UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (281)

OVAR FOI ATÉ S. PEDRO DE RATES

 

 

 

Por causa das comemorações dos 180 anos do nascimento de Joaquim Guilherme Gomes Coelho, o nosso Júlio Dinis, organizou a Câmara Municipal de Ovar em parceria com a Junta de Freguesia de S. Pedro de Rates, comissariada pelos drs. António França, Raquel Elvas e Paulo Sá Machado, e com o apoio da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim, uma Exposição no Núcleo Museológico de S. Pedro de Rates.

Esta Exposição, que se encontra aberta ao público até ao dia 2 de Junho, é composta por óleos, brochuras, primeiras edições de livros e outras edições, tudo relativo a este nome maior da literatura portuguesa, e que fazem parte do espólio do Museu Júlio Dinis, e merece ser visitada. Pode, e deve, aproveitar-se para visitar, ou re-visitar, o centro histórico de S. Pedro de Rates.

 

Museu Júlio Dinis – Uma casa Ovarense

Casa e quarto principal

Nesta casa, que pertencia à tia do escritor, Júlio Dinis escreveu, em 1863, alguns dos seus livros e poemas.

.

Algumas imagens da inauguração da Exposição que teve a finalizar, uma mostra – degustação de Pão-de-Ló de Ovar, acompanhado de vinho do Porto, que nos foi apresentado pela Confraria do Pão de Ló de Ovar que, devemos dizer, era do melhor que alguma vez provamos.

 

Dr. Nunes, Presidente da Confraria do Pão de Ló de Ovar, Dr. Paulo Sá Machado, Comissário da Exposição, Drº António França, Director da Casa Museu Júlio Dinis,

Dr. Luís Diamantino, Vice-Presidente da Câmara Municipal da Póvoa de Varzim e Dr. Paulo João, Presidente da Junta de Freguesia de S. Pedro de Rates.

 

 

 

 

..

.

 

 

FOZ LITERÁRIA – Próximo dia 15 de Maio, quarta-feira.

“AS FÉRIAS NÃO TARDAM AÍ”

Com:

José Augusto Maia Marques

Francisco Mesquita Guimarães

Joaquim Pinto da Silva

José Fernando Magalhães

.

Comissário: – José Valle de Figueiredo

Forte de São João Baptista da Foz do Douro, às 18h30

.

(a sua presença é essencial)

.

 

.

.

.

 

 

 

 

About José Fernando Magalhães

Escrevo e fotografo pelo imenso prazer que daí tiro

3 comments

  1. Maria Sá Pires

    Sempre apreciei Júlio Dinis .
    Não compreendo porque está no baú das lembranças .
    Assim ,os jovens nunca serão capazes de compreender Amores simples .
    Maria

    Gostar

  2. Adriano Silva

    Muito interessante a reportagem. Eu conheço a igreja, já a visitei numa feira medieval e a minha filha recentemente foi aí a um parque radical numa visita de estudo de Moral…

    Gostar

  3. Pingback: UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (281) | joanvergall

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão /  Alterar )

Google photo

Está a comentar usando a sua conta Google Terminar Sessão /  Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão /  Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão /  Alterar )

Connecting to %s

This site uses Akismet to reduce spam. Learn how your comment data is processed.

%d bloggers like this: