostam de olhar aquelas generosas abundâncias que uns violadores de sepulturas, com a alcunha de cirurgiões plásticos, vos oferecem ao olhinho guloso? Não comem carne mas podem comer lábios da grossura de bifes do lombo e transformar as caras das mulheres em tenebrosas máscaras de Carnaval.
Para isso já há dinheiro, não é? E vocês a queixarem-se sem vergonha, e vocês cartazes, cortejos, berros. Proíbam-se os lamentos injustos.
Não se vendem livros? Mentira. O senhor Rodrigo dos Santos vende e, enquanto vender o nível da nossa cultura ultrapassa, sem dificuldade, a Academia Francesa.
Que queremos? Temos peitos, lábios, literatura e os ministros e os ex-ministros a tomarem conta disto.
Sinceramente, sejamos justos, a que mais se pode aspirar?
O resto são coisas insignificantes: desemprego, preços a dispararem, não haver com que pagar ao médico e à farmácia, ninharias. Como é que ainda sobram criaturas com a desfaçatez de protestarem? Da mesma forma que os processos importantes em tribunal a indignação há-de, fatalmente, de prescrever. E, magrinhos, magrinhos mas com peitos de litro e beijando-nos uns aos outros com os bifes das bocas seremos, como é nossa obrigação, felizes.
António Lobo Antunes
– Políticos presos versus presos políticos
JORNAL SEMANÁRIO EXPRESSO 17/01/2015

– Irrequietos, instáveis, cansados ou… com sono?
OPINIÃO de JOSÉ MORGADO no jornal publico on line 16/01/2015
http://www.publico.pt/n1682456
– Os altos e baixos (personagens públicas) da semana no jornal Expresso

CULTURA
– Livros 2015
Para melhor entendermos o mundo
16/01/2015
Um ano de apostas na não-ficção para os leitores que querem interpretar a actualidade e também de literatura polémica
Quando se olha para o que vai ser publicado em Portugal nos próximos meses, essa tendência parece ter sido levada em conta. Na editora Gradiva, ate ao final do ano, ficara praticamente concluída a recolha e a edio de toda obra publicada ate ao momenta do académico Eduardo Louren e que estava dispersa. Começa com Do Brasil: FascinioeMiragem este mês; Sobre a Pintura em Marco; Salazar como Questionou em Maio;Requiempor Alguns Vivos em Julho;0 Cinema como Mitologia cultural em Setembro; Estudos Camonianos (título provis6rio) em Novembro. Também entre os lançamentos editoriais marcantes dos pr6ximos meses, ainda sem título em português, esta aquele que foi considerado o livro estrangeiro mais importante publicado em França em 2013 obtendo o Premio Médicis para livro estrangeiro: La Fin de L’Homme Rouge, da escritora e jornalista de investigação Svetlana Alexievitch, que o ano passado apareceu como forte candidata ao Nobel da Literatura. Esta a ser traduzido do russo pela Porto Editora que o publicara em Abril. “A escritora e um fruto da situação criada com a Perestroika e com a queda do imperio sovietico. Ela e uma russa, na verdade nascida na Ucrânia e de família bielorussa. Este livro e o retrato do homem soviético antes e depois da Perestroika, conta-nos como era a vida quotidiana de um cidadão soviético antes da Perestroika e o que passou a ser depois”, diz o editor. Na Rel6gio D’Agua, em Fevereiro, será publicado O Que Quer a Europa? de Slavoj Zizek e de Srecko Horvat com prefacio de Alexis Tsipras.
De um dos comentadores econ6micos mais influentes do mundo, o editor do Financial Times Martin Wolf ver-se-á no Clube do Autor, The shift and the schocks, um livro sobre aquilo que aprendemos – e ainda temos de aprender – com a crise financeira. E na Bertrand, este mês, sairá. A Ética das Finanr;as, de Robert J. Shiller, Nobel da
Economia em 2013, uma visão analítica do sistema financeiro e de como este deve funcionar. Também os autores dos best-sellers Freakonomics e Superfrealwnomics, Steven Levitt e Stephen Dubner estão de volta com Pense coma um Freak, na Presença.
