
OS NOVOS JARDINS DA CIDADE DO PORTO
Medram às centenas os pequenos e viçosos jardins na nossa cidade.
Cuidados com extremo zelo por quem de direito, são uma mais-valia para a cidade.
Tenho o privilégio de morar numa zona bonita e arejada do meu Porto, com ruas asseados, com arvoredo bem tratado e com vizinhos que se importam com o aspecto que as suas ruas têm.
Os exemplos que aqui trago são da minha área residencial, mas, a Câmara e os seus serviços têm tido um extremo cuidado em fazer proliferar estes melhoramentos por toda a Invicta.
Como poderão verificar, as plantas estão viçosas e bem crescidas, havendo até bastantes que se transformaram em ligeiros jardins particulares, já que estão bem encostadas às casas, e nesses casos os respectivos proprietários não têm tido o devido cuidado em tratar delas, o que é pena, como já escrevi numa outra crónica, aqui há atrasado.
Assim, aqui vos deixo os exemplos que trouxe – havendo milhares de outros, desde o mar e o rio até à Circunvalação, e para além, nas partes em que ainda é cidade, muitos deles, muito mais bem tratados do que estes, dado que as plantas estarão bem mais desenvolvidas – com um veemente agradecimento aos serviços camarários que tão bem cuidam da nossa cidade.
Fotografias tiradas com telemóvel sem qualquer tratamento


… a caminho de vivermos cada vez mais num jardim à beira plantado…
Mau Caro Amigo Albano Chaves, o caminho que nos obrigam a encetar, de que este episódio é só uma ínfima parte, vai acabar com a vida como a conhecemos, e se Deus quiser, já não para os nossos dias.
Um forte abraço
Amigo José Magalhães,
Parabéns pelas excelentes fotos, mesmo sem tratamento.
Em relação aos novos jardins o que ouvi um responsável camarário dizer é que agora estas caldeiras (termo usado para designar o quadrado térreo junto da árvore) deixarão de ser “limpas” para não destruir a biodiversidade que nelas se desenvolve, como lixo,latas,plásticos, etc. (digo eu).
Quanto ao texto é uma delícia.
Envie esta carta ao Vice e responsável do Ambiente.
Um abraço,
Belmiro Cunha
Caro Amigo Belmiro Cunha, muito obrigado pelo seu cuidado e atenção.
A meu ver, o problema das caldeiras não é o maior. Todas as ervas daninhas estão por limpar, em todo e qualquer lugar.
Conheço a controvérsia do uso dos glifosatos, e concordo com o seu “não uso”, por indicar cuidados com a diversidade e ser ambientalmente relevante.
Mas, no que concerne à deservagem, que neste caso terá de ser feita de modo manual, é um pressuposto normal para quem opta pelo não uso de herbicidas, sob pena de mostrar desmazelo e estar sujeito a críticas superiores ao suposto benefício que os mandantes da cidade reclamam.
Espero dentro de pouco tempo voltar a este assunto.
Um abraço