Posts Tagged: luís filipe castro mendes

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da

OS AGENTES POLÍTICOS E O (DES)ACORDO ORTOGRÁFICO – por MANUEL SIMÕES

Já se percebeu que a classe política decidiu “assobiar para o lado” em relação ao conhecido “AO90”, de modo a fazer aceitar paulatinamente, e por inacção, uma ortografia da língua portuguesa com as propostas aberrantes que vai impondo através da

“A MISERICÓRDIA DOS MERCADOS”, DE LUÍS FILIPE CASTRO MENDES – – por Manuel Simões

Não sem razão, algumas vozes têm manifestado grande perplexidade relativamente ao silêncio dos escritores perante o quotidiano do país, sem que o peso desse quotidiano encontre ecos nos textos produzidos. Com raríssimas excepções, os autores parecem anestesiados e em crise

“A MISERICÓRDIA DOS MERCADOS”, DE LUÍS FILIPE CASTRO MENDES – – por Manuel Simões

Não sem razão, algumas vozes têm manifestado grande perplexidade relativamente ao silêncio dos escritores perante o quotidiano do país, sem que o peso desse quotidiano encontre ecos nos textos produzidos. Com raríssimas excepções, os autores parecem anestesiados e em crise

POESIA AO AMANHECER – 50 – por Manuel Simões

Luís Filipe Castro Mendes – Portugal                                                                     ( 1950  –   ) CANÇÃO DO EXÍLIO Não trouxe nada para te dar. Sempre fui estranho às terras em que vivi e só amei de verdade o que mais me foi estranho. Terra minha,

POESIA AO AMANHECER – 50 – por Manuel Simões

Luís Filipe Castro Mendes – Portugal                                                                     ( 1950  –   ) CANÇÃO DO EXÍLIO Não trouxe nada para te dar. Sempre fui estranho às terras em que vivi e só amei de verdade o que mais me foi estranho. Terra minha,