Um livro “hibrido” da espanhola Rosa Montero, escrito depois da morte com cancro do companheiro com quem a escritora viveu 21 anos e inspirado no diário que Marie Curie escreveu depois da morte do marido, A Ridícula ideia de nlio voltar e ver-te sai este m& na Porto Editora. Começa com a frase: “Como no he tenido hijos, lo mas importante que me ha sucedido en la vida son mis muertos”. Em Maio, na mesma editora, vai ser publicado 1889, do jornalista e escritor brasileiro Laurentino Gomes, livro que encerra a sua premiadíssima trilogia e que recebeu o Premio Jabuti para o Melhor Livro de Nao-fici;iio 2014.
O quinto volume da Hist6ria de Portugal – Os Filipes de Ant6nio Borges Coelho sairá em Maio na Caminho e para Setembro ou Outubro, e editora prevê Dicirios du Prislio, de Luandino Vieira.
Em ano de centenário da revista Orpheu, haverá uma programação na Assirio & Alvim com uma forte presença dos modernistas e na Coleção Pessoa, dirigida por Jer6nimo Fizarro na Tinta-da-china, saira em Ma 1915, o Ano do Orpheu – edii;iiofac similada.
As vidas deles
Uma biografia de Agostinho da Silva (1906-1994), intitulada O Estranhíssimo Colosso, realizada pelo académico Ant6nio Candido Franco e esperada na Quetzal, em Fevereiro. E na Planeta, em Abril, será contada a hist6ria do narcotraficante Pablo Escobar pelo seu filho em Meu Pai, de Juan Pablo Escobar. No mesmo m&, na Planeta sairá a autobiografia do actor que se tornou uma Jenda dos Monty Python: Entlio, de qualquer maneira…de John Cleese.
Na Coleção de Viagens, dirigida por Carlos Vaz Marques na Tinta-da-china sera
Lançado em Janeiro Era Uma Vezem Goa, de Paulo Varela Gomes e em Ma, o classico Vzagem a Volta do Meu Quarto, de Xavier de Maistre. Em Setembro, na
Antígona sairá La Nebbiosa (titulo original) do guião-romance de Pier Paolo Pasolini que estava inédito na sua versão integral. “Do guião inicial, repleto de referências politicas e sociol6gicas, (quase) nada ficou, nem mesmo o título, no filme realizado por Pino Serpi e Gian Rocco e proibido a menores de 18 anos, exibido numa única sala de Milão”, segundo o editor.
Deu polémica
Entre os lançamentos mais importantes deste primeiro semestre esta Submissiio, o romance polémico de Michel Houellebecq a publicar pela Alfaguara (ver capa). A coletânea de contos da autora duas vezes distinguida com o Man Booker Prize, Hilary Mantel, e que tambem causou polémica no Reino Unido, OAssassinato de Margaret Thatcher saira em Março na Jacaranda. E o mais recente romance de Martin Amis, The Zone of Interest, uma abordagem satírica dos campos de concentração, sera publicado pela Quetzal.
Muitos prémios chegarão este ano as livrarias portuguesas. Os mais recentes livros do Nobel da Literatura 2014, Patrick Modiano, L’Herbedes nuits e Pour que tu ne te perdes pas dans le quartier são lançados pela Porto Editora. A obra que recebeu o Man Booker Prize 2014, A Senda Estreita do Norte Profundo, de Richard Flanagan esta
Prevista para Fevereiro na Rel6gio D’Agua. O Premio Femina 2013,A Estagiio da Sombra, de Leonora Miano, sairá na Antígona em Abril. 0 Premio Alfaguara 2014, 0 mundo de fora, de Jorge Franco e Asi empieza lo malo, o novo romance de Javier Macias, considerado pelos críticos do Babelia como a obra mais importante publicada em Espanha o ano passado sairão na Alfaguara.
O segundo volume de A Minha Luta, de Karl Ove Knausgiird: 0 Homem Enamorado vai ser lançado pela Rel6gio D’Agua em Maio e a Sextante termina a publicação da saga de Edward St Aubyn com o quinto volume Par Fim, em Abril.
Na Quetzal, sem data, sairá Cifra, do chin@s Mai Jia uma das apostas do ano. Na Gradiva esperam-se os romances de Ian McEwan (The Children Act, Mari;o), de Kazuo Ishiguro (The Burried Giant, Abril), de Peter Carey (Amnesia, Agosto) e de Umberto Eco (Numero Zero, Maio). Na Marcador ainda sem título em português sairão os romances Imperial Bedrooms, de Bret Easton Ellis e Beautiful You,de Chuck Palahniuk.
