UMA CARTA DO PORTO – Por José Fernando Magalhães (635)

 

OS NOVOS JARDINS DA CIDADE DO PORTO

 

Medram às centenas os pequenos e viçosos jardins na nossa cidade.

Cuidados com extremo zelo por quem de direito, são uma mais-valia para a cidade.

Tenho o privilégio de morar numa zona bonita e arejada do meu Porto, com ruas asseados, com arvoredo bem tratado e com vizinhos que se importam com o aspecto que as suas ruas têm.

Os exemplos que aqui trago são da minha área residencial, mas, a Câmara e os seus serviços têm tido um extremo cuidado em fazer proliferar estes melhoramentos por toda a Invicta.

Como poderão verificar, as plantas estão viçosas e bem crescidas, havendo até bastantes que se transformaram em ligeiros jardins particulares, já que estão bem encostadas às casas, e nesses casos os respectivos proprietários não têm tido o devido cuidado em tratar delas, o que é pena, como já escrevi numa outra crónica, aqui há atrasado.

Assim, aqui vos deixo os exemplos que trouxe – havendo milhares de outros, desde o mar e o rio até à Circunvalação, e para além, nas partes em que ainda é cidade, muitos deles, muito mais bem tratados do que estes, dado que as plantas estarão bem mais desenvolvidas – com um veemente agradecimento aos serviços camarários que tão bem cuidam da nossa cidade.

 

 

Fotografias tiradas com telemóvel sem qualquer tratamento

5 Comments

  1. Amigo José Magalhães,
    Parabéns pelas excelentes fotos, mesmo sem tratamento.
    Em relação aos novos jardins o que ouvi um responsável camarário dizer é que agora estas caldeiras (termo usado para designar o quadrado térreo junto da árvore) deixarão de ser “limpas” para não destruir a biodiversidade que nelas se desenvolve, como lixo,latas,plásticos, etc. (digo eu).
    Quanto ao texto é uma delícia.
    Envie esta carta ao Vice e responsável do Ambiente.
    Um abraço,
    Belmiro Cunha

    1. Caro Amigo Belmiro Cunha, muito obrigado pelo seu cuidado e atenção.
      A meu ver, o problema das caldeiras não é o maior. Todas as ervas daninhas estão por limpar, em todo e qualquer lugar.
      Conheço a controvérsia do uso dos glifosatos, e concordo com o seu “não uso”, por indicar cuidados com a diversidade e ser ambientalmente relevante.
      Mas, no que concerne à deservagem, que neste caso terá de ser feita de modo manual, é um pressuposto normal para quem opta pelo não uso de herbicidas, sob pena de mostrar desmazelo e estar sujeito a críticas superiores ao suposto benefício que os mandantes da cidade reclamam.
      Espero dentro de pouco tempo voltar a este assunto.
      Um abraço

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