O edifício de cor amarela (1ª. foto) pertenceu à falecida D. Isabel Ramalho Ortigão, sobrinha-neta do escritor José Duarte Ramalho Ortigão. Ramalho Ortigão (1836 – 1915) também viveu neste edifício. O prédio à data tinha um terreno que confrontava com a Rua Alto de Vila e a Viela do Caminho Novo. O escritor gostava de passear a cavalo nas ruas da Foz do Douro.
A Viela do Caminho Novo tinha início na Rua Padre Luís Cabral (antiga: Rua Direita e Rua Central) e fim na Rua da Trinitária.
A toponímia portuense dividiu-a com dois nomes e assim até à Rua Alto de Vila chama-se Rua Dom Miguel da Silva. A segunda foto retrata a actual Viela do Caminho Novo, que tem início na Rua Alto de Vila e fim na Rua da Trinitária, na Foz do Douro.
A Rua Bela (4ª. foto) tem início na Rua do Passeio Alegre e fim na Rua Padre Luís Cabral.
Tem um dos cinco Passos da Foz do Douro, construídos entre 1752 e 1767, segundo o risco de Manuel dos Santos Porto.
De 1926 a 1973, em edifício próprio, doado pelo Conde da Covilhã, teve um hospital especializado em doenças de poliomielite.
Em 1943 a Beata Alexandrina Maria, de Balazar, esteve internada 40 dias no Refúgio da Paralisia Infantil, para estudo das faculdades mentais da doente, sob a vigilância de um grupo de médicos dirigidos pelo Dr. Henrique Gomes de Araújo.
O edifício de cor amarela (1ª. foto) pertenceu à falecida D. Isabel Ramalho Ortigão, sobrinha-neta do escritor José Duarte Ramalho Ortigão. Ramalho Ortigão (1836 – 1915) também viveu neste edifício. O prédio à data tinha um terreno que confrontava com a Rua Alto de Vila e a Viela do Caminho Novo. O escritor gostava de passear a cavalo nas ruas da Foz do Douro.
A Viela do Caminho Novo tinha início na Rua Padre Luís Cabral (antiga: Rua Direita e Rua Central) e fim na Rua da Trinitária.
A toponímia portuense dividiu-a com dois nomes e assim até à Rua Alto de Vila chama-se Rua Dom Miguel da Silva. A segunda foto retrata a actual Viela do Caminho Novo, que tem início na Rua Alto de Vila e fim na Rua da Trinitária, na Foz do Douro.
A Rua Bela (4ª. foto) tem início na Rua do Passeio Alegre e fim na Rua Padre Luís Cabral.
Tem um dos cinco Passos da Foz do Douro, construídos entre 1752 e 1767, segundo o risco de Manuel dos Santos Porto.
De 1926 a 1973, em edifício próprio, doado pelo Conde da Covilhã, teve um hospital especializado em doenças de poliomielite.
Em 1943 a Beata Alexandrina Maria, de Balazar, esteve internada 40 dias no Refúgio da Paralisia Infantil, para estudo das faculdades mentais da doente, sob a vigilância de um grupo de médicos dirigidos pelo Dr. Henrique Gomes de Araújo.
Obrigado António Tavares.
É uma mais-valia, para estas minhas crónicas fotográficas a sua contribuição cheia de sabedoria.
Abraço