Dois livros que s6 serão publicados nos Estados Unidos na pr6xima rentrée, em Setembro, estão já agendados para sair em Portugal na Dom Quixote. 0 colossal City on Fire, de Garth Risk Hallberg, que tem mil páginas e foi a sensação da Feira do Livro de Londres de 2013, sera publicado ainda sem data e em Outubro podemos contar com Purity de Jonathan Franzen.
Portugueses na ficção e poesia
Quanto as novidades de autores portugueses sabe-se que a autora de culto Teresa Veiga, regressa a ficção com um livro de contos, a sair em Mari;o na Coleção de Ficção
de Língua Portuguesa da Tinta-da-china. Antonio Lobo Antunes terá novo romance em
Outubro, Da Natureza dos Deuses (D. Quixote). Haverá. novo romance de Mia Couto, ainda sem título, na Caminho em Junho ou Outubro. Novo romance de Pepetela e livro em prosa de Nuno Júdice (D. Quixote).
Esperam-se também novos dois novos romances de João Tordo bem como um romance e uma nova enciclopédia da est6ria universal de Afonso Cruz (na Alfaguara). Novos romances de Pedro Vieira (Quetzal), de Jorge Reis-Sá (Guerra & Paz), dos prémios
LeYa João Ricardo Pedro (D. Quixote) e Nuno Camarneiro (Se Eu Fosse Chao, D. Quixote em Abril), Inês Pedrosa (Desamparo, em Fevereiro na D. Quixote) e um novo romance de Ana Margarida de Carvalho, Grande Premio de Romance e Novela APE, na Teorema.
Em Outubro, publicar-se-á na D. Quixote, a Antologia Poética de Adónis com tradução e Organização de Nuno Júdice. Em Fevereiro, na Rel6gio D’Agua sairá Milreos, de João Miguel Fernandes Jorge e na Assírio & Alvim, um novo livro de poemas de Adilia
Lopes, Manha.. Em Março, uma edição da Obra Poética de Sophia de Mello Breyner Andresen na mesma editora incluirá alguns poemas inéditos que integram o espólio da autora em depósito na Biblioteca Nacional.
– Infoscola
Novo portal mostra as escolas em números
LUSA13 de Janeiro de 2015, às 15:21
O Ministério da Educação lançou hoje um portal eletrónico em que apresenta indicadores do desempenho escolar por estabelecimento de ensino, com dados que permitem aferir se há desfasamentos entre as notas internas e de exames e a evolução dos alunos.
De acordo com o ministro da tutela, Nuno Crato, a nova ferramenta – Portal InfoEscolas – serve para que os diretores escolares e os professores possam “acompanhar melhor os alunos”, avaliando os seus percursos, mas também para que os pais e os jovens possam “intervir na mais na escola”, comparando os resultados com os apresentados por outros estabelecimentos de ensino, questionando se há desfasamento nas notas e porquê.
“Os dados estão neste momento construídos com critérios que são mais claros. Mais informação é mais poder para intervir e melhorar”, defendeu Nuno Crato, em Lisboa, durante a apresentação do Portal InfoEscolas: Estatísticas do Ensino Secundário.
SÁUDE
– 15 regras para a saúde
REVISTA VISÃO
15 truques simples que podem mesmo fazer a diferença na sua saúde em 2015
Nem sempre as alterações radicais são o melhor caminho. O que se segue é uma lista de 15 pequenos passos que pode começar a seguir já hoje para se tornar mais saudável neste novo ano
– A doença de Alzheimer
Alzheimer… bem explicado em filme de 3 minutos…!!!! Vale a pena.
O vídeo é curto, didático, legendado em português, e serve principalmente para quem vive dando palpite a respeito e fazendo piadinha, sem ter a menor ideia do que é a doença.
– A depressão
A depressão é um problema físico?
Semanário o Expresso Revista E
Novos estudos atestam que a depressão é uma condição mais física do que psíquica.
Há quem discorde
SIM
Diz-se que é a epidemia do seculo XXI. Mas dos mecanismos da depressão sabe-se pouco. Alteração química no cérebro ou faIha
do Sistema imunitário, existem várias teorias sobre o assunto. No entanto. Estudos recentes apontam no sentido de a depressão ser mais uma doença física do que pslquica. Na semana passada foi divulgada uma pesquisa conduzida por George Slavich, psicólogo clinico na Universidade da Califórnia. em Los Angeles. que conclui que “‘a depressão é um processo Inflamatório'”. “Uma doença que envolve corpo e mente na mesma medida”. Para o investigador, a chave reside na inflamação. Uma parte do Sistema imunitário que dispara quando deteta um foco que necessita de intervenção. 0 “alarme” é dado pelas citocinas (grupo de moléculas envolvidas na emissão de sinais entre células ao desencadear as respostas imunes que colocam o cérebro em “modo doente – ou seja. a não querer fazer nada e sem reação. características válidas para quem está doente e para quem está deprimido. Um outro estudo, levado a cabo pelo professor de neurociência Turhan CanIi da Universidade Stony Brook.em Nova lorque. Aponta na mesma direção. Este especialista argumenta que a depressão é um processo essencialmente físico e que devia ser considerada uma doença infecciosa.
NÃO
O psiquiatra António Coimbra de Matos. 85anos
– e mais de 60 de prática -• é considerado o maior especialista em depressão do país. Para ele “é difícil separar o físico do psicol6gico. Somos um todo. E a depressão é uma reação do organismo como um todo”. 0 Psiquiatra defende que o estudo vem na senda de “uma tendência recente. que consiste em dar mais importância aos dados objetivos do que aos subjetivos, os psicológicos, mais difíceis de agarrar e de definir. Segundo ele. As hormonas desencadeiam o comportamento, mas o mesmo também acontece no sentido inverso. Por exemplo.uma pessoa deprimida produz menos serotonina”.lsso consegue tratar-se “revendo a história do paciente, as suas perdas, recebendo a atenção do terapeuta com quem o paciente cria uma relação.e levando-o a perceber as suas perspetivas.”Mas da sua experiencia “os antidepressivos são os medicamentos psicotrópicos menos eficazes de todos”. Para Coimbra de Matos.” A parte psicológica da depressão é primordial sobre a parte física “.A decisão de ficar bem tem de partir da mente antes de chegar ao corpo. 0 Clínico define a depressão como desanimo.falta de ânimo (do latim animus. que significa ‘”alma coragem, desejo, mente”,e está relacionado com a “anima”, que designa “ser vivo,esplrito,coragem.disposição”). É uma desmotivação generalizada: a pessoa come menos, convive menos. sai menos, tem menos entusiasmo. menos projetos…” As sociedades atuais são propicias à depressão e as Crises económicas só as agravam, diz o especialista.”Nas grandes urbes, é fácil não termos relações Próximas com muita gente. Temos muitas relações superficiais, mas poucas relações íntimas, profundas. Sem relações profundas, sem a sensação de que se é amado e importante para o outro.é fácil deprimir. As crises económicas são pasto fértil para depressões por causa da “falta de horizonte” que se instala, OU “a perda de estatuto social
KATYA OELIMBEUF
AMBIENTE
– A conspiração da carne
Jornal semanário expresso 2015/01/17

TECNOLOGIA
– Google disponibiliza funcionalidade “Indoor Maps” em Portugal
LUSA13 de Janeiro de 2015
A empresa Google anunciou que disponibiliza, a partir de hoje, em Portugal, a funcionalidade “Indoor Maps”, que permite visualizar mapas interiores detalhados, encontrar pontos de interesse no interior de instalações e obter informação útil.
O lançamento desta funcionalidade em Portugal contou com a colaboração e o envolvimento de diferentes parceiros nacionais locais, “que permitiram desenvolver esta funcionalidade em estações de transporte públicos – metropolitano e comboio -, museus, universidades, centros comerciais, palácios, entre outros espaços nacionais”, afirma a Google em comunicado.
Os museus de Marinha, da Fundação Calouste Gulbenkian e o Centro de Arte Moderna José de Azeredo Perdigão, o Palácio da Pena, o Palácio Nacional de Sintra, os armazéns El Corte Inglês, em Lisboa e Vila Nova de Gaia, a Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e o Instituto Superior Técnico são alguns dos 49 espaços incluídos no lançamento